Posts com a Tag ‘redes sociais’

Todos exercem múltiplas atividades na vida. Em cada atividade, há um grupo de amigos. Para cada grupo, um tipo de relacionamento, em função dos interesses em comum e grau de intimidade existente.

Exemplificando, um jovem não conversa sobre os mesmos assuntos com os seus colegas de faculdade, companheiros de trabalho, vizinhos e familiares. Nem compartilha os mesmos vídeos, fotos, músicas e piadas nos diversos círculos sociais.

O conteúdo ou mensagem que interessa a um grupo, não faz sentido a outro. Ou, por ser inadequado, pode resultar em situação embaraçosa.

Você online, agora mais você

Desde o surgimento, as redes sociais não possibilitam às pessoas estabelecer conexões diferenciadas com distintos grupos de amigos.

Orkut acaba de mudar essa história.

À semelhança do que faz offline, você já pode agrupar os seus amigos na rede, e replicar a própria personalidade de acordo com as características de cada grupo.

Com a separação das personas, pode agora combinar contexto e conteúdo. E restabelecer o controle da sua privacidade, decidindo quem deve ter acesso a cada conteúdo publicado.

Como resultado, a maior liberdade nas interações fortalece os vínculos e intensifica o engajamento. E reduz os conflitos entre quem você é nos mundos online e offline.

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‘Content Hunt’: Top 5 Idéias de Agosto

Postado por Umberto Ramiz

A acelerada evolução do conhecimento e da tecnologia vem requerendo cada vez mais agilidade, e menos formalidade, para divulgação das idéias e informações relacionadas com os avanços alcançados.

No formato ideal para essa finalidade, as apresentações em slides e os e-papers (ou whitepapers) têm sido dois dos melhores veículos para publicação, e portanto para pesquisa, com propósito acadêmico ou profissional .

Entre as fontes pesquisadas pela Foreplay durante o último mês, cinco se destacaram pela relevância e aplicabilidade nas atividades de marketing e engajamento digital. São elas:

What the F**k is Social Media NOW?

Marta Kagan

Edição revista e atualizada do clássico What the F**k is Social Media?, publicado em 2008. Na versão original, as estatísticas já eram impressionantes, e demonstravam que as Midias Sociais não eram um modismo, mas uma revolução.

Dois anos depois, os números evidenciam que o mundo, tal como conhecíamos há poucos anos, não existe mais. Com as pessoas agora conectadas em tempo integral, o modo como elas fazem tudo em suas vidas foi redefinido. E, aos que ficaram para trás, não restam alternativas.

Six Digital Trends To Watch

Steve Rubel e David Armano

O estudo tem por objetivo identificar e analisar o significado das seis principais tendências digitais para organizações e marcas.

Avalia os impactos a serem considerados na formulação da estratégia e planejamento, e inclui recomendações práticas, para favorecer a adaptação às mudanças e inovação.

Why Mobile Matters

Sidneyeve Matrix

Para entendimento da importância cultural do mobile para o consumidor, agora ‘always on & on-the-go’, o estudo examina a mudança em seu comportamento e hábitos, nos diversos segmentos demográficos, decorrente da adoção das novas tecnologias.

E conclui que os impactos  justificam enfoques diferenciados na estratégia, marketing e comunicação entre marca e consumidor, para adicionar valor, construir engajamento e alcançar resultados mensuráveis.

Using Social Media Tools to Reach Digital Natives

Nick Skytland

Examina os múltiplos constrastes na formação cultural da nova geração, nascida em um mundo transformado pelas tecnologias digitais, em relação às anteriores.

E instrumenta organizações e marcas para repensar o modo de fazer negócios com uso das novas práticas e ferramentas, como requisito para construir real engajamento com o consumidor nativo digital.

Welcome to Social Web 3.0

Jean Dobey

Analisa a falha da Web 2.0 em integrar a vida social das pessoas online e offline. E dá ênfase à atual incapacidade das redes sociais em satisfazer as expectativas dos usuários para administrar as múltiplas facetas existentes na sua identidade, e os requisitos de privacidade para relacionamento com cada grupo.

Apresentado como uma resposta a The Real Life Social Network v2, de Paul Adams, reflete sobre possíveis soluções para o problema identificado no documento que lhe serviu de inspiração, e que seriam fundamentos para ascenção da Web a uma nova etapa em seu ciclo evolutivo.

Torne-se um ‘Content Hunter’!

Participação gera sinergia e multiplica resultados.

Você conhece outras fontes e documentos com idéias inovadoras? Seja você também um ‘Content Hunter’!

Compartilhe as suas descobertas. E junte-se à Foreplay na construção de um blog com a cara de todos nós.

Postado por Umberto Ramiz

É oficial!!! Michel Turtchin, nosso querido diretor de criação é um dos participantes da nova edição do BBB!

Resolvemos facilitar e divulgar os links das principais redes sociais em que o nosso “Ruivinho do BBB10″ está presente:

- Perfil no Orkut

- Comunidade Oficial Michel BBB10 no Orkut

- Twitter do Michel

- Perfil do Facebook

- Fan Page no Facebook

Para os interessados em acompanhar mais ainda sobre o Michel no BBB, vamos guardar todas as notícias e conteúdos encontrados sobre ele nesse delicious.

Nós aqui da Foreplay estamos muito orgulhosos da participação dele nessa nova edição do programa, que “surpreendentemente” conta com diversas celebridades internéticas, como a já conhecidíssima Tessália/twittess e o Sr. Orgastic. Parece q essa edição vai ser das redes sociais hein!?

Boninho não é bobo nem nada e já garantiu muito falatório pelo twitter, que já está bombando com comentários sobre essa décima edição. Existem até rumores de que os participantes poderão twittar de dentro da casa…vamos ver se é verdade. Uma jogada muito esperta do programa, para atrair o público que está mais interessado na internet do que na TV.

VAI MICHEL!!! Estamos todos torcendo MUITO por você! ;)

Postado por Jana Zen

“Os Caras do Twitter†(The Twitter Guys) – Biz Stone, Evan Williams e Jack Dorsey – encabeçam a lista de The 2009 Time 100, na categoria “Builders & Titansâ€, que está sendo divulgada pela revista Time e relaciona as pessoas mais influentes, por sua excepcional importância e reputação no mundo.

twitter_guys

Os caras mudaram o mundo. Mesmo.

Em artigo escrito para a Time, Ashton Kutcher – que já ultrapassou a marca de 1 milhão e 600 mil seguidores, apenas 20 dias depois de ter alcançado 1 milhão – observa que “a criação do Twitter representa uma mudança de paradigma tão significativa quanto a invenção do telégrafo, telefone, rádio, televisão ou computador pessoalâ€.

Mesmo que à primeira vista a afirmação de Kutcher pareça exagerada, não é descabida.

“Só o recheio, por favor.â€

Com o limite de 140 caracteres, a atenção no Twitter é focada ao essencial das mensagens, que se tornam mais objetivas, permitindo a melhor filtragem, absorção, processamento e retenção de conteúdo.

Adapte-se ou morra. Daí… adapte-se de novo!

Num ambiente em acelerada transformação, no qual a fidelidade dos clientes tende a se tornar efêmera, já se permite prognosticar que o sucesso dos empreendimentos dependerá da efetividade de individuos e organizações em dar e obter atenção. Ganha quem tiver capacidade de compreender a evolução das expectativas do consumidor, responder com rapidez às tendências e antecipar-se às mudanças estruturais de um mercado cada vez mais dinâmico.

A moeda que movimentará a nova “Economia da Atenção” já não será o dinheiro, mas a atenção capaz de gerá-lo, otimizada segundo parâmetros mais qualitativos do que quantitativos.

Muito mais do que isso, a liderança em top of mind dependerá da habilidade em construir com os clientes um clima de confiança mútua, propício para que estes se tornem parceiros na criação e viabilização de novas soluções e produtos. É nesse âmbito que o Twitter ganha destaque dentre as outras ferramentas de comunicação existentes.

Converse. No mínimo, observe. Mas não ignore.

Há um constante debate sobre os aspectos positivos e negativos de se ter marcas dentro do Twitter. Muitos dizem que marcas não deveriam usar o serviço, pois é uma ferramenta conversacional, de pessoas falando com pessoas, não de marcas transmitindo mensagens uni-dimensionais. Outros dizem que marcas deveriam se envolver com a ferramenta pois ela é 100% opt-in – ou seja, as pessoas escolhem quem querem seguir. Ainda vão mais além, afirmando que parte do grande atrativo do Twitter para as marcas é a receptividade dos usuários, que de fato escolhem segui-las, se engajar e participar das discussões.

Quer dançar? Algumas dicas:

Não importa se você se identifica como @FordCustService ou como @ScottMonty, gerente de Social Media da Ford. A chave para o sucesso no Twitter é o conteúdo. Portanto, uma vez dentro, o que fazer?

1. Engaje seus followers: Socialmedia é uma avenida de duas mãos. As pessoas gostam de receber atenção exclusiva, de sentir que você realmente está interessado e focado no que elas estão dizendo. Replies e Direct Messages são uma ótima maneira de conversar com as pessoas. Use-as.

2. Agregue valor: Além de twittar sobre promoções, produtos e serviços que você oferece, mande informações que as pessoas considerem relevantes, sem fugir do assunto. Por exemplo, uma companhia aérea como a @JetBlue pode twittar sobre preços de passagens e promoções, e também sobre dicas de viagens, blogs com dicas de lugares para se visitar, etc. As possibilidades são infinitas!

3. Não use robôs para seguir as pessoas aleatoriamente: Procure no twittersearch por usuários que já citaram sua marca em algum tweet. Ser um agressive follower e sair seguindo todo mundo sem critérios é muito mal visto.

4. Siga as pessoas que te seguem: Um usuário que procurou pela sua marca e apertou o “follow†é uma pessoa interessada na marca, que quer saber de novidades e informações. É simpático que uma empresa siga quem a segue. Até o @BarackObama faz isso.

5. Monitore conversas: O Twitter é uma ótima maneira de receber feedback sobre sua marca, sem pagar por pesquisas infinitas. Procure saber o que as pessoas estão falando sobre sua marca, pois as notícias se espalham muito rápido no twitter. Um bom exemplo disso é o caso da Amazon, que tem uma tag exclusiva no Twitter, a #amazonfail. Outro exemplo foi o recente caso da Pizzaria Domino’s e os vídeos terríveis que se espalharam pela web, inclusive pelo Twitter. Para tentar controlar o buzz negativo, criaram a conta @dpzinfo. Conheça também o Twazzup – é excelente para monitorar palavras chave, influenciadores e tendências.

Fica a pergunta que não quer calar: será que “os caras do Twitter†tinham noção do seu potencial quando o criaram? É bastante discutível… mas nem por isso eles deixam de ser OS CARAS!

Postado por Bruno Ancona Lopes

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