Posts com a Tag ‘facebook’

Um embarque com bilhete só de ida

Um estudo – realizado pelo Centro para Pesquisa de Marketing, na Universidade de Massachusetts, em Dartmouth, MA, nos EUA – com foco nas 500 empresas Fortune, revelou que 60% delas têm presença no Twitter, demonstrando um crescimento de mais de 70% nos últimos 12 meses.

Entre as 10 empresas líderes, 9 postam de forma consistente em suas contas: Wal-Mart, Exxon, Chevron, General Electric, Bank of America, ConocoPhillips, AT&T, Ford e HP. E apenas a 9ª classificada, JP Morgan Chase, não foi localizada no Twitter.

Os dados mostram que a presença no Twitter ocorre em proporção maior do que no Facebook, onde 56% das 500 empresas têm contas ativas.

Na outra ponta, 147 – ou 29% – não têm presença no Twitter, nem no Facebook.

A presença democratizada

Examinando a evolução de forma estratificada, se constata um crescimento mais acelerado da presença entre as empresas de classificação intermediária, tornando mais homogênea a distribuição, com tendência de anular a concentração anterior nos segmentos mais elevados.

O segmento das 100 empresas com melhor classificação, que antes continha 39% do total das Fortune 500 com presença no Twitter, passou a ter 25%. Ao ampliar o grupo para as 200 maiores, que abrigava 58% do total, se observa que nele estão a metade das empresas hoje atuantes. E os outros 50% entre as 300 menores.

Presença => Interação => Engajamento

As 298 empresas com presença no Twitter tiveram examinados os seus tweets, retweets (RTs) e replies (@s),  para determinar o nível de interatividade, considerada a frequência e regularidade na postagem e resposta.

Entre elas, 103 – ou 35% – mantêm as contas atualizadas com notícias e informação, e interação consistente com a audiência na rede social.

O engajamento permanece tímido

Embora tenha ocorrido um expressivo aumento na participação das Fortune 500 no Twitter, observa-se que para 195 – ou 65% das presentes – não há regularidade na interação.

Essa quantidade, somada às 202 ausentes, evidencia que, apesar de 3 entre 5 empresas terem presença no Twitter, e da melhor distribuição nos vários segmentos, apenas 1 entre 5  mantêm interação com consistência e intensidade, de modo a favorecer o engajamento com a audiência.

Ainda há vagas no trem

A realidade exposta no estudo revela um amplo potencial inexplorado. Um elevado número de empresas já embarcou no trem social. Pelos avanços conseguidos até agora, porém, poucas têm chances de uma breve chegada ao destino desejado.

Há vagas para retardatárias em diversos mercados. Principalmente para aquelas que tenham tirado o máximo proveito da experiência das pioneiras, e adquirido competência para estabelecer uma vantagem competitiva que as torne capazes de recuperar o tempo perdido.

A ação objetiva entrega valor

Na implementação da estratégia social, a presença nas principais redes é apenas um passo no longo caminho a ser percorrido pelas empresas para alcançar a audiência que têm como alvo. E que deve ser parte de uma atuação multicanal integrada, para estabelecer um relacionamento duradouro, proveitoso para ambas as partes.

Em meio a tantas opções disponíveis no universo online, as pessoas – mais conectadas do que nunca – buscam, além de informação útil para consumir e compartilhar, experiências impactantes, e recompensas significativas por sua lealdade às marcas.

O sucesso chega aos poucos

O engajamento autêntico, alicerçado na confiança mútua e capaz de se multiplicar por advocacy, não se constrói de um dia para o outro, mas resulta do trabalho sério um dia após o outro.

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Postado por Umberto Ramiz

Rumo do Facebook => Mobile + Local

Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, apresentou ontem a atualização dos aplicativos para acesso à rede social por iPhone e Android.

Ele anunciou que a função Places, de geolocalização, e Groups, que separa os amigos por categoria, passam a funcionar de modo integrado à versão mobile. E introduziu Deals, a nova funcionalidade que possibilitará aos negócios oferecer promoções aos consumidores.

Na primeira fase, o lançamento do Places permitia às pessoas mostrar aos seus amigos o local onde elas estavam, e ver quem estava por perto. Com o Deals em funcionamento, daqui a alguns dias, elas poderão ver quais são as ofertas disponíveis nos locais próximos e compartilhar com os seus contatos.

“Milhões de pessoas estão vivendo suas vidas (através do Places), e os comerciantes queriam se envolver.”, afirmou Emily White, diretora de local no Facebook.

“Nós estamos habilitando os comerciantes a enviar ofertas aos clientes atuais, com expectativa de também atrair novos consumidores†explicou o diretor de monetização no Facebook, Tim Kendall.

Places + Deals = Recompensas sob medida ao consumidor

A inovação do Deals, restrito aos EUA durante a fase inicial de implantação e ajustes operacionais, está em combinar as informações do Places com os interesses e preferências do usuário, acumulados no Facebook.

A integração permitirá aos negócios aderidos dar ao consumidor recompensas personalizadas pelo ‘check-in’, antes da visita. Disparar ofertas instantâneas sob medida, durante a presença no local. E, depois, estimular a sua lealdade, com prêmios atrativos pelo retorno.

O que é o Deals, e como funciona

Neste vídeo, o Facebook dá uma visão panorâmica, abrangendo o significado e funcionamento do Deals:

E, no vídeo seguinte, um roteiro prático para criação de promoções, complementado por este pequeno manual em formato ‘.pdf’:  Deals – A new way to connect with customers

O que muda no cenário

Considerando que 30 milhões de usuários do Facebook teriam experimentado o Places antes do lançamento do Deals, e que 200 milhões de pessoas usam o acesso mobile à rede social, pode-se projetar um enorme potencial de crescimento a ser explorado em relação aos concorrentes mais próximos, como Foursquare, Gowalla, Loopt e Yelp.

Ambos os atores – negócio e consumidor – ingressam em uma nova etapa do mercado dos serviços com base em localização. A participação do consumidor se torna mais ativa, colocando em xeque o modelo anterior, baseado no simples fornecimento de informação e recomendação dos locais visitados, produtos e serviços.

Além disso, observa-se que a chegada mais recente de competidores com propostas diferenciadas, como Shopkick e SCVNGR (Scavenger), trouxe o consenso de que o consumidor merece mais do que apenas badges virtuais em troca da contribuição para o desenvolvimento do negócio que ajuda a promover.

Em paralelo, os serviços locais de compras coletivas, do tipo Groupon, disputam também uma fatia desse bolo, mas sem proporcionar envolvimento significativo entre o consumidor e o negócio. E do sucesso deles, surge a evidência de que os cupons já se tornaram, do ponto de vista do consumidor, uma das mais desejáveis formas de propaganda.

É tempo de reinventar a experiência do consumidor

Com o lançamento do Deals, o Facebook provoca uma confusão temporária no ambiente mobile, e no dos serviços baseados em localização. É cedo para se dimensionar as conseqüências, e até mesmo prever eventuais mortos, feridos e vitoriosos.

É inegável, contudo, a oportunidade para rever a estratégia social, repensar a experiência do consumidor, e criar novos modos de gerar valor para ele em todas as etapas do ciclo de engajamento.

Qual é a sua opinião?

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Postado por Umberto Ramiz

Líder Orkut cresce menos

Orkut permanece na liderança das redes sociais no Brasil pelo critério de visitantes únicos, com crescimento de 30% nos 12 meses anteriores a agosto de 2010, muito inferior aos 86% do Twitter e 479% do Facebook. E abaixo dos 51% correspondentes à média das redes e blogs.

Com o crescimento, o Twitter alcançou audiência de 23% da população brasileira online, o maior índice de penetração no mundo. Mas foi superado pelo Facebook, que cresceu de 1,5 milhão para quase 9 milhões de visitantes em um ano, e passou à terceira colocação.

Uso das mídias sociais no Brasil

Os dados apresentados foram extraídos do estudo divulgado ontem pela comScore sobre o uso das mídias sociais no Brasil, restrito às pessoas que se conectam à Internet de casa ou do trabalho, sem considerar o acesso por computadores públicos, celulares e PDAs.


Lustrando a bola de cristal

Os dados demonstram também que, apesar das altas taxas de crescimento das concorrentes, a distância para elas alcançarem o Orkut é enorme. Facebook tem hoje, no Brasil, 30% da audiência do Orkut.

Se ambos continuassem a crescer à mesma taxa média dos últimos 12 meses, Orkut seria superado pelo Facebook na metade de 2011, que se tornaria assim a maior fonte de tráfego entre as redes sociais em solo tupiniquim.

Até lá, porém, novas tendências afetarão as condições de equilíbrio atuais, levando a balança a pender mais para o lado do Google, do Facebook, ou de algum novo ator emergente no cenário.

Tudo pode acontecer. Qual é o seu prognóstico?

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Orkut mudou, porque você não é sempre igual

Postado por Umberto Ramiz

Você está entre os que deixam de usar aplicativos baseados em localização, como Foursquare e outros, porque não abre mão da sua privacidade?

Ou, quando usa, fica com um pé atrás, preocupado com a sua segurança?

Em qualquer dos dois casos, relaxe…

Glympse identificou a sua necessidade de preservar a intimidade, invadida sempre que publica o local onde está de forma pública a toda a rede de seguidores.

E tornou a geolocalização mais inteligente, provendo a solução para você usufruir uma parte relevante dos benefícios, sem o gosto amargo de ter pago caro ou se arriscado por eles.

Visível só para quem você quer

Você pode decidir, para cada situação, se quer informar a sua localização a uma ou várias pessoas escolhidas, a um grupo, ou todos os participantes da sua rede. E também, se quer compartilhar de forma instantânea por ‘check-in’, ou deseja permitir um monitoramento contínuo por até quatro horas, atualizado em tempo real.

Para saber onde você está, as pessoas selecionadas têm acesso a um mapa dinâmico, com opções de visualização no modo rua ou satélite, e orientação no modo mapa ou viagem. Ele mostra o ponto de partida, o trajeto percorrido, e sinaliza o local aonde está indo. E também informa a hora da partida, velocidade atual, e estimativa de tempo para chegada.

Glympse - iPhone Screenshots

A olhadela (‘glimpse’, em Inglês) é remetida aos destinatários através do aplicativo, disponível para os sistemas operativos iOS (iPad, iPhone, iPod Touch), Android e Windows Mobile, com previsão de alcançar em breve outros tipos de smartphone e tablet.

O envio pode ser por email, SMS, Twitter ou Facebook, dependendo da conveniência dos destinatários escolhidos. E, para ter acesso à informação, o receptor não precisa do aplicativo, mas apenas de um telefone ou computador habilitado para Internet.

Quando você o envia ao Facebook, o Glympse é visualizado no seu mural de notícias, possibilitando acesso à localização em tempo real aos visitantes do perfil.

Glympse - Facebook

‘Branded Utility’

Com funcionalidades distintas dos demais aplicativos baseados em localização, o Glympse não é uma rede social, nem mesmo um game. Não está construído para identificar amigos ou atrações que se encontrem nas proximidades, nem para compartilhar dicas de locais a visitar ou recompensar consumidores.

O vídeo de apresentação vai além do título e dá uma visão ampla dos recursos, que sugerem sinergia na adoção como ‘branded utility‘, por marcas que atuem em determinados segmentos, caso do Turismo, e dos Esportes em que ocorrem deslocamentos físicos com longos percursos.

Posts Recomendados

Para uma visão mais completa, que permita concluir quanto ao ganho de inteligência que o Glympse traz à geolocalização, veja também as publicações anteriores do blog, que tratam de temas correlatos:

‘Checking-in’: A Nova Moeda Social

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Shopkick Torna Realidade Sonhos de Consumidores e Marcas

SCVNGR Desafia e Recompensa Consumidores em 100 Locais

Entre Sem Bater!

Jarbasssss… Cadê o Meu ‘Branded Utility’?!

E compartilhe neste espaço a sua experiência, idéias e comentários, relacionados com aplicativos mobile e de geolocalização que revelem potencial para intensificar o relacionamento e ampliar o engajamento entre consumidores e marcas.

Postado por Umberto Ramiz

Acabou de sair do forno um vídeo produzido para o facebook por uma empresa especializada em social apps, a wildfire interactive, explicando tin tin por tin tin como utilizar as novas “public profiles” do facebook (ex: company pages) para a promoção de marcas.

Vai ser uma mão na roda para muito marketeiro e criativo e promete potencializar o alcance de mensagens relevantes para a base de fãs das marcas (e amigos dos fãs). E é exatamente nesse ponto que muita empresa e agência pode escorregar, então vai lá:

Engagement 101: Spam e repetição transforma lover em hater.
So Be good and wise
. =)

Postado por Bruno Ancona Lopes

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