Posts com a Tag ‘midias sociais’
Ninguém mais duvida da importância fundamental de saber o que se fala sobre a marca, diante da extraordinária propagação nas mÃdias sociais. E que, em consequência, é preciso encontrar meios de participar das conversas, respondendo as perguntas sobre os produtos e a sua utilidade de forma direta, e tirando as dúvidas mais relevantes através da publicação de conteúdo que, ao mesmo tempo, alimente o interesse do consumidor.
O engajamento do consumidor exige muita conversa. Em contrapartida, as conversas são oportunidades para estabelecer conexões visando não apenas informar, esclarecer, mas também construir relacionamentos para ganhar a confiança e a lealdade do consumidor à marca.
Com o consumidor no comando dos relacionamentos online com as marcas e a atenção dele cada vez mais rara, porém, o objetivo está cada vez mais difÃcil de alcançar. Para conseguir, a empresa precisa de alguém que atue como um Diretor de Conversas, com a responsabilidade de fazer as pessoas conversarem sobre a marca, estimular o contato e a troca de experiência entre elas.
Obter o equilÃbrio no relacionamento, e dividir com o consumidor o comando do falatório, porém, não é tarefa simples. Abrange a criação e adaptação de conteúdo, para ser transmitido em formatos variados através de múltiplos canais, de modo a alcançar o consumidor em qualquer combinação de momento, local e preferência.
Os recursos para nutrir as conversas são diversificados, e incluem: artigos em blogs, entrevistas com especialistas, estudos, pesquisas, whitepapers, apresentações em slides, filmes, monitoramento de grupos ou comunidades, entre outros.
Para obter sucesso, o profissional responsável pelas atividades deve ter qualificação multifuncional compatÃvel, que o torne apto a gerir e integrar com competência os recursos envolvidos. Como prêmio, ele tem o impacto dos resultados, online e offline, potencializado pela conversão de consumidores em advocates da marca.
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O que você pensa sobre Diretor de Conversas? Gosta da idéia? Imagina algum rótulo melhor?
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Postado por Umberto Ramiz
Um embarque com bilhete só de ida
Um estudo – realizado pelo Centro para Pesquisa de Marketing, na Universidade de Massachusetts, em Dartmouth, MA, nos EUA – com foco nas 500 empresas Fortune, revelou que 60% delas têm presença no Twitter, demonstrando um crescimento de mais de 70% nos últimos 12 meses.
Entre as 10 empresas lÃderes, 9 postam de forma consistente em suas contas: Wal-Mart, Exxon, Chevron, General Electric, Bank of America, ConocoPhillips, AT&T, Ford e HP. E apenas a 9ª classificada, JP Morgan Chase, não foi localizada no Twitter.
Os dados mostram que a presença no Twitter ocorre em proporção maior do que no Facebook, onde 56% das 500 empresas têm contas ativas.
Na outra ponta, 147 – ou 29% – não têm presença no Twitter, nem no Facebook.
A presença democratizada
Examinando a evolução de forma estratificada, se constata um crescimento mais acelerado da presença entre as empresas de classificação intermediária, tornando mais homogênea a distribuição, com tendência de anular a concentração anterior nos segmentos mais elevados.
O segmento das 100 empresas com melhor classificação, que antes continha 39% do total das Fortune 500 com presença no Twitter, passou a ter 25%. Ao ampliar o grupo para as 200 maiores, que abrigava 58% do total, se observa que nele estão a metade das empresas hoje atuantes. E os outros 50% entre as 300 menores.
Presença => Interação => Engajamento
As 298 empresas com presença no Twitter tiveram examinados os seus tweets, retweets (RTs) e replies (@s), para determinar o nÃvel de interatividade, considerada a frequência e regularidade na postagem e resposta.
Entre elas, 103 – ou 35% – mantêm as contas atualizadas com notÃcias e informação, e interação consistente com a audiência na rede social.
O engajamento permanece tÃmido
Embora tenha ocorrido um expressivo aumento na participação das Fortune 500 no Twitter, observa-se que para 195 – ou 65% das presentes – não há regularidade na interação.
Essa quantidade, somada às 202 ausentes, evidencia que, apesar de 3 entre 5 empresas terem presença no Twitter, e da melhor distribuição nos vários segmentos, apenas 1 entre 5 mantêm interação com consistência e intensidade, de modo a favorecer o engajamento com a audiência.
Ainda há vagas no trem
A realidade exposta no estudo revela um amplo potencial inexplorado. Um elevado número de empresas já embarcou no trem social. Pelos avanços conseguidos até agora, porém, poucas têm chances de uma breve chegada ao destino desejado.
Há vagas para retardatárias em diversos mercados. Principalmente para aquelas que tenham tirado o máximo proveito da experiência das pioneiras, e adquirido competência para estabelecer uma vantagem competitiva que as torne capazes de recuperar o tempo perdido.
A ação objetiva entrega valor
Na implementação da estratégia social, a presença nas principais redes é apenas um passo no longo caminho a ser percorrido pelas empresas para alcançar a audiência que têm como alvo. E que deve ser parte de uma atuação multicanal integrada, para estabelecer um relacionamento duradouro, proveitoso para ambas as partes.
Em meio a tantas opções disponÃveis no universo online, as pessoas – mais conectadas do que nunca – buscam, além de informação útil para consumir e compartilhar, experiências impactantes, e recompensas significativas por sua lealdade à s marcas.
O sucesso chega aos poucos
O engajamento autêntico, alicerçado na confiança mútua e capaz de se multiplicar por advocacy, não se constrói de um dia para o outro, mas resulta do trabalho sério um dia após o outro.
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Você conhece algum case relacionado com o tema?
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Postado por Umberto Ramiz




