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A folha do mês de Abril do nosso calendário já ficou para trás, por isso está na hora de divulgarmos a lista dos 7 vÃdeos virais do quarto mês de 2010. Preparado?
Então vamos lá!
1 – Telephone – Lady Gaga
O último videoclip da cantora americana, mais parece uma miscelânea de tudo o que a cultura pop hoje em dia carrega e propaga mundo afora. No clip tem de tudo. Carro do Pulp Fiction, participação de Beyoncé, dezenas de figurinos e locações diferentes além de diversos products placements, entre eles o da marca Polaroid que recentemente contratou Lady Gaga para ser a diretora de criação da marca.
2- Heineken – Men with Talent
Mais um comercial da Heineken que faz uma brincadeira com a diferença entre os universos masculino e feminino. Depois do aclamado Walk in Fridge a marca lança o comercial Men with Talent. O filme criado pela agência holandesa TBWA Neboko mostra como seria um programa de talentos com H maiúsculo.
3- WWF – Space Monkey
O filme abaixo é da WWF e teve como objetivo divulgar o dia do planeta e a importância de cada pessoa na luta para salvarmos o lugar onde vivemos. A agência encarregada pela criação foi a Leo Burnett de Sydney.
4- Coca Cola – Quest
A Copa do Mundo está chegando, e para divulgar o espÃrito por trás desse grandioso evento, a agência Santo, de Buenos Aires, criou o comercial abaixo para a uma das mais tradiconais patrocinadoras da Copa, a Coca-Cola.
5- Google Chrome – Extensions
O Google lançou um pacote com algumas extensões para o navegador Chrome. Para divulgar essa novidade, a agência BBH lançou o vÃdeo abaixo que segue o conceito “hand-made” do vÃdeo anterior. Destaque para a simpática trilha sonora. Para ver o outro vÃdeo da campanha, clique aqui.
6- LCD Soundsystem – Drunk Girls
O aclamado diretor Spike Jonze dirigiu o último clip da banda LCD Soundsystem. No vÃdeo, a banda é literalmente zuada por uma gangue de ursos brancos. Dê o play abaixo e veja o quanto os músicos sofreram.
7 – M.I.A. – Born Free
O clip Born Free da cantora M.I.A, foi dirigido por Romain Gravas, filho de Constantin Costa-Gravas cineasta grego autor de â€Zâ€, um dos maiores clássicos do cinema.
O vÃdeo faz uma crÃtica aos EUA através de um esquadrão especial que persegue jovens “ruivosâ€. O YouTube retirou o vÃdeo do ar alegando que “Born Free†incentiva a violência gratuita além de conter cenas de sexo. Segundo o diretor que também dirigiu o clipe “Stress” da banda Justice, as cenas fazem alusão aos campos de guerra que os EUA dominam, e a exterminação étnica que o governo norte-americano financia pelo mundo.
Postado por Caio Antunes

Em um post recente, abordamos o cenário mobile e as oportunidades que ele reserva para as marcas construÃrem um relacionamento mais próximo com os consumidores. E isso coincidiu com o momento em que o Google colocava dois vÃdeos na web, nos quais explica o funcionamento dos seus novos aplicativos mobile.
Um deles, o Google Goggles permite à s pessoas fazer pesquisas visuais a partir da câmera do celular. O funcionamento é muito simples: Você aponta o celular para um objeto, e tira uma foto; e, a partir daÃ, o aplicativo escaneia a imagem, e mostra a você informações relacionadas ao objeto enfocado.
A palavra ‘goggles’, na lÃngua inglesa, é um substantivo utilizado para descrever algum tipo de óculos especial, como um próprio para ski/snowboard ou até mesmo um óculos 3D. Aliás esse é o logo do aplicativo.
O outro vÃdeo é sobre o projeto Favorite Places, no ar desde o inÃcio do ano, que tem como produto um guia de locais, passeios e estabelecimentos existentes nas principais cidades do mundo. Nos Estados Unidos, o Google mapeou os 100 mil estabelecimentos favoritos dos usuários, e enviou, a cada um desses estabelecimentos, um adesivo com realidade aumentada que possibilita o acesso a informações e comentários pelo celular.
Qual o real significado dos lançamentos?
Em abril deste ano, a Apple atingiu a marca de um bilhão de downloads de aplicativos na iTunes Store, que ao lado das vendas de iPhones tiveram ampliação progressiva, ignorando os efeitos crise econômica que se observavam por toda parte. A partir de então, o Google, com sua plataforma Android, intensificou o investimento em tecnologias mobile, de olho no extraordinário potencial desse mercado.
Com os aplicativos Google Goggles e Favorite Places, a empresa trilha um caminho que exemplifica muito bem o pensamento de Michael Porter, professor em Harvard e especialista em Estratégia e Competitividade nos Negócios, segundo o qual “não basta ser o melhor, mas o únicoâ€.
O Google obviamente percebeu que a Apple, por ser uma marca premium já consolidada, possui caracterÃsticas exclusivas baseadas na altÃssima qualidade dos seus produtos. E que a melhor maneira para conquistar fatias expressivas de market share, tendo o mesmo público como alvo, seria adotar como estratégia a máxima exploração dos diferenciais competitivos próprios, para o desenvolvimento de uma nova plataforma e aplicativos com a tecnologia mais avançada disponÃvel.
E, assim, avançar progressivamente até conseguir eclipsar, no futuro próximo, o sucesso da concorrente, hoje lÃder disparada do mercado mobile.
Quem ganha com isso é o consumidor, porque, no final das contas, o que mais irá importar não é a marca ou modelo do equipamento em suas mãos, mas sim qual é aquele que disponibiliza a tecnologia mobile em seu pleno potencial, e integra as ferramentas mais adequadas para cumprir o objetivo principal de ajudá-lo a fazer o que você deseja ou precisa, a qualquer momento e em qualquer lugar.
Muito breve, o mundo não será o mesmo.
Aplicativos como os dois ora apresentados ilustram os efeitos surpreendentes da incorporação da realidade aumentada ao mobile. A combinação explosiva dessas duas tecnologias promoverá uma revolução Ãmpar que transformará de modo irresistÃvel o dia-a-dia das pessoas, alastrando-se rapidamente para toda a sociedade.
É evidente que o Google ‘embarcou nesse trem’ com a clara certeza de que seria fatal permanecer de fora, ou mesmo – em face da sua ambiciosa visão corporativa – contentar-se com um papel de coadjuvante no processo. Mas também com o sabor amargo de que, se tivesse acordado antes, hoje a Apple não reinaria tão absoluta no mercado mobile.
Você está pronto?
Entretanto, mais importante do que o resultado do duelo entre os dois titãs é que este novo paradigma irá nos transportar a todos, como em um ‘trem-bala’, para um futuro que até então parecia distante. No cenário projetado, a atual hierarquia das marcas, abalada pelo impacto da mudança, será reordenada, em função da agilidade de cada uma em ‘pegar o trem’ antes que as outras.
É o momento da derradeira chamada na plataforma de embarque: “Atenção, marcas com destino à Era Mobile! O trem já está pronto pra partir: Último aviso!â€.  Ceticismo e hesitação poderão ser fatais.
Postado por Caio Antunes
