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No ano que vem, conforme as mudanças de comportamento do consumidor se intensificam, marcas precisarão focar na criação de conteúdo relevante, magnético, diminuindo cada vez seus esforços no modelo interruptivo de comunicação. É importante pensar “pull” vs. “push”. A prioridade para as marcas deixa de ser simplesmente alcançar o consumidor e sim a qualidade das suas interações com ele.
Saem de cena os comerciais e técnicas de venda focadas em empurrar produtos. Entra em seu lugar o conteúdo útil, capaz de atrair a atenção do consumidor e despertar de forma espontânea a percepção de que é a sua marca quem tem a verdadeira solução para ele.
Entregue conteúdo onde onde seu consumidor quiser, no formato que ele precisa
As táticas para implementação das estratégias devem abranger alternativas de plataforma variadas, para adequar o conteúdo à preferência e à disponibilidade do consumidor. Para alcançar a totalidade da audiência a que se destina, a qualquer momento e em todos os pontos de contato, o conteúdo precisa ser bastante diversificado, como visto na tabela abaixo. Uma pesquisa da King Fish Media, HubSpot e Junta42, com profissionais de marketing dos EUA, revela que, entre as empresas que possuem estratégia de social media, há um forte sentimento de que conteúdo é o principal fator para o sucesso de campanhas nas mídias sociais, independente de ter sido criado pela própria marca ou por especialistas.
Para determinar relevância do conteúdo, faça-se 5 perguntas:
1) É único?
2) É útil para o seu consumidor?
3) A produção é bem executada?
4) Aperta um dos botões do Buzz? É tabu, estranho, ultrajante, hilariante, memorável, ou um segredo? Leia mais aqui.
5) Faz bom uso do canal de distribuição? (social, video, mobile, etc)
Conteúdo é uma das grandes alavancas do marketing e em 2011 sua importância para obtenção de engajamento deve ser ainda maior. Marcas precisarão se esforçar pra conhecer seus consumidores. Isso pode ser feito com ajuda de dossiês de tendências, monitoramento de mídias digitais, pesquisas e painéis online. Há muitas possibilidades. Os consumidores estão prontos para colaborar com as marcas que tomarem a iniciativa e fizerem a sua parte. No geral, a só depende de você! A Foreplay pode te ajudar a entender seu consumidor, definir sua estratégia de conteúdo, produzí-lo e distribuí-lo. Chamamos isso de Engajamento Digital full service.
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Postado por Bruno Ancona Lopes
Estamos na Revolução Mobile. O estilo de vida 24/7 é o novo imperativo. As pessoas consomem conteúdo e mídia on the go e buscam soluções rápidas e fáceis pra vencer os desafios do dia-a-dia. O mercado mobile não para de crescer e a disputa das marcas de smartphones e seus sistemas operacionais pela preferência dos usuários é acirrada.
Desde o lançamento do iPhone em 2007, uma interminável fila de supostos iPhone killers, muitas vezes com hardware superior, foi apresentada. A ausência de competidores com um leque de aplicativos comparável ao do iPhone foi o diferencial que assegurou à Apple, até meados de 2010, a incontestável dominação do seu nicho.
Boa notícia pra uns, má notícia para outros, a fase áurea da Apple acabou.
Os concorrentes, liderados pelo Google com seu sistema operacional AndroidOS, descobriram a fórmula do sucesso e passaram a atacar de forma objetiva o ponto-chave da questão: multiplicar os apps disponíveis. E isso gerou uma dança das cadeiras no mercado de smartphones. A inversão dos ocupantes das duas primeiras posições (Symbian e Android) é inevitável e o iOS continua avançando. É uma guerra.
Mas o que isso tem a ver com comunicação?
Simples. Desenvolver aplicativos só para dispositivos iOS é tão limitante quanto fazer planejamento de mídia só com Globo e Veja. Se sua marca quer realmente se beneficiar da adoção de aplicativos como ferramenta para engajamento consumidor, é sensato ampliar o alcance do seu app, desenvolvendo para o maior número de sistemas.
A Asymco Curated Marketing Intelligence comparou dados históricos do número de apps submetidos à aprovação por desenvolvedores na iTunes App Store e Android Market. O que era um grãozinho de areia no radar da Apple em Jul-2009 se tornou um colosso e no exato momento, desenvolvedores submetem praticamente o mesmo número de apps para Android e iOS.
Enquanto isso, na sala de justiça, a Ovi, loja de apps da Nokia/Symbian, publicou resultados animadores das ações implementadas para impulsionar o desenvolvimento e consumo de aplicativos para o seu sistema. A dica é a seguinte: se houver adequação ao target (e budget), desenvolva para os três OSs líderes.
Faça-se um favor: busque relevância!
Três em cada quatro usuários de aplicativos afirmam que todas as marcas deveriam ter um aplicativo mobile. Pelo outro lado, 40% estão insatisfeitos com os apps colocados à disposição pelas suas marcas favoritas. Leia mais no estudo da EffectiveUI e Harris Interactive.
Muitos apps têm sido projetados sem se ter em mente as necessidades do consumidor e do negócio da marca. Se não são úteis, não deveriam existir. Serão ignorados ou pior, podem causar impacto negativo sobre a percepção da marca.
Antes de desenvolver seu branded app, alguns passos:
Humanize sua marca. Qual a sua personalidade? Considerando que seus consumidores são seus amigos, sobre o que vocês conversam? No aniversário do seu consumidor, que presente você daria? Em outras palavras, posicione sua marca. Entenda profundamente seus consumidores e seus hábitos de mídia, entretenimento e conteúdo. Lembre-se que marcas não são mais palavras, mas sim ações. Entregue experiência, utilidade. Seja único, inesquecível, um amigo para sempre. E como todo bom amigo, esteja presente onde quer que ele esteja!
Quer saber como? A gente te ajuda!
Postado por Bruno Ancona Lopes





