Posts com a Tag ‘foreplay’

As coisas são engraçadas! Estava revisitando arquivos antigos acabei encontrando um artigo que escrevi em Nov/2007 para o jornal da EXPM – Associação de Ex-alunos da ESPM, intitulado “O Consumidor Digital: seu novo sócio na era do engajamento“. Apesar de escrito numa época em que  a Foreplay ainda estava em estágio embrionário, a trip de volta para o futuro ainda é boa leitura! =)

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Já dizia o velho ditado: “Em terra de cego quem tem olho é reiâ€.

No caso do marketing, quem tem voz é rei e as empresas sempre foram as soberanas. Compravam seu espaço e construíam sua imagem usando megafones para contar a todo mundo o que era bacana e importante para seguir em frente. Eram os tempos de ouro da Era da Interrupção e das mídias de massa. As empresas conseguiam, mesmo que por pouco tempo, congelar a vida das pessoas para fazer a sua oferta, que nem sempre era verdadeira – até que o número de empresas sedentas e mídias disponíveis elevaram a quantidade de mensagens comerciais a um nível absurdo, que acabou por soterrar os consumidores.

Estamos no final de 2007 e o marketing de interrupção parece estar com seus dias contados.

Ainda funciona em casos específicos, mas como publicou a McKinsey & Co em relatório recente, em 2010 anúncios de TV tradicionais terão um terço da eficiência que tinham em 1990. As inserções estão cada vez mais caras e seu ROI cada vez mais questionável. O novo consumidor, bem informado e crítico, aprendeu a ignorar mensagens que considera irrelevantes e mudou suas fontes primárias de informação – agora lê sites com conteúdo gerado por especialistas, blogs diversos, comentários de outros consumidores nas páginas de sites de comércio eletrônico e esclarece eventuais dúvidas com amigos e conhecidos em redes sociais. A solução para as empresas se conectarem novamente com esses consumidores não é gritar mais alto, nem mais vezes. A solução é desligar o megafone e sentar para conversar. Na nova realidade, conseguir atenção não é fácil.Os consumidores também têm voz e, já que escolhem suas mídias, controlam o diálogo.

O principal desafio é ter algo interessante para dizer, e fazer isso com alma.

As empresas precisam mostrar que são apaixonadas por sua missão e pelos produtos e serviços que oferecem. Ganham as que entendem o universo de seus clientes, compartilham interesses, valores e compreendem que é com uma proposta de valor autêntica e conteúdo relevante que se cria credibilidade, intimidade e finalmente, uma associação positiva do consumidor com a marca. Estamos na era do engajamento. Vide Nike. Ela sabe.

O meio online oferece uma série de canais interativos em que a comunicação entre a empresa e o consumidor e, principalmente entre consumidores, flui livremente.

Com a popularização da internet social esses meios se tornaram mais eficientes e mais baratos que esforços de mídia tradicionais. Campanhas de engajamento digital começam numa análise de presença online, para que se possa mapear o que está sendo dito sobre a empresa, seus produtos e serviços na blogosfera, fóruns de discussão, wikis e outros sites de conteúdo gerado pelo usuário, como o YouTube. Não podemos nos esquecer das redes sociais, onde o Orkut é líder nacional (mas vem aí o FaceBook e o Myspace – é bom ficar ligado).

É importante fazer uma busca em todos os search engines usando as marcas e palavras chave relacionadas, bem como mensurar a performance atual das propriedades online da empresa em questão.

Com as experiências e pontos de interação atuais mapeados, pode-se então, definir uma nova estratégia de criação e de conteúdo para distribuição em diversos formatos via blogs, email, widgets, mecanismos de busca, podcasting, redes sociais, wikis, portais e hotsites da empresa. A compra de mídia online, principalmente rich media e links patrocinados em mecanismos de busca, continua extremamente importante para alavancar tráfego em propriedades online mais interativas, que fazem a imersão do consumidor no universo da marca.

O desafio está na criação e implementação de uma campanha harmônica entre diversos canais, com um mix de ações de push e pull.

Por isso a importância da afinidade – os consumidores só aprovam e viralizam aquilo e aqueles de que gostam. As empresas que conseguem gerar engajamento ganham brand advocates, poderosos aliados na influência e geração de mais conteúdo ao redor da marca. Consumidores engajados influenciam positivamente sua rede de contatos, ajudam a criar slogans, designs, anúncios, fazem críticas construtivas e auxiliam no processo de criação e melhoria de produtos e serviços. Já na mão contrária, consumidores extremamente insatisfeitos se tornam inimigos públicos e se engajam para falar mal. Consumidores deixaram de ser meros receptores de mensagens publicitárias para tornarem-se co-autores da estratégia empresarial.

Um mar de dispositivos, e lá vem o mobile:

Em recente apresentação, numa conferência na cidade do México, Michael Dell, fundador e presidente da Dell Computers, previu um crescimento monstruoso no número de PCs no mundo, que deve saltar de 1 para 2 bilhões de usuários em 2012, e ilustrou a tendência de crescimento da internet com dois fatos: “A cada dia, 500 mil pessoas entram pela primeira vez na internet, e a cada minuto, são carregadas seis horas de vídeo no YouTubeâ€. E ele nem mencionou os 3,1bilhões de aparelhos celulares no mundo, que já são sufi cientes para que 50% da população fale de onde quiser. Num futuro nada distante estarão falando, buscando, “subindo†fotos e vídeos e blogando, tudo via celular. Neste contexto, não é surpresa alguma que o órgão de pesquisas eMarketer tenha previsto um crescimento de quase 30% nos investimentos em mídia online para 2008.

Estamos num caminho sem volta, rumo à liberdade de escolha e à democratização da informação pregada pelos iluministas no século XVIII.

As empresas que pretendem ter sucesso nesta nova era devem entrar no clima de transparência ou correm o risco de ir pra guilhotina.

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Feliz 2010! =)

Postado por Bruno Ancona Lopes

Uma pesquisa realizada pela norteamericana Cisco Visual Network analisou a atividade dos internautas nos principais mercados globais, e identificou que entre 21h e 1h da manhã é o horário nobre na internet. O estudo revela também que o Brasil terá um dos maiores crescimentos de tráfego móvel do mundo. E projeta, para 2013, um volume 124 vezes maior do que o registrado no final de 2008. Em setembro, a Apple afirmou que existiam mais de 50 milhões de iPhones e iPods Touch espalhados pelo planeta.

Avaliados em seu conjunto, esses dados dizem muito sobre o caminho que a comunicação e o engajamento digital irão seguir nos próximos anos. As pessoas estão cada vez mais conectadas graças aos dispositivos móveis, que incluem, além desses modelos da Apple, muitos outros smartphones de diversas marcas e modelos.

O número de aplicativos existentes na Apple Store e na Android Market não pára de crescer e o aumento do tempo de navegação na internet móvel convida, ou melhor, obriga uma presença das marcas na plataforma mobile mais consistente para a obtenção de maior share of time nas telinhas dos smartphones.

O que andam fazendo por aí afora: o exemplo do Golf, da VW dos EUA.

Recentemente, a Volkswagen norteamericana criou a campanha de lançamento do novo Golf GTI, focada 100% em mobile. No aplicativo para iPhone as pessoas podiam “pilotar†e conhecer todas as características do carro, através de um advergame muito bem produzido pela Firemint.

A Volkswagen acreditou na iniciativa pois percebeu que, entre os potenciais compradores do novo Golf, existe um alto número de usuários de iPhone, que estão constantemente baixando aplicativos da Apple Store. Estima-se que  cerca de 500.000 dólares tenham sido investidos nessa campanha. Em contraposição, a campanha de 2006, que incluía diversos canais e grande quantidade de anúncios de TV consumiu 60 milhões de dólares. Resultado: a nova campanha, bem mais envolvente, custou menos de 1% da anterior. #epicwin

As palavras de Tim Ellis, vice-presidente de marketing da Volkswagen, deixam claro como deve ser o pensamento de agora em diante. “Lançar o novíssimo GTI 2010, pelo aplicativo Real Racing GTI, permitiu que nos conectássemos com o consumidor gerando experiências que um comercial de 30 segundos jamais conseguiria.†Ellis disse ainda que alternativas, como Xbox e Playstation, foram consideradas, mas o acordo de exclusividade com a Apple assegurou uma boa divulgação para o jogo. Dica: mobile marketing não é só desenvolver o app e jogar na store. SMPRs, deals com as stores, mídia como trampolin inicial da promoção do app… tudo isso é importante. O objetivo é sempre chegar nas top ou featured lists.

E na Terra Brasilis como vão as coisas?

Como revela o estudo, a tendência no Brasil é que os dispositivos móveis se tornem cada vez mais presentes na vida das pessoas. (Precisa de estudo pra isso?) As marcas devem então migrar, do horário nobre da TV e da internet, para o dia-a-dia do consumidor através de aplicativos úteis ou extremamente divertidos, que aprofundem o engajamento.

Já existe no mercado de telefonia nacional, celulares que permitem que a pessoa baixe aplicativos. Além do iPhone temos aparelhos que utilizam a plataforma Android, o HTC Magic é um deles, e atualmente a empresa está realizando um concurso na internet para identificar as principais sugestões de aplicativos. A Samsung também está chegando junto, adotando o Android, como a HTC.

Os aplicativos que estão sendo criados para esses aparelhos levam em conta o cotidiano das pessoas, incluindo a sua localização, hábitos e preferências. Aplicativos que cruzam dados com o GPS são uma excelente forma de envolvê-las. Mobile local search e mobile social networks como a foursquare irão mudar o rumo das coisas. Vamos lá Brasil, não podemos ficar de fora!

Como o Bradesco está puxando os clientes pra dentro do Banco

Recentemente o Bradesco lançou um aplicativo de grande utilidade para os clientes do Banco, que utiliza a Realidade Aumentada para ajudá-los a encontrar as agências e caixas eletrônicos mais próximos.

Utilidade e personalização são palavras-chave

As transformações cada vez mais profundas geradas a partir do avanço tecnológico têm criado um desafio para as pessoas e empresas que buscam se atualizar com tudo o que acontece e afeta a sua vida e os seus negócios.

E é importante notar que, essa mudança abre perspectivas para uma nova hierarquização das marcas no mercado. Lucram as que forem mais rápidas e capacitadas para ouvir, conversar e envolver o consumidor. Se você não for líder em seu segmento, ou nicho, é uma excelente oportunidade para assumir o lugar de quem é.

Alçado à condição de estratégia principal de branding, o mobile já começa a satisfazer as expectativas do consumidor – há algum tempo contidas por falta de iniciativa das marcas – seja através de ações mais simples como campanhas instantâneas diretas de alto impacto, ou por experiências relevantes e gratificantes para melhorar o seu dia-a-dia.

Com isso, os vínculos entre consumidores e marcas se estreitam e se fortalecem, engajando ambos em um esquema de cooperação, que tem por alvo a criação, priorização e construção conjunta de soluções da máxima utilidade que caibam na palma da mão.

A chave é tornar disponível a melhor informação/experiência/conteúdo que o consumidor possa conseguir, onde ele estiver, quando ele quiser. E, mais ainda, do jeito que ele gosta. Tudo personalizado e sob medida para cada um. Tecnologias disruptivas + grandes idéias = Great success!

Postado por Bruno Ancona Lopes

Você que acompanha o blog já conhece a fachada da agência, onde de tempos em tempos fazemos intervenções de pixel art. Pois agora você terá a oportunidade conhecer o interior da Foreplay.

A revista AU, focada em arquitetura e urbanismo, destacou o projeto arquitetônico da agência na edição de dezembro, que acaba de chegar às bancas.

O projeto, concebido pelo escritório de arquitetura AUM contou com a participação dos arquitetos André Dias Dantas, Bruno Bonesso Vitorino e Renato Dalla Marta.

Segundo a revista: “o projeto de interiores para a Foreplay despe-se de qualquer mistério e se revela, sim, à primeira vista. O que se percebe no projeto é que o ponto de partida para o subjetivo da criação é a realidade, essencialmente objetiva.â€

Legal né?

Se você se interessa por arquitetura ou tem curiosidade em saber como é nosso ambiente de trabalho, clique na foto abaixo e leia a matéria, que também foi publicada no site da revista.

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Fique a vontade, a casa é sua.

Postado por Caio Antunes

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A memória é uma das ferramentas mais intrigantes do ser humano. A capacidade de armazenar histórias e situações nos torna mais experientes, e até certo ponto nostálgicos.

Mas o que isso tem a ver com engajamento?

Diversas marcas e empresas perceberam que o apelo emocional de certos produtos antigos pode ser muito bem explorado com o auxílio da tecnologia, transformando-os em novos sucessos de venda, com reentrada forte na cultura pop.

Toda geração teve ícones que, em um dado momento, se transformaram em marcas, sem contar que as novas tecnologias utilizam essas marcas e ícones para se incorporarem na cultura geral da sociedade.

A maioria dessas marcas “retrô†rendeu altos lucros e gerou vínculos emocionais nas pessoas da respectiva geração, que têm nesses ícones os representantes máximos de seus “Anos Incríveisâ€.

Essas marcas são como boas lembranças, que até hoje povoam as mentes e corações das pessoas. E nada melhor que utilizar essas características para se aproximar dos consumidores.

Com o auxílio das novas mídias e da tecnologia, esse resgate vem sendo feito nas mais diversas áreas. Pare um pouco para pensar, e você vai ver que o cinema, a música, os automóveis, a moda e diversos outros setores utilizam essa estratégia de forma coerente e arrebatadora.

E como isso está acontecendo?

Para exemplificar um pouco melhor esse movimento, separamos dois bons exemplos de sinergia entre marcas ou produtos antigos com as novas tecnologias, que resultaram em um engajamento consistente dos consumidores.

Fiat 500

O simpático Fiat 500 foi produzido pela Fiat entre 1957 e 1975. Criado pelo designer Dante Giacosa, o “carrinho†com o tempo passou de charmoso para um exemplo de tecnologia e design ultrapassados.

30 anos se passaram e a Fiat relançou o modelo que recebeu um banho de modernidade. Além disso, criou uma estratégia invejável de engajamento digital para o veículo. Praticamente, todas as interações possíveis foram criadas. No site global do veículo, é possível ver a abrangência das ações.

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Essas ações auxiliaram o Fiat 500 a ser tornar um carro-conceito, e um exemplo claro de como a tecnologia pode transformar e resgatar um produto.

Beatles

A maior banda de todos os tempos, que embalou e inspirou gerações, completou 30 anos de inatividade.

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Quando a Beatlemania já dava sinais de enfraquecimento, a tecnologia alavancou a banda para o cenário de destaque novamente. Como isso foi feito?

Mega lançamento de toda a obra da banda no dia 09/09/09, feito pela Apple + iTunes, jogo Rock Band exclusivo, e ainda a parceria com o Circo de Soleil, que criou o Revolution Lounge em Las Vegas, para colocar os fãs dentro do universo de John, Paul, George e Ringo.

Clássicos nunca saem de moda

Os cases citados mostram que o caminho para revitalizar marcas, reengajar fiéis consumidores que se encontram “adormecidosâ€, e despertar novos através do apelo “cult†agregado, passa pela identificação dos principais pontos de contato entre a marca e seus consumidores.

A partir daí, é possível oferecer experiências inéditas, utilizando as ferramentas tecnológicas disponíveis, que irão engajar novamente as pessoas em torno da marca ou produto. Isso porque, assim como se observa com a idade da marca, não importa a idade dos consumidores. Basta que a marca crie uma estratégia consistente e alinhada com os novos tempos.

Postado por Caio Antunes

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O site zdnet.com realizou uma enquete com 31 profissionais ligados a internet e tecnologia onde cada um fez uma projeção do que irá acontecer com a social media em 2010.

Analisando os depoimentos e apostas de cada um dos participantes, fica claro que todos compreendem que em 2010 o termo social media deixará de ser uma novidade, e passará a ser incorporado pela maioria das empresas e pessoas ao redor do mundo.

Separamos abaixo alguns trechos interessantes dos depoimentos, que mostram claramente a força e importância que o engajamento digital está ganhando nos dias de hoje.

Bert DuMars, Newell Rubbermaid: “O tráfego de informação e comunicação ganhou novas formas e dimensões, por isso filtrar e organizar essa grande quantidade de conteúdo e interações sociais será a chave para criar uma web mais relevante e prática. Esse novo perfil de consumidor exige que as empresas se adaptem cada vez mais às suas necessidades, desejos e exigências. A atuação das empresas nas redes sociais e as ações de marketing na social media devem deixar de serem experimentos, para se tornarem totalmente integrados às diversas estratégias e táticas de cada uma das necessidades das empresas.”

Christine Perkett, PerkettPR: “O pensamento coletivo irá evoluir do “Nós precisamos participar†para “O que é realmente engajador?â€. Como iremos fazer para converter essa participação em algo verdadeiramente valioso para os consumidores será o foco. Dar voz ativa aos consumidores ou realizar um concurso, embora sejam importantes, são ações um pouco fora de moda. A criatividade aplicada ao engajamento digital irá separar o joio do trigo em 2010.”

Brian Solis, FutureWorks: “2010 será o ano em que os principais profissionais do mercado deixarão de considerar a social media uma categoria distinta da mídia tradicional. E isso conduzirá a uma era em que a tecnologia será utilizada para melhorar a interação e colaboração entre as pessoas, liberando as empresas e agências para focarem seus esforços em formas de engajamento que gerem relações de longo prazo.”


Os três depoimentos acima destacam a necessidade de adoção de uma nova postura de relacionamento com os consumidores na proporção em que as redes sociais e a tecnologia vão sendo incorporadas ao dia-a-dia das pessoas.

Outro ponto interessante, abordado por diversos participantes da enquete, foi a previsão de integração das diversas redes sociais e ferramentas existentes, caminho apontado como uma forma de promover melhoria na colaboração e comunicação entre todos os atores, sejam eles pessoas, empresas, consumidores ou parceiros.


Peter Shankman, Help A Reporter Out: “Iremos incorporar de vez as redes sociais às nossas vidas. E a melhor parte é que não será necessário realizar updates constantes em nossos perfis. Aplicativos farão isso por nós. O FourSquare, por exemplo, irá atualizar automaticamente a sua localização via GPS, e notificar essa  mudança ao Twitter. E este adicionará a tag #fb, e repassará essa informação ao Facebook. E ainda é possivel que nós venhamos a precisar de apenas uma rede social para tudo isso. 2011 será o ano da consolidação desse processo.”

Brian Sibley, Sibley PR: “Nós iremos ver as grandes companhias construírem comunidades para tornar a comunicação mais efetiva em tempos de crise. O caso da Domino´s nos ensinou que, quando se trata de social media, você não pode simplesmente ligá-la a hora que quiser, como uma ferramenta de comunicação tradicional. É importante construir uma sólida rede de tráfego de informação, para poder utilizá-la como um canal de comunicação quando for necessário.”

David Armano, Dachis Group: Além de responder a enquete David Armano aprofundou um pouco mais sua análise, em um post publicado na Harvard Business Review. Armano prognostica que, em 2010, a social media se tornará ainda mais popular, mais móvel, e mais exclusiva.

E que as tendências para o curto prazo que poderemos ver concretizadas já no próximo ano são: a Social Media começará a parecer menos social; as empresas buscarão aumentar a participação na Social Media; os aplicativos e redes sociais se tornarão mais engajadores; as companhias criarão políticas de atuação para a Social Media; o celular se tornará uma das principais ferramentas utilizadas para acessar a Social Media; o conceito de compartilhamento dentro da internet irá se dissociar do email, e ganhará força na social media.


O que esperar e como se posicionar em 2010:

Como vocês puderam perceber, os experts do assunto apontam importantes mudanças no ambiente online em todos os sentidos. A adoção da social media já alcançou níveis globais, e novas possibilidades de integração, comunicação, colaboração e utilização estão surgindo a cada dia.

É essencial que todas as pessoas, que participam de alguma atividade ligada à comunicação, marketing e branding, estejam a par das mudanças que estão ocorrendo, para conseguirem implantá-las no seu dia-a-dia, seja através da relação com amigos, funcionários, parceiros ou clientes.

Postado por Caio Antunes

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