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	<title>Foreplay Blog - Engajamento Digital - São Paulo/SP &#187; engajamento</title>
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	<description>Blog da Foreplay, agência especializada em Engajamento Digital, de São Paulo, Brasil. Conversamos  sobre a nova comunicação, colaborativa e não-interruptiva, tendências de consumo e o uso de  novas tecnologias para a criação de campanhas inesquecíveis que geram conversas, sorrisos, engajamento e resultados.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 22:27:36 +0000</lastBuildDate>
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		<title>SCVNGR desafia e recompensa consumidores em 1000 locais</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 20:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umberto Ramiz</dc:creator>
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		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[geolocalização]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto você toma conhecimento deste post, SCVNGR (Scavenger) &#8211; em um potente desafio aos seus competidores mais conhecidos, as plataformas de geolocalização Foursquare e Gowalla – acaba de lançar um revolucionário programa de recompensas a consumidores. Na 1ª etapa do programa, iniciada a 29 de julho de 2010, 1000 locais de comércio nos EUA, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.comeoutandplay.org/images/partner_scvngr_big.jpg" alt="" /></p>
<p>Enquanto você toma conhecimento deste post, <a href="http://www.scvngr.com/">SCVNGR</a> (Scavenger) &#8211; em um potente desafio aos seus competidores mais conhecidos, as plataformas de geolocalização Foursquare e Gowalla – acaba de lançar um revolucionário programa de recompensas a consumidores.</p>
<p>Na 1ª etapa do programa, iniciada a 29 de julho de 2010, 1000 locais de comércio nos EUA, em parceria com SCVNGR, passaram a recompensar os consumidores com ofertas de produtos e serviços grátis ou com desconto, em troca de que eles completem desafios customizados para cada marca, público e circunstância.</p>
<p><strong>Desafios e recompensas sob medida</strong></p>
<p>Os jogadores ganham pontos pelos desafios que completam, como postar fotos ou <a href="http://mashable.com/2010/07/20/scvngr-social-checkin/">social checkins</a>. SCVNGR apresenta os negócios desafiantes localizados nas proximidades. A partir daí, é só ajustar a mira nos alvos preferidos. E ir atrás deles, superando os desafios. Durante a caça às recompensas, são fornecidas informações completas do histórico e performance aos participantes.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://cdn.mashable.com/wp-content/uploads/2010/07/7-Rewards-On-Profile.png" alt="" /></p>
<p>A maior marca a participar do lançamento é <a href="http://www.journeys.com/">Journeys</a>, que atua no varejo de calçados. E está oferecendo 10 dólares de desconto aos compradores de lojas em todo o país. Os clientes podem completar desafios instantâneos, como tirar uma foto de seus patins favoritos, e assim acumular os 35 pontos requeridos para ganhar o cupom.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.journeys.com/images/c9/1_485.png" alt="" width="127" height="117" /></p>
<p>Boston Common Coffee Co., com quatro locais em Boston, MA, também aderiu ao programa, e estabeleceu múltiplas alternativas de recompensa, como xícara de café grátis, 50% de desconto em sanduiche no café da manhã, e ofertas casadas de um item grátis mediante a compra de outro. Todas ganhas com pontuação adquirida por completar desafios do jogo. Veja algumas telas do aplicativo, para este caso:</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://cdn.mashable.com/wp-content/uploads/2010/07/3-Info-Tab.png" alt="" /><img src="http://cdn.mashable.com/wp-content/uploads/2010/07/5-Reward-Detail.png" alt="" /></p>
<p><strong>Você não sabe o que não sabe&#8230; até que saiba</strong></p>
<p>As tecnologias de localização estão transformando o modo como nos relacionamos com o mundo, do local ao global, em inúmeras áreas de atividade. E tornando mais dinâmico, proveitoso e cativante esse relacionamento.</p>
<p>Ampliada a percepção da realidade ao nosso redor, inúmeros tesouros, até então inexplorados por desconhecimento e falta de informação, passam a ser encontrados. E as descobertas, compartilhadas, para que sejam desfrutadas por outras pessoas.</p>
<p><strong>Interatividade faz a diferença</strong></p>
<p>Até há pouco tempo desconhecido do grande público, Foursquare, com mais de 2 milhões de usuários, é hoje a maior rede social baseada em localização, que estimula você a explorar o mundo à sua volta, dar dicas sobre locais e atividades, e comentar com os amigos a sua experiência.</p>
<p>Com menos da quinta parte dos usuários, Gowalla adotou uma estratégia de diferenciação, que focaliza os viajantes como target. E os incentiva criar roteiros e documentar pontos de interesse, com o seu toque pessoal, aumentando o envolvimento e a intensidade das interações. Além disso, tem atraído parceiros que contribuem com roteiros e informações especializadas, como National Geographics, Washington Post, USA Today e CNN Money.</p>
<p><strong>Nem só de informação vive o homem&#8230;</strong></p>
<p>Apesar de aparentemente ocupar no mercado o mesmo espaço que Foursquare e Gowalla, SCVNGR criou para si um nicho onde o que mais importa não está em descobrir lugares, enfrentar desafios, acumular pontos e ganhar prêmios.</p>
<p>Por trás do caráter trivial do jogo, está a vantagem competitiva que decorre da sua capacidade única em promover interações envolventes através de uma conexão lúdica com o mundo real. E que eleva a um patamar superior a experiência do consumidor com as marcas favoritas.</p>
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		<title>Macy’s chega à Era Mobile&#8230; de verdade!</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/07/23/macy%e2%80%99s-chega-a-era-mobile-de-verdade/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 15:54:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umberto Ramiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[categoria]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[m-commerce]]></category>
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		<description><![CDATA[As cadeias de lojas de departamentos Macy’s e Bloomingdale’s, ambas do grupo Macy’s Inc., nos EUA, estão lançando os seus novos sites de &#8216;mobile commerce&#8217;. E se tornam pioneiras entre as grandes empresas de varejo em seu país a otimizar o comércio eletrônico para dispositivos móveis. &#8216;Macy&#8217;s Everywhere&#8217; Com o convite &#8220;Encontre-nos em todo lugar&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left">As cadeias de lojas de departamentos Macy’s e Bloomingdale’s, ambas do grupo Macy’s Inc., nos EUA, estão lançando os seus novos sites de &#8216;mobile commerce&#8217;. E se tornam pioneiras entre as grandes empresas de varejo em seu país a otimizar o comércio eletrônico para dispositivos móveis.</p>
<p style="text-align: left"><img class="aligncenter" src="http://www.mobilecommercedaily.com/wp-content/uploads/2010/07/macys-mobile-store.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: left"><strong>&#8216;Macy&#8217;s Everywhere&#8217;<br />
</strong></p>
<p style="text-align: left">Com o convite &#8220;Encontre-nos em todo lugar&#8230; online, na loja ou &#8216;on the go&#8217;!&#8221;, &#8220;Macy&#8217;s Everywhere&#8221; leva o consumidor a uma experiência mais pessoal e imersiva com a marca.</p>
<p style="text-align: left">Além de inovações na pesquisa e compra de produtos, o aplicativo introduz funcionalidades úteis, como aproveitamento instantâneo de promoções especiais, obtenção de cupons de desconto, e geolocalização das lojas físicas próximas com disponibilidade dos itens do seu interesse, em caso de preferência pela retirada imediata.</p>
<p style="text-align: left"><strong>Experiência enriquecida</strong></p>
<p style="text-align: left">Além do tradicional buscador por palavras-chave, existe uma prática opção de pesquisa em que as diversas categorias de produtos deslizam pelo &#8216;touchscreen&#8217;. Ao toque, as categorias se abrem em sub-categorias, complementadas por menus &#8216;drop down&#8217; com as características aplicáveis ao tipo de mercadoria, afunilando a escolha até o item desejado.</p>
<p style="text-align: left">Para compartilhamento da experiência, o consumidor pode avaliar os produtos e consultar a avaliação de outros compradores, além de divulgar os &#8216;achados&#8217; e &#8216;comprados&#8217; através de redes sociais como Twitter e Facebook.</p>
<p style="text-align: center"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PFnTnz07MyU&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/PFnTnz07MyU&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p style="text-align: left"><strong>Privilégios sob medida</strong></p>
<p style="text-align: left">Os clientes frequentes usufruem de ‘checkout’ expresso, fundamental em compras ‘on the road’. E, como prêmio pela lealdade, passam a receber em seus smartphones promoções personalizadas e exclusivas para clientes com o seu perfil, além de terem acesso às ofertas regulares antes do grande público.</p>
<p style="text-align: left"><strong>Ciclo virtuoso: maior engajamento, mais competitividade </strong></p>
<p style="text-align: left">Integrada a uma estratégia multicanal que se beneficia da sinergia entre os diversos pontos de contato, a otimização do &#8216;m-commerce&#8217; melhora a experiência de interação e intensifica o envolvimento com a marca. E constitui vantagem competitiva, que reflete agilidade em sintonizar com a evolução do comportamento do consumidor e antecipar-se à concorrência.</p>
<p>A Era Mobile, até então palco de  ensaios incapazes de gerar resultados significativos, amadurece e passa a apresentar iniciativas que adicionam valor, capazes de elevar a taxa de  conversão de visitantes em clientes leais, e de ampliar a participação no  mercado e a lucratividade do negócio.</p>
<p>E, mais  importante, melhora o posicionamento da marca, estreitando os vínculos  com o consumidor, de modo a obter um real e progressivo engajamento. E, ainda, com a  natural proliferação de &#8216;advocates&#8217; voluntários, multiplica os seus  efeitos através da rede de influência e confiança em expansão.</p>
<p style="text-align: left"><strong>E você, o que está esperando?</strong></p>
<p style="text-align: left">Mesmo não conhecendo com exatidão o retorno sobre o investimento na viagem, várias marcas embarcaram com destino à Era Mobile.</p>
<p style="text-align: left">Entre elas, as mais competentes já evoluem para o estágio de Plenitude, contabilizando os benefícios do efetivo aproveitamento da oportunidade.</p>
<p>Às que continuarem indecisas, restará calcular e absorver os custos e prejuízos da espera pelo próximo trem.</p>
<p style="text-align: left"><img src="/Users/Humberto/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /></p>
<p style="text-align: left"><img src="/Users/Humberto/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /></p>
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		<title>Trilogia da Estratégia Social: Mapa do Engajamento &#8211; II</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/07/08/trilogia-da-estrategia-social-mapa-do-tesouro-do-engajamento-%e2%80%93-ii/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 18:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umberto Ramiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia social]]></category>

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		<description><![CDATA[O artigo introdutório da série enfocou a estrutura e a origem da Trilogia da Estratégia Social, e a sua função de instrumentar as marcas para engajamento do consumidor no ambiente digital. Entendendo o seu consumidor Este segundo post aborda o Socialgraphics &#8211; primeira parte da trilogia &#8211; que possibilita às empresas entender melhor o seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/trilogia2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1801" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/trilogia2.jpg" alt="" width="681" height="269" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.foreplay.com.br/blog/2010/04/27/trilogia-da-estrategia-social-mapa-do-tesouro-do-engajamento-i/" target="_blank">artigo introdutório da série</a> enfocou a estrutura e a origem da <em>Trilogia da Estratégia Social, </em>e a sua função de instrumentar as marcas para engajamento do consumidor no ambiente digital.</p>
<p><strong>Entendendo </strong><strong>o seu consumidor</strong><strong> </strong></p>
<p>Este segundo post aborda o <a href="http://www.slideshare.net/charleneli/understand-your-customers-social-behaviors" target="_blank">Socialgraphics</a><em> &#8211; </em>primeira parte da trilogia &#8211; que possibilita às empresas entender melhor o seu consumidor, a partir do comportamento online, pré-requisito para formulação de uma estratégia social efetiva.</p>
<p>Sem a pretensão de substituir modelos de segmentação tradicionais, como Demographics, Geographics e Psycographics, o Socialgraphics tem, porém, a intenção de complementá-los, levando as marcas a conhecer onde os seus consumidores estão online, como usam as tecnologias sociais, em quem confiam, e qual influência exercem.</p>
<p><strong>Com quantos degraus se faz uma pirâmide</strong><strong>?</strong></p>
<p>Para melhor compreender o Socialgraphics, é útil observá-lo como uma variante teórica do Social Technographics, criado em 2007, por Charlene Li e Josh Bernoff, e convertido em instrumento para implementação do Método POST do Forrester Research, com o objetivo de agrupar os consumidores de acordo com os níveis de participação nas atividades da Web social.</p>
<p>Uma escada é utilizada pelo Social Technographics para representar os níveis de participação. Quanto maior o envolvimento no groundswell, mais alto o degrau correspondente ao grupo.</p>
<p>À semelhança dos degraus da escada, cada camada da Pirâmide do Engajamento corresponde a um nível de relacionamento das pessoas com o conteúdo na Web social. A nova representação visual, porém, agrega o princípio de que os grupos sociais com participação mais relevante têm menor representatividade.</p>
<p><strong><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/piramide.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1802" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/piramide.jpg" alt="" width="683" height="270" /></a></strong>Os grupos, definidos segundo o envolvimento com o conteúdo e os objetivos dos participantes, são:</p>
<p><strong>Observação (Watching):</strong> Consumo da produção de outros, para entretenimento, aprendizado ou apoio em decisões.</p>
<p><strong>Compartilhamento (</strong><strong>Sharing)</strong>: Redistribuição em redes sociais, para apoiar outros e demonstrar conhecimento.<strong> </strong></p>
<p><strong>Comentário (Commenting):</strong> Resposta a produção de outros, para participar e colaborar com idéias e opiniões.</p>
<p><strong>Produção </strong>(<strong>Producing)</strong>: Criação própria e publicação, para expressar identidade, ser ouvido e reconhecido.</p>
<p><strong>Curadoria</strong> (<strong>Curating):</strong> Integração e tratamento, para dar suporte a produto ou comunidade, e ser reconhecido.</p>
<p><strong>No topo, o farol</strong></p>
<p>O Socialgraphics coloca acima do produtor, na camada mais alta da Pirâmide, o curador de conteúdo. É quem filtra, integra e trata a informação, aumentando a sua utilidade para um determinado público. <strong> </strong></p>
<p>Ou, segundo a definição de <a href="http://www.google.com/profiles/scobleizer#about" target="_blank">Robert Scoble:</a> <span style="text-decoration: underline"><em>Um curador é um químico da informação. Combina átomos de modo a construir uma info-molécula. Então adiciona valor àquela molécula. </em></span></p>
<p>Na proporção do valor que agrega à informação, e da credibilidade e do prestígio que acumula, o curador atrai seguidores, conquista a confiança deles, e os influencia com as suas opiniões, em grau superior ao produtor de conteúdo que apenas relata e publica os fatos.</p>
<p><strong>Engajamento sob medida multiplica resultados</strong></p>
<p>Ao fornecer respostas para as questões mais significativas sobre o comportamento dos consumidores online, o Socialgraphics estabelece um quadro referencial para que as marcas<strong> </strong>determinem a espécie de relacionamento a ser cultivado com cada grupo.</p>
<p>E desenvolvam uma estratégia social com ênfase no engajamento de grupos com participação mais relevante, de modo a favorecer o alongamento do ciclo de vida do consumidor, com impacto positivo sobre o ‘customer lifetime value’.</p>
<p>__________________</p>
<p>Nos posts seguintes, serão apresentadas as partes restantes da trilogia:</p>
<p>Parte 2 &#8211; Desenvolvendo uma Estratégia Social.</p>
<p>Parte 3 &#8211; Deixando a sua empresa pronta.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>entre sem bater!</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/05/13/entre-sem-bater/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 22:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umberto Ramiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
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		<description><![CDATA[A publicidade na internet sempre foi vista como uma ferramenta de comunicação intrusiva e pouco imersiva. Em outras palavras, ela sempre incomodou. Banners pipocando na sua frente, palavras piscando, chamadas de ‘clique aqui!’&#8230; tudo tentando desviar sua atenção do conteúdo. Essas táticas de caça à seta do mouse reduziram e limitaram em muito a criatividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/door1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1782" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/door1.jpg" alt="" width="675" height="267" /></a></p>
<p>A publicidade na internet sempre foi vista como uma ferramenta de comunicação intrusiva e pouco imersiva. Em outras palavras, ela sempre incomodou.</p>
<p>Banners pipocando na sua frente, palavras piscando, chamadas de ‘clique aqui!’&#8230; tudo tentando desviar sua atenção do conteúdo. Essas táticas de caça à seta do mouse reduziram e limitaram em muito a criatividade na hora de elaborar campanhas online.</p>
<p>Isso acontecia porque as métricas utilizadas para analisar o desempenho de uma campanha, e em muitos casos até para remunerá-las, sempre foram baseadas no tráfego. Ou seja, quantas pessoas clicaram em determinado banner, ou visitaram um site.</p>
<p><strong>A interação reinventada</strong></p>
<p>Com a chegada de dispositivos mobile como o iPhone e os celulares da plataforma Android, as coisas começam a mudar. E um novas perspectivas se abrem, quando o assunto é publicidade online e interação com o consumidor.</p>
<p>Esses aparelhos, como já pudemos discutir anteriormente <a href="../2010/04/06/jarbasssss-cade-o-meu-%E2%80%98branded-utility%E2%80%99/">aqui</a> e <a href="../2009/12/23/a-era-mobile-chegou-voce-esta-pronto/">aqui</a>, promovem utilidade e permitem uma relação mais próxima com os consumidores, através de uma comunicação em formato mais apropriado, imersivo e com métricas de análise mais ricas.</p>
<p>A mudança é tão significativa que, em vez de publicidade, passamos a chamar esse formato de aplicativos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O consumidor se torna mobile</strong></p>
<p>Diante desse panorama, as marcas têm três desafios.</p>
<p>Um, que é criar aplicativos que sejam, ao mesmo tempo, relevantes para o consumidor e para o negócio; o segundo, utilizar as plataformas, de modo a obter o máximo benefício das tendências relacionadas com os hábitos e as preferências do consumidor; e o terceiro, de aproveitar melhor as oportunidades que integram o consumo à localização.</p>
<p>Estamos vivendo uma mudança radical no modelo de comunicação entre marcas e pessoas. De acordo com <a href="http://mashable.com/2010/05/12/mobile-advertising-study/">David Staas,</a> vice presidente da<a href="http://www.jiwire.com/"> JiWire</a> &#8220;as pessoas têm uma percepção completamente diferente de conteúdo mobile e da publicidade quando estão na rua realizando alguma tarefa se comparado a quando estão em casa ou no escritório. Com quase metade desse público mobile dizendo que eles são mais propensos a se envolver com um anúncio, se torna relevante saber qual a localização da pessoa, e esta é uma oportunidade que as marcas e agências estão rapidamente abraçando.&#8221;</p>
<p><strong>Pepsi ‘on-the-go’</strong></p>
<p>Uma plataforma que está provando ser um terreno fértil para engajar consumidores é o <a href="http://foursquare.com/">Foursquare.</a> Diversas marcas utilizam a geolocalização para oferecer descontos, promoções e respostas diretas a determinadas atitudes dos consumidores.</p>
<p style="text-align: center"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DFXzyJ8mUh4&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/DFXzyJ8mUh4&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p>A  Pepsi se prepara para lançar, no Foursquare, um sistema que informa o consumidor quando ele está próximo de uma loja que vende produtos da marca. O alerta vem acompanhado de ofertas que visam incentivar a pessoa a visitar a loja indicada.</p>
<p>Com isso, a marca poderá descobrir onde, quando, e em que circunstâncias, uma determinado grupo de consumidores está comprando os seus produtos.  Esse tipo de informação permite que a empresa crie novos formatos de relacionamento que se baseiam em fidelidade e exclusividade.</p>
<p>Para os consumidores que não participam do Foursquare, a marca criou o aplicativo <a href="http://www.nytimes.com/2010/04/29/business/media/29adco.html?src=busln">Pepsi Loot</a> que possui a mesma mecânica de funcionamento, mas com foco em restaurantes.</p>
<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/post_imersao2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1773" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/post_imersao2.jpg" alt="" width="667" height="313" /></a></p>
<p>O aplicativo mostra a localização de restaurantes que vendem Pepsi nas proximidades de onde a pessoa se encontra, e ela pode olhar as opções existentes no cardápio. Ao fazer o check-in em algum estabelecimento, o consumidor acumula pontos que pode trocar por downloads de músicas, descontos, ou até mesmo doar para algum projeto social.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Em águas profundas</strong></p>
<p>A crescente ênfase do “aqui e agora” decorrente da associação da mobilidade com a geolocalização, na proporção em que cria um relacionamento que fornece conteúdo com maior valor e conveniência ao consumidor ‘on-the-go’, contribui para aumentar a integração dos universos real e virtual. E torna a experiência com a marca ainda mais imersiva, ao levá-la cada vez mais além da tela dos dispositivos.</p>
<p>Com a chegada do iPhone 4.0 OS, a Apple aprofunda a tendência, e faz do iPhone o dispositivo ideal para a propaganda mobile. Uma característica introduzida no novo sistema operacional possibilita que, após a exibição de um iAd (iPhone Advertising), o aplicativo que estava em execução retorne exatamente ao ponto em que foi deixado, eliminando um dos principais inconvenientes dos anúncios.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>As portas da imersão</strong></p>
<p>Depois do jornal, do rádio, da TV e da internet, todos tendo por característica comum alcançar a audiência com táticas de intromissão, chegamos com o mobile a um formato que cada vez mais possibilita interagir sem incomodar.</p>
<p>Muda o jogo da comunicação entre marca e consumidor. Na porta deste, o “Não perturbe” dá lugar ao “Entre sem bater”.</p>
<p>E da imersão, vem à tona a percepção de amplos horizontes para o relacionamento entre ambos, com mais fidelidade e engajamento do consumidor, para as marcas que não hesitarem diante da oportunidade.</p>
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		<title>Trilogia da Estratégia Social: Mapa do Engajamento &#8211; I</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 17:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Umberto Ramiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[foreplay]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia social]]></category>
		<category><![CDATA[forrester]]></category>
		<category><![CDATA[social strategy]]></category>

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		<description><![CDATA[O Altimeter Group divulgou recentemente a conclusão da Trilogia da Estratégia Social (The Social Strategy Trilogy), criada por Charlene Li e Jeremiah Owyang, que apresenta, em sua parte final, os requisitos para deixar as empresas prontas internamente, a fim de alcançarem sucesso no uso das tecnologias sociais. A trilogia é composta por: Parte 1 - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><em> </em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/trilogia1.jpg"><img class="size-full wp-image-1735 alignleft" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/trilogia1.jpg" alt="" width="682" height="270" /></a>O <a href="http://www.altimetergroup.com/" target="_blank"><em>Altimeter Group</em></a> divulgou recentemente a conclusão da Trilogia da Estratégia Social (<em>The Social Strategy Trilogy)</em>, criada por <a href="http://www.charleneli.com/" target="_blank"><em>Charlene Li</em></a> e <a href="http://www.web-strategist.com/" target="_blank"><em>Jeremiah Owyang</em></a>, que apresenta, em sua parte final, os requisitos para deixar as empresas prontas internamente, a fim de alcançarem sucesso no uso das tecnologias sociais.</p>
<p>A trilogia é composta por:</p>
<p><strong>Parte 1 -</strong> <em>Socialgraphics</em> ajuda você a entender os seus consumidores</p>
<p><strong>Parte 2 -</strong> Desenvolvendo uma Estratégia Social</p>
<p><strong>Parte 3 -</strong> Deixando a sua empresa pronta<strong> </strong></p>
<p><strong>De onde surgiu?</strong></p>
<p>Com a trilogia agora completa, o Altimeter, fundado por Li após a sua saída do <a href="http://www.forrester.com/rb/research" target="_blank"><em>Forrester Research</em></a>, considera equacionada a questão da aplicabilidade do Método POST (<em>The POST Method: A systematic approach to social strategy</em>), proposto por <a href="http://www.forrester.com/rb/analyst/josh_bernoff" target="_blank"><em>Josh Bernoff</em></a> no Forrester em 2007, e que se tornou o ponto crucial do livro <em>“<a href="http://www.forrester.com/Groundswell/book.html" target="_blank">Groundswell: Winning in a World Transformed by Social Technologies”</a></em>, escrito por ambos em 2008, quando ainda atuavam juntos.</p>
<p>O livro analisa o surgimento e a repentina expansão de um fenômeno social que, nos últimos anos, surpreendeu as empresas, colocando de pernas para o ar o relacionamento até então desigual entre elas e os consumidores, baseado na comunicação unilateral antes existente:</p>
<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/quote.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1740" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/quote.jpg" alt="" width="667" height="192" /></a><strong>Em que consiste o POST? </strong></p>
<p>Para obter o almejado sucesso<em>, </em>Li e Bernoff dão a dica:<em> “O maior desafio não está em dominar a tecnologia, ou agradar os consumidores. Está em alcançar um objetivo útil para o negócio; e, feito isso, determinar como medir aquele resultado, para então provar que o esforço valeu a pena.”</em></p>
<p>Antes que se resolva fazer um blog, criar uma página em uma rede social, ou uma comunidade, é preciso definir a estratégia. E esta deve ser estabelecida em função dos objetivos a serem alcançados, que, por sua vez, devem estar focados no que é realmente importante do ponto de vista do negócio: quem são as pessoas a serem atraídas, e em que elas estão interessadas.</p>
<p>Um erro observado com freqüência é a estratégia, que deveria estar focada no consumidor, ser direcionada à ferramenta – Twitter, Facebook, ou outra qualquer – correspondente à tecnologia que se pretende utilizar para alcançá-lo.</p>
<p style="text-align: left">Essa é a essência da metodologia POST: uma abordagem em quatro passos para a estratégia social, cuja sequência Owyang adverte que não pode ser alterada.</p>
<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/post_forrester1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1742" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/post_forrester1.jpg" alt="" width="681" height="320" /></a></p>
<p><strong>O que se pretende com a trilogia?</strong></p>
<p>Atualmente, as tecnologias sociais fazem parte, cada vez mais, do dia-a-dia do consumidor. Avança, por toda parte, a consciência de que a mudança, antes localizada e restrita a alguns pontos, se torna irreversível e irresistível, e já envolve as pessoas comuns, embora com diferentes graus de participação. E, entre elas, muitas das que eram céticas, resistentes ou indiferentes, até há pouco tempo atrás.</p>
<p>Por conseguinte, o grande alcance das mudanças comportamentais do consumidor exige, no âmbito das empresas,  transformações integradas em um modelo organizacional capaz de viabilizar a estratégia social que as elevará ao degrau seguinte.</p>
<p>Surpreendidas por esses fatos e tendências sem precedentes, inúmeras empresas de diversos setores têm tomado a iniciativa de implementar uma estratégia para se tornarem mais sociais, apesar da ainda reduzida disponibilidade de referências para apoiarem as suas decisões.</p>
<p>Na maioria das vezes, a escassa documentação dos casos relatados, quando existente, informa apenas o ‘que foi feito’, mas não revela de modo suficiente o ‘como foi feito’, não orienta quanto às condições prévias requeridas, nem favorece a mensuração dos resultados.</p>
<p>Ao propor a Trilogia da Estratégia Social para solucionar essa questão de alta complexidade, o Altimeter revela o que pode ser considerado o “<em>mapa do tesouro” </em>para indicar às marcas o caminho que devem percorrer, a fim de atingir um autêntico e frutífero engajamento do consumidor.</p>
<p>Nos próximos posts, serão abordadas as partes da trilogia, com a intenção de ampliar o entendimento e facilitar a aplicação.</p>
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		<title>Quer ganhar livros de socialmedia? O presente é seu!</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/03/12/nosso-primeiro-aniversario/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 22:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ancona Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[foreplay]]></category>
		<category><![CDATA[books]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[O blog da Foreplay completa hoje um ano de existência! Nosso foco principal tem sido trazer aos leitores tópicos diversos que possam compor uma visão consistente do que é, como se faz, e em que contribui o engajamento digital para fortalecer e aperfeiçoar o relacionamento entre marcas e consumidores. Não é difícil concluir que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1622" title="post_aniversario" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/post_aniversario.jpg" alt="" width="679" height="290" /></p>
<p>O blog da Foreplay completa hoje um ano de existência! Nosso foco principal tem sido trazer aos leitores tópicos diversos que possam compor uma visão consistente do que é, como se faz, e em que contribui o engajamento digital para fortalecer e aperfeiçoar o relacionamento entre marcas e consumidores.</p>
<p>Não é difícil concluir que a profunda e irreversível transformação no modo como as pessoas interagem umas com as outras, e também com as empresas, permite que os consumidores expressem as suas preferências, e os motivos de satisfação e desagrado, com maior objetividade e ressonância. Então vamos dançar conforme a música!</p>
<p><strong>Para comemorar 1º ano de existência, convidamos você a enviar sugestões e comentários sobre o que gostaria de ver publicado aqui no blog da Foreplay. Qualquer idéia é bem vinda, e as três que considerarmos mais interessantes serão premiadas com um dos nossos livros prediletos.</strong></p>
<p>- <a href="http://www.briansolis.com/2010/01/engage/" target="_blank">Engage! (Brian Solis)</a></p>
<p>- <a href="http://www.amazon.com/Open-Leadership-Social-Technology-Transform/dp/0470597267" target="_blank">Open Leadership (Charlene Li)</a></p>
<p>- <a href="http://www.trustagent.com/" target="_blank">Trust Agents (Chris Brogan)</a></p>
<p>A seleção dos ganhadores será feita no início do mês de Abril. Portanto, fique a vontade para participar quantas vezes quiser, e por favor convide seus amigos e colegas que possam contribuir com ideias, pois quanto mais ideias recebermos, melhor ficará o blog pra todo mundo!</p>
<p>BIG THANKS em nome de toda a equipe da Foreplay pela audiência e participação ao longo desse primeiro ano de atividade do blog!</p>
<p>Abs,</p>
<p><a href="http://twitter.com/anconalopes" target="_blank">@anconalopes</a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>balanceando o relacionamento entre marcas e consumidores</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/03/09/social-crm/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 16:54:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[social crm]]></category>

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		<description><![CDATA[“As mídias sociais não inventaram as conversas, elas simplesmente as amplificaram, conectando os públicos e suas opiniões. Com as ferramentas certas, agora nós podemos detectar estas incrivelmente valiosas conversas onde e quando elas acontecem.” “Ouvir é apenas o começo. Entretanto, como em qualquer coisa, precisamos de um pouco menos de falatório e um pouco mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 30px;"><strong><em>“As mídias sociais não inventaram as conversas, elas simplesmente as amplificaram, conectando os públicos e suas opiniões. Com as ferramentas certas, agora nós podemos detectar estas incrivelmente valiosas conversas onde e quando elas acontecem.”</em></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong><em>“Ouvir é apenas o começo. Entretanto, como em qualquer coisa, precisamos de um pouco menos de falatório e um pouco mais de ação.”</em></strong></p>
<p style="text-align: right;">Jeremiah Owyang e Ray Wang<br class="spacer_" /></p>
<p><strong><br />
 Social CRM: Novas Regras para a Gestão do Relacionamento</strong></p>
<p><a href="http://www.web-strategist.com/" target="_blank">Jeremiah Owyang,</a> <a href="http://blog.softwareinsider.org/" target="_blank">Ray Wang</a> e a equipe da <a href="http://www.altimetergroup.com/" target="_blank">Altimeter</a> divulgaram o white paper <strong>“Social CRM: The New Rules of Relationship Management”</strong>, que aborda a questão do CRM frente aos hábitos atuais dos consumidores.</p>
<p>O estudo parte da dificuldade das empresas em se manter atualizadas com as conversas a seu respeito, e apresenta uma nova forma de fazer CRM capaz de conectá-las com o universo dos consumidores, a partir das Mídias Sociais.</p>
<p><strong>O consumidor em primeiro lugar</strong></p>
<p>Chamado de <strong>Social CRM,</strong> o modelo não tem como objetivo substituir os atuais esforços de CRM das empresas, mas sim de servir como um novo canal na relação ‘consumidor – empresa’, capturar as conversas e reconhecer a relevância delas para o negócio.</p>
<p>Em um ambiente que se baseia cada vez mais em plataformas colaborativas, é fundamental que as empresas consigam se aproximar dos seus consumidores e ouçam o que eles têm a dizer.</p>
<p><strong>O melhor caminho <br />
 </strong></p>
<p>Para facilitar a implantação de programas de Social CRM por parte das empresas, a Altimeter definiu 18 casos de possibilidades de uso capazes de agregar valor ao negócio, envolvendo consumidores e empresas com problema, objetivo e fornecedores habilitados a prover soluções integradas de Social CRM para cada caso.</p>
<p>No diagrama a seguir, você confere o processo de funcionamento do Social CRM dividido em cinco etapas denominadas 5M´s:</p>
<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/tabela_post4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1615" title="tabela_post" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/tabela_post4.jpg" alt="" width="681" height="847" /></a>Para entender melhor a abordagem do estudo e a utilidade das ferramentas de Social CRM, leia o white paper.</p>
<p style="text-align: center;">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="477" height="510" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayerd.swf?doc=socialcrmthenewrulesofrelationshipmanagement-100304181215-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=social-crm-the-new-rules-of-relationship-management" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="477" height="510" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayerd.swf?doc=socialcrmthenewrulesofrelationshipmanagement-100304181215-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=social-crm-the-new-rules-of-relationship-management" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p style="text-align: center;">View more documents from <a href="http://www.slideshare.net/jeremiah_owyang">Jeremiah Owyang</a>.</p>
<p><strong>Em busca do empate</strong></p>
<p>Embora o processo deva ser iniciado sempre pelo Monitoramento (ou Listening), a prioridade e a ênfase das diversas etapas devem ser determinadas de modo a compor um roteiro baseado nas necessidades específicas de cada empresa.</p>
<p>Enquanto isso, no cenário projetado, as marcas, surpreendidas e hoje momentaneamente em desvantagem após a virada do jogo a favor do consumidor, prosseguem na corrida pela (re)conquista dos corações e mentes, com um olho no presente e o outro no futuro. E, a partir de agora, com o reforço do Social CRM.</p>
<p>Nessa disputa, o engajamento simboliza o empate, que beneficia a ambos, marca e consumidor.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>top 7 virais do mês de fevereiro</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/03/05/top-7-virais-do-mes-de-fevereiro/</link>
		<comments>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/03/05/top-7-virais-do-mes-de-fevereiro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 15:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[buzz]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[virais]]></category>

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		<description><![CDATA[Fevereiro chegou ao fim, levando embora as histórias de Carnaval e o calor, mas antes de virarmos a página, segue a lista dos vídeos que mais se destacaram na web durante o segundo mês de 2010. OK Go! – To This Shall Pass Lembra da abertura do programa Rá tim bum? Pois bem, a banda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fevereiro chegou ao fim, levando embora as histórias de Carnaval e o calor, mas antes de virarmos a página, segue a lista dos vídeos que mais se destacaram na web durante o segundo mês de 2010.</p>
<p><strong>OK Go! – To This Shall Pass</strong></p>
<p>Lembra da abertura do<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Z3hMfPhVKak" target="_blank"> programa Rá tim bum?</a> Pois bem, a banda norte americana <a href="http://www.okgo.net/" target="_blank">Ok Go!</a> em parceria com o grupo <a href="http://syynlabs.com/" target="_blank">Syyn Labs</a> fez o clipe da música To This Shall Pass com uma engenhoca semelhante a apresentada na vinheta do programa infantil.</p>
<p>Essas máquinas são chamadas de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rube_Goldberg_machine" target="_blank">Rube Goldberg Machines</a>, em homenagem ao cartunista americano <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rube_Goldberg" target="_blank">Reuben Lucius Goldberg</a><strong> </strong>que criou uma série de ilustrações para o personagem <a href="http://digitalassets.lib.berkeley.edu/moac/ucb/images/brk00001451_20a_k.jpg" target="_blank">Professor Butts</a>, um cientista que inventava máquinas que realizavam tarefas simples de maneiras muito complexas como o famoso <a href="http://www.lib.berkeley.edu/MRC/rube_napkin.gif" target="_blank">“Self-Operating Napkin”</a>.</p>
<p>O clipe foi filmado dentro de dois galpões de Los Angeles e a produção de toda estrutura durou alguns meses. O resultado final você vê abaixo.</p>
<p><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qybUFnY7Y8w&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/qybUFnY7Y8w&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>A Brief History of Prety Much Everything</strong></p>
<p>Esse vídeo é “A” animação de canto de caderno. Feita por Jamie Bell como trabalho de conclusão para seu curso de artes, esse flipbook que conta a história do planeta Terra e de nós seres humanos, levou 3 semanas para ser concluído e consumiu 2100 páginas de cerca de 50 caderno de anotações.</p>
<p><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gNYZH9kuaYM&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/gNYZH9kuaYM&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Windows Phone 7</strong></p>
<p>O Windows entrou de vez no mercado mobile com o aparelho Windows Phone 7 Series, apresentado no filme abaixo. O celular foi lançado no <a href="http://www.mobileworldcongress.com/index.htm" target="_blank">Mobile World Congress</a> realizado em Barcelona entre os dias 15 e 18 de fevereiro.</p>
<p><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7IOTrqlz4jo&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/7IOTrqlz4jo&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Google Parisian Love</strong></p>
<p>O vídeo abaixo é um comercial criado pelo Google e que acabou sendo veiculado no intervalo do Super Bowl. Intitulado de “Parisian Love” o filme mostra a história de um americano que encontra o amor em Paris ajudado pela ferramenta de busca do Google. O vídeo faz parte da campanha <a href="http://www.youtube.com/user/SearchStories" target="_blank">Search Stories que pode ser conferida dentro do Youtube</a>.</p>
<p><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nnsSUqgkDwU&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/nnsSUqgkDwU&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Audi Green Police</strong></p>
<p>A Audi lançou o comercial abaixo durante o Superbowl para divulgar o Audi a3 TDi clean diesel considerado o carro verde do ano. O filme <a href="http://www.cbsnews.com/blogs/2010/02/08/politics/politicalhotsheet/entry6186859.shtml" target="_blank">gerou certa polêmica nos Estados Unidos</a> por conta da abordagem utilizada. Assista e tire suas próprias conclusões.</p>
<p><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Wq58zS4_jvM&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/Wq58zS4_jvM&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Doritos Crash Superbowl</strong></p>
<p>A Dorito’s realizou o concurso <a href="http://www.crashthesuperbowl.com/" target="_blank">Crash the Super Bowl</a> que premiou o melhor comercial criado por consumidores com 1 milhão de dólares, além de veiculá-lo no intervalo da final do futebol americano. O ganhador você confere abaixo.</p>
<p><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4rsEnwKrsvc&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/4rsEnwKrsvc&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Gorillaz Stylo</strong></p>
<p>A banda Gorillaz lançou recentemente seu novo álbum, chamado de Plastic Beach. A divulgação do CD contou com um game muito bem feito, disponível dentro do <a href="http://gorillaz.com/" target="_blank">site oficial da banda</a>. O vídeo abaixo traz o clipe da música Stylo que teve premiere de lançamento dentro do Youtube e conta com a participação do ator Bruce Willis que persegue os personagens 2D, Noodle, Russel e Murdoc.</p>
<p><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/h9vAOzYz-Qs&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/h9vAOzYz-Qs&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>persuasão: arma para o engajamento</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/03/04/persuasao-arma-para-o-engajamento/</link>
		<comments>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/03/04/persuasao-arma-para-o-engajamento/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 14:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[exército]]></category>
		<category><![CDATA[influência]]></category>
		<category><![CDATA[persuasão]]></category>
		<category><![CDATA[presença online]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.foreplay.com.br/blog/?p=1543</guid>
		<description><![CDATA[Na prática, o que significa engajamento, para a sua marca? Ou trocando em miúdos, para tornar mais objetiva a questão e facilitar o seu entendimento, você já tem respostas para as seguintes perguntas: 1) Qual é o perfil do seu consumidor potencial? Quais são os valores, necessidades, desejos e interesses dele? 2) Considerado o perfil, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na prática, o que significa engajamento, para a sua marca? </strong></p>
<p>Ou trocando em miúdos, para tornar mais objetiva a questão e facilitar o seu entendimento, você já tem respostas para as seguintes perguntas:</p>
<p>1) Qual é o perfil do seu consumidor potencial? Quais são os valores, necessidades, desejos e interesses dele?</p>
<p>2) Considerado o perfil, que fatores são significativos para que o consumidor se identifique com a sua marca?</p>
<p>3) Quais desses fatores podem vir a ser alvo de ações da sua marca orientadas à persuasão do consumidor? E que resultados se poderiam esperar?</p>
<p>4) De que modo todas essas constatações podem influenciar a estratégia de relacionamento entre a sua marca o consumidor, de modo a obter engajamento?</p>
<p><strong>E só para complicar&#8230; </strong></p>
<p>Imagine se, à primeira vista, a sua marca ou produto não fosse a opção mais atrativa para o consumidor.</p>
<p><strong>“I Want You!” não funciona mais</strong></p>
<p>Um bom exemplo, que vale a pena ser analisado a partir dos questionamentos acima é o do exército. Antigamente, a carreira militar era vista com bons olhos pelos jovens. É comum conhecermos alguém mais velho que serviu o exército. Eles tomavam essa decisão influenciados por histórias de batalhas, heróis de guerra, filmes épicos e toda a mística que envolvia a carreira militar.</p>
<p><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2VymosPfhdM&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/2VymosPfhdM&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/A8-ZWgUtqfo&amp;NR=1&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/A8-ZWgUtqfo&amp;NR=1&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p>Com o tempo, discursos como os dos vídeos acima perderam força, e a opção do exército foi sendo deixada de lado pelos mais jovens. Além disso, aspectos controvertidos do envolvimento das forças armadas na história de diversos países nas últimas décadas, incluindo a falta de consenso sobre a participação em guerras e elevadas perdas de vidas humanas, contribui para a maior dificuldade em convencer hoje um garoto de 18 anos de que o exército seja uma boa carreira.</p>
<p>A fim de que um jovem sinta motivação real para servir o exército da sua pátria, ele tem que conhecer o funcionamento da instituição. E, o mais importante, precisa se identificar com o propósito, e sentir que lá é o lugar perfeito para a concretização dos seus próprios ideais.</p>
<p>Ou seja, é fundamental que se estabeleçam as bases para um forte envolvimento mútuo.</p>
<p><strong>Novas armas são precisas</strong></p>
<p>Exércitos de muitos países perceberam isso e, inspirados na onda dos jogos de guerra e estratégia, lançaram plataformas de presença online que contam com games de última geração e diversos conteúdos interativos relacionados. Tudo isso para criar uma relação baseada na credibilidade, na verdade e na persuasão.<strong></strong></p>
<p>O maior exemplo disso é o US Army, como se poderia imaginar. O <a href="http://www.youtube.com/user/soldiersmediacenter?blend=1&amp;ob=4&amp;rclk=cti" target="_blank">canal deles no YouTube</a> tem mais de dois mil vídeos, e o <a href="http://www.goarmy.com/" target="_blank">site oficial</a> é recheado de interações e features que prendem o usuário dentro do universo militar. Existe até o jogo oficial do exército americano. Chamado de <a href="http://www.americasarmy.com/aa3.php" target="_blank">America&#8217;s Army</a>, o jogo transporta você para a pele de um soldado que encara todas as fases de um treinamento militar real.</p>
<p><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9DTQqdFdlas&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/9DTQqdFdlas&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p>Outro belo exemplo são os sites das forças armadas suecas. Desde 2008, <a href="http://www.ddbstockholm.se/" target="_blank">a agência DDB, de Estocolmo</a>, na Suécia, cria páginas que abusam da interatividade. Através de testes de atenção, concentração e inteligência, o usuário descobre e avalia as suas aptidões para a carreira militar. <a href="http://team.forsvarsmakten.se/english/" target="_blank">O site</a> a cada ano que passa se torna ainda mais completo e estimulante.</p>
<p><strong>Interatividade até debaixo d’água</strong></p>
<p>Já a <a href="http://www.defencejobs.gov.au/submariners/" target="_blank">marinha australiana</a>, para incentivar o alistamento, criou um <a href="http://www.defencejobs.gov.au/submariners/oceanrecon.aspx" target="_blank">site interativo</a> onde o visitante conhece o funcionamento de um submarino e pode realizar tarefas e provas que simulam com veracidade um dia-a-dia a bordo.</p>
<p>O site <a href="http://wechoosethemoon.org/" target="_blank">We Choose The Moon</a> segue essa mesma linha. Lançado no ano passado para celebrar os 40 anos da viagem da Apollo 11 à Lua, o site foi considerado pelo <a href="http://www.thefwa.com/" target="_blank">FWA</a> o melhor de 2009 e atraiu milhões de pessoas que acompanharam a simulação dos 11 estágios da missão através de fotos, filmes e depoimentos em áudio disponibilizados pela NASA.</p>
<p>O projeto que foi uma iniciativa do Museu e Biblioteca John F. Kennedy ainda utilizou o <a href="http://twitter.com/ap11_spacecraft" target="_blank">Twitter</a> e o <a href="http://apps.facebook.com/wechoosethemoon/" target="_blank">Facebook</a> para interagir com os internautas.</p>
<p><strong>Acerte o seu tiro bem no alvo </strong></p>
<p>Converter jovens em soldados, astronautas ou oficiais da marinha é provavelmente um desafio maior do que conquistar consumidores para a sua marca. Os sites apresentados evidenciam que estratégias de engajamento digital devem levar em conta os conhecimentos, pensamentos, emoções, sonhos, motivações e objetivos, que influenciam as decisões no ambiente online.</p>
<p>Portanto, busque sempre conhecer a fundo as pessoas com quem você está lidando, e a partir dessas constatações ficará mais fácil criar experiências interativas marcantes, que sejam instrumentos de persuasão efetivos, e se tornem uma arma poderosa para aumentar a confiança e obter o engajamento do consumidor.</p>
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		<item>
		<title>Entrevista: Eric T. Peterson, Web Analyst</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/01/27/entrevista-eric-t-peterson-web-analyst/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 16:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ancona Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[foreplay]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Eric T. Peterson]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[web analytics]]></category>

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		<description><![CDATA[O impacto da contínua ascensão da Internet sobre a comunicação e os negócios elevou a importância do relacionamento entre marcas e consumidores. A partir de então, o Engajamento do Consumidor ganhou uma nova abordagem, focada no ambiente digital, e tornou-se objeto de estudos mais sérios e aprofundados, com o uso progressivo de Web Analytics, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/eric_peterson.jpg"><img class="size-full wp-image-1511 alignleft" title="eric_peterson" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/eric_peterson.jpg" alt="" width="692" height="273" /></a></p>
<p>O impacto da contínua ascensão da Internet sobre a comunicação e os negócios elevou a importância do relacionamento entre marcas e consumidores.</p>
<p>A partir de então, o Engajamento do Consumidor ganhou uma nova abordagem, focada no ambiente digital, e tornou-se objeto de estudos mais sérios e aprofundados, com o uso progressivo de Web Analytics, um instrumental de análise quantitativa e mensuração de resultados para iniciativas online.</p>
<p>O recente <a href="http://www.foreplay.com.br/files/Relatorio_%20Engajamento_%20digital%202010_pt.pdf" target="_blank">Relatório de Engajamento Digital do Consumidor</a>, da <a href="http://www.cscape.com/Pages/default.aspx" target="_blank">cScape</a> e <a href="http://econsultancy.com/" target="_blank">Econsultancy</a>, apontou que uma das dificuldades dos profissionais de marketing reside em como avaliar e mensurar os resultados de ações online.</p>
<p>Em meio a essas circunstâncias e devido ao perfil variado do leitor do nosso blog, nós tentamos estabelecer contato com o vasto conhecimento de <a href="http://twitter.com/EricTPeterson" target="_blank">Eric T. Peterson</a> de uma forma que pudesse satisfazer a ambos, iniciantes e experts, igualmente.</p>
<p>Eric Peterson é uma autoridade em Web Analytics e Mensuração Digital. Fundador do grupo de consultoria global <a href="http://www.webanalyticsdemystified.com/" target="_blank">Web Analytics Demystified</a> e autor de três livros sobre o assunto, ele frequentemente se apresenta em conferências no mundo inteiro. É uma honra compartilhar os pensamentos de Eric nessa entrevista exclusiva para o blog da Foreplay.</p>
<p><strong>Bruno:</strong> <strong>Quais são as principais razões para os profissionais de Marketing utilizarem a Web Analytics?</strong></p>
<p>Eric: Simplesmente para avaliar se as suas idéias realmente se traduzem em valor tangível para o negócio nos canais digitais. Em vez de despejar dinheiro no AdWords, impressões, ou qualquer que seja a “<strong>next big thing</strong>”, profissionais de Marketing inteligentes estão adotando uma abordagem mais baseada nos dados, e utilizando Web Analytics para avaliar seus esforços de maneira detalhada, procurando por métricas tradicionais de sucesso, como receita.</p>
<p><strong>Bruno: Como pode a Web Analytics ajudar as empresas a calcular o ROI para os esforços em Mídias Sociais?</strong></p>
<p>Eric: Esta é uma pergunta mais difícil, para a qual não estou certo de que eu tenha uma resposta excelente. As Mídias Sociais hoje estão bastante fragmentadas. Por essa razão, a mensuração das Mídias Sociais é fragmentada de modo similar e, dado que os sistemas de Web Analytics predominantes são focados fundamentalmente no site, esses sistemas, em grande parte, falham em capturar e reportar o panorama geral.</p>
<p>Por exemplo, você pode usar <a href="http://www.omniture.com/en/" target="_blank">Omniture</a> para avaliar seus esforços no Twitter com muita facilidade&#8230; usuários estão sendo transferidos para o seu site a partir do <a href="http://hootsuite.com/" target="_blank">HootSuite</a>, <a href="http://twitter.com/" target="_blank">Twitter.com</a>, ou <a href="http://tweetmeme.com/" target="_blank">TweetMeme</a>. Mas quando eles vêm de uma aplicação como o <a href="http://www.atebits.com/tweetie-iphone/" target="_blank">Tweetie</a> ou <a href="http://www.tweetdeck.com/" target="_blank">Tweetdeck</a>, a menos que você tenha codificado cuidadosamente os seus links, a informação é simplesmente perdida.</p>
<p><span id="more-1484"></span></p>
<p><strong>Bruno: Qual é o melhor meio de integrar as métricas das propriedades online com as métricas da Internet Social e outras plataformas, mais as métricas do Marketing tradicional?</strong></p>
<p>Eric: Ah, uma excelente pergunta, para a qual não tenho resposta imediata. De fato, não estou certo de que <em>alguém</em> saiba o “melhor modo” de integrar dados do próprio site com dados de sites de terceiros, pelo menos não ainda. Eu já vi algumas tecnologias incríveis para tentar solucionar esse problema, mas em geral o desafio está nos dados fundamentais, que geralmente são bastante desorganizados, para dizer pouco. Acrescente a isso o fato de que as coisas realmente interessantes nas Mídias Sociais são os aspectos qualitativos, não os quantitativos, e você começará a entender o desafio.</p>
<p>A boa notícia é que o meu parceiro <a href="http://twitter.com/Johnlovett" target="_blank">John Lovett</a> está trabalhando em um <em>whitepaper</em> com <a href="http://twitter.com/jowYang" target="_blank">Jeremiah Owyang</a> do <a href="http://www.altimetergroup.com/" target="_blank">Altimeter Group</a>, indiscutíveis experts em Mídias Sociais, na minha opinião. Deveremos ter uma resposta melhor no formato de um <em>whitepaper</em> grátis, lá pelo início de março.</p>
<p><strong>Bruno: Como você avalia os resultados obtidos atualmente através do uso das ferramentas de Web Analytics para análise das variáveis qualitativas relacionadas com o comportamento do consumidor? De que maneira você pensa que essas ferramentas poderiam ser melhor utilizadas e/ou melhoradas?</strong></p>
<p>Eric: No ano passado, escrevi dois <em>whitepapers</em> envolvendo algo que eu chamo de “Ecossistema de Otimização de Websites”, que é essencialmente a convergência de ferramentas qualitativas e quantitativas para desenvolver e atuar de acordo com uma visão mais completa dos visitantes e consumidores online. Eu adoro ver dados tradicionais de Web Analytics integrados à Voz do Consumidor da <a href="http://www.foreseeresults.com/" target="_blank">ForeSee Results</a> ou <a href="http://www.opinionlab.com/index.html" target="_blank">OpinionLab</a>, ou dados de Experiência do Consumidor da <a href="http://www.tealeaf.com/" target="_blank">Tealeaf</a>. Ter ambas visões pode melhorar de modo impressionante a capacidade de aprofundar a análise e responder questões.</p>
<p>Seus leitores podem baixar esses documentos sobre o Ecossistema através do meu <a href="http://www.webanalyticsdemystified.com/content" target="_blank">website</a>.</p>
<p><strong>Bruno: Como você julga a contribuição do seu “Modelo de Engajamento do Visitante” para a área? Ele é considerado um trabalho definitivo, ou poderia ser aprimorado com base em novos insights e descobertas recentes?</strong></p>
<p>Eric: Pergunta interessante. Como nós publicamos o modelo abertamente e sem custo no nosso <a href="http://www.webanalyticsdemystified.com/content" target="_blank">white paper</a>, eu perdi a conta das companhias que o adotaram. As que eu sei que adotaram aparentemente estão indo muito bem, utilizando o modelo em adição às suas outras métricas web (conversão, receita, leads, etc.).</p>
<p>Se o modelo poderia ser refinado? Claro! A razão pela qual nós o publicamos abertamente é abri-lo para a colaboração e melhorias de outras pessoas. Eu nunca sugeri que meu cálculo de Engajamento do Visitante era “definitivo” ou “perfeito”&#8230; mas no geral eu estou satisfeito de ver que até os detratores mais veementes do modelo acabaram integrando métricas de “engajamento” em suas aplicações.</p>
<p><strong>Bruno: Que avanços têm sido vistos no entendimento da Web Analytics e na sua aplicabilidade para os profissionais de Marketing? Qual tem sido a contribuição de “Web Analytics Demystified” para esse propósito?</strong></p>
<p>Eric: Wow, onde eu começo? Trabalhei 12 anos no setor, e a maior parte do tempo estive na linha de frente construindo implementações, respondendo perguntas, fazendo apresentações etc. Mas talvez o mais importante seja que eu fundei o <a href="http://www.webanalyticsassociation.org/en/forums/index.asp" target="_blank">Web Analytics Forum</a>, no Yahoo Groups (que deleguei à <a href="http://www.webanalyticsassociation.org" target="_blank">Web Analytics Association</a>, há alguns anos), o <a href="http://www.webanalyticsdemystified.com/wednesday/" target="_blank">Web Analytics Wednesday</a>, e mais recentemente o <a href="http://www.analysis-exchange.com" target="_blank">Analysis Exchange</a>, que é uma solução para o problema de pessoal no longo prazo, que existe em todo o nosso setor.</p>
<p>Afinal, meu objetivo sempre foi conseguir que empresas e indivíduos fizessem escolhas melhores sobre como investir em canais conectados. Mobile, social, Web fixa, ou qualquer outra coisa que vier em seguida.  Meu trabalho, e o trabalho dos meus parceiros tem sido batalhar por dar o maior retorno possível à sociedade, e só o tempo dirá se fizemos um bom trabalho.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.webanalyticsdemystified.com/content/books.asp" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1518" title="books" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/books1.jpg" alt="" width="667" height="142" /></a></p>
<p><strong>Bruno: Você lançou recentemente a versão beta aberta do <a href="http://www.twitalyzer.com/" target="_blank">Twitalyzer</a>, uma plataforma de análise de influência para o Twitter, com mais de 15 parâmetros calibrar que detectam a extensão da presença e influência de alguém na mídia de mensagens curtas. Como você pensa que as pessoas e as empresas possam aproveitar melhor o poder dessa ferramenta?</strong></p>
<p>Eric: Simplesmente usando-a e levando em consideração os dados que apresentamos. A nova versão permite que usuários estabeleçam metas, faz recomendações, coloca a atividade em um contexto e mais uma dúzia de outras coisas que minha experiência como um praticante de web analytics <em>confirma</em> para mim que serão valiosas para qualquer dono de negócio ou expert em mídias sociais que esteja tentando aproveitar ao máximo as mídias de mensagens curtas.</p>
<p><strong>Bruno: Quais são as principais características e benefícios da terceira geração de ferramentas de análise digital? Você crê que os profissionais de Marketing a verão como um instrumental para aumentar a relevância do seu trabalho, ou apenas como um experimento qualquer?</strong></p>
<p>Eric: Para fazer uso da terceira geração de ferramentas de Web Analytics eu descrevi em meu white paper <a href="http://www.webanalyticsdemystified.com/downloads/Web_Analytics_Demystified_SAS_Revolution.pdf" target="_blank"><em>The Coming Revolution in Web Analytics</em></a> como a maioria das empresas precisam submeter-se a uma grande mudança de paradigma, pelo menos no que diz respeito ao seu uso de dados coletados na web. Nós criamos esse problema anos atrás ao vender para empresas a idéia de que “Web Analytics é fácil”, o que se revelou uma mentira. Para se fazer o uso mais impressionante, mais valioso e mais impactante de qualquer solução de Web Analytics, independente da geração, <em>você tem que estar comprometido com o esforço.</em></p>
<p>O problema é que a maioria das empresas não estão comprometidas. Elas acreditam nos bloggers e evangelistas que dizem: “Tudo isso é magnífico, fácil e maravilhoso”, e falham na hora de fazer os investimentos necessários em pessoas e processos de negócios. Os resultados normalmente são gráficos bonitos e nenhum valor tangível ou reproduzível. Com a terceira geração de ferramentas, os gráficos bonitos também vão embora.</p>
<p>Então, se você não estiver muito determinado a se esforçar pela Web Analytics, meu conselho é: nem tente. Continue fazendo o que você está fazendo&#8230; mas saiba que seu competidor vai entender direito a mensuração digital, e provavelmente lhe dar uma surra com os insights que ele conseguir.</p>
<p><strong>Bruno: Quais autores, blogs e publicações você recomenda, para leitores iniciantes e avançados, como fontes de informação para complementar o seu próprio trabalho?</strong></p>
<p>Eric: Ah, eu sou o pior para responder essa pergunta! Gosto muito do <a href="http://twitter.com/adamgreco" target="_blank">Adam Greco</a> e <a href="http://twitter.com/garyst3in" target="_blank">Gary Stein</a> para conceitos mais técnicos, meus sócios <a href="http://twitter.com/aureliePols" target="_blank">Aurelie</a> e <a href="http://twitter.com/Johnlovett" target="_blank">John</a> para estratégia, e algumas vezes leio o <a href="http://twitter.com/AvinashKaushik" target="_blank">Avinash Kaushik</a>, pois ele obtém comentários realmente maravilhosos e apaixonados da sua audiência. Livros que eu recomendo são <a href="http://www.madetostick.com/" target="_blank">Made to Stick</a><em>,</em> do Chip e do Dan Heath, <a href="http://www.konfide.com.br/marketing-digital/livros/livro-free-chris-anderson-o-futuro-dos-precos.html" target="_blank"><em>Free</em> <em>– O Futuro dos Preços</em></a>, do Chris Anderson, o <a href="http://www.ediouro.com.br/supercrunchers/olivro.asp" target="_blank"><em>SuperCrunchers: Por Que Pensar Com Números e a Nova Maneira de Ser Inteligente</em></a>, do Ian Ayres, e qualquer coisa do <a href="http://www.tomdavenport.com/" target="_blank">Tom Davenport.</a></p>
<p><strong>Bruno: </strong><strong>Muito obrigado pela entrevista, Eric! </strong></p>
<p>Eric: Foi um prazer! Por favor, deixe que seus leitores saibam que temos uma grande quantidade de conteúdo para profissionais de Web Analytics e Marketing em nosso website <a href="http://www.webanalyticsdemystified.com/" target="_blank">Web Analytics Desmystified</a>, o <a href="http://www.analysis-exchange.com" target="_blank">Analysis Exchange</a> atualmente está aberto a novos membros e o <a href="http://twitalyzer.com" target="_blank">Twitalyzer</a> é e sempre será gratuito.</p>
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		<title>Nike True City eleva o engajamento ao nível seguinte</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 21:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[app]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<category><![CDATA[nike]]></category>
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		<category><![CDATA[true city]]></category>

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		<description><![CDATA[A Nike é uma das marcas mais conhecidas do mundo. O swoosh e a assinatura Just do it são apenas alguns exemplos de como a Nike ditou a forma de se comunicar com consumidores nas últimas três décadas. O slogan Just do it sempre foi visto como algo maior, tanto que ele se tornou parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1471 alignleft" title="Nike True City" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/truecity2.jpg" alt="" width="681" height="266" /></p>
<p>A Nike é uma das marcas mais conhecidas do mundo. O <strong>swoosh</strong> e a assinatura <strong>Just do it</strong> são apenas alguns exemplos de como a Nike ditou a forma de se comunicar com consumidores nas últimas três décadas.</p>
<p>O slogan Just do it sempre foi visto como algo maior, tanto que ele se tornou parte de uma afirmação social e cultural com intenção de melhorar a vida das pessoas. Na época em que foi criado, o poder das palavras e conceitos nas mídias de massa era enorme, e serviam como combustível para alavancar e fortalecer a identidade das marcas.</p>
<p>O tempo passou, e hoje vivemos em outra realidade, com novos padrões de comportamento, relacionamento e consumo.</p>
<p><strong>Mudança de visão</strong></p>
<p>Em 2006, <a href="http://twitter.com/FakeDanWieden" target="_blank">Dan Weiden</a>, um dos donos da agência <a href="http://www.wk.com/" target="_blank"><em>Weiden &amp; Kennedy</em></a> que atende a Nike, afirmou que a empresa percebeu a mudança e começou a investir em comunidades online. Desse esforço surgiu a plataforma <strong>Nike+</strong>, que mudou a maneira de se fazer comunicação.</p>
<p>O Nike+ foi criado pela agência americana <a href="http://www.rga.com/" target="_blank">RGA</a> e é mais que uma simples campanha, é a junção do hábito de correr com a música, feita através do iPod e dos tênis da Nike. É uma estratégia criada por uma agência digital que virou produto e impactou diretamente o negócio da Nike.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/G08YOptTHtQ&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/G08YOptTHtQ&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p>No Nike+ você programa seu treino através do iPod, e um sensor dentro do tênis recebe informações como o tempo restante de corrida e o progresso realizado. Ao término do treino, é possível sincronizar o iPod, e enviar os dados para o <a href="http://nikerunning.nike.com/nikeos/p/nikeplus/en_GB/" target="_blank">site</a>, que os apresenta de forma lúdica e visual. Ali fica armazenado um histórico de desempenho com metas e resultados, e todas as informações podem ser compartilhadas.</p>
<p>Com isso, o site se tornou uma comunidade global de corredores que competem e trocam informações online. Basicamente, a Nike criou o maior clube de corrida do mundo, e para isso ela simplesmente aliou a tecnologia a um comportamento que já existia há mais de 30 anos.</p>
<p><strong>Receita de sucesso</strong></p>
<p>Depois do Nike+, agências e clientes perceberam o potencial existente no marketing digital para criar um engajamento duradouro com os consumidores.</p>
<p>Mas a empresa não parou por aí e continuou a investir em diversificar as possibilidades de conexão com seu público. Criou a comunidade<a href="http://ballersnetwork.com/" target="_blank"><strong> <em>Ballers Network</em></strong></a> focada em basquete e que contempla desde o streetball até a NBA.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SvG-ZdOJTiw&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/SvG-ZdOJTiw&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p>Por último, veio o futebol. Como parte da campanha <strong><em>Take It to the Next Level</em></strong>, a Nike criou o <strong><em>Bootcamp</em></strong>, um programa de treinamento para os jovens que desejam se tornar jogadores profissionais.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/anwlpTgbQTE&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/anwlpTgbQTE&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/umJGLRuj1nQ&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/umJGLRuj1nQ&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Ampliação do foco</strong></p>
<p>Esses três exemplos consolidaram a posição de liderança da empresa dentro do mercado de produtos esportivos, já que suas rivais diretas não possuem estratégias tão consistentes de engajamento.</p>
<p>Em contrapartida, existem milhões de consumidores que usam os produtos da Nike em seu cotidiano, independente de serem ou não esportistas. Elas possuem uma estreita ligação com a arte, a música e a cultura da cidade onde vivem.</p>
<p>Para suprir essa lacuna, a empresa acaba de lançar o aplicativo mobile Nike True City, por enquanto exclusivo para iPhone. No app, as seis cidades européias, Londres, Berlim, Milão, Amsterdã, Barcelona e Paris, são apresentadas com informações e dicas de pessoas que estão por dentro de tudo o que acontece de mais interessante na cena cultural, artística e social.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Qet4NGswKfA&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/Qet4NGswKfA&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p>O True City pode ser alimentado por qualquer pessoa, e de tempos em tempos, a Nike identificará quais foram as que mais contribuíram para avaliar e melhorar o aplicativo. Essas pessoas farão parte do grupo <strong>Nike Insiders</strong>, uma espécie de clube composto por pessoas antenadas, criativas e descoladas que atuarão como parceiras da marca.</p>
<p><strong>Engajamento superior </strong></p>
<p>Com Nike True City, a marca renova o desafio de superação dos próprios limites, com que provocou os esportistas através da sua vitoriosa campanha <strong>Take It to the Next Level</strong>.</p>
<p>Sai de cena o lendário conceito aspiracional Just do it. E entram as experiências relevantes para o consumidor.</p>
<p>No cenário mais provável, a Nike ampliará a distância que a separa da concorrência e poderá deixar de batalhar para ser a simplesmente a melhor para tornar-se única em seu mercado e possuir como vantagem competitiva um nível superior de engajamento do consumidor.</p>
<p><strong>Welcome, to the next level!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pepsi aposta alto em sustentabilidade e engajamento</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2010/01/12/pepsi-aposta-alto-em-sustentabilidade-e-engajamento/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 14:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[pepsi]]></category>
		<category><![CDATA[refresh]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana, dia 13, será o início oficial de The Pepsi Refresh Project. O projeto faz parte do novo posicionamento da marca, o Refresh Everything, e tem um orçamento de 20 milhões de dólares. O que surpreende é menos o valor do projeto, e mais o fato dos recursos terem sido transferidos das suas famosas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana, dia 13, será o início oficial de <a href="http://www.refresheverything.com/" target="_blank"><em>The Pepsi Refresh Project</em></a>. O projeto faz parte do novo posicionamento da marca, o <em>Refresh Everything</em>, e tem um orçamento de 20 milhões de dólares.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pDix0VvrV1g&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/pDix0VvrV1g&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p>O que surpreende é menos o valor do projeto, e mais o fato dos recursos terem sido transferidos das suas famosas campanhas de TV realizadas durante 23 anos seguidos no Super Bowl, o maior evento de futebol americano nos EUA.  Segundo a ABC News, nos últimos 10 anos, <a href="http://www.engagingtimes.com/2009/12/24/pepsis-marketing-game-not-to-include-superbowl/" target="_blank">a empresa investiu 142 milhões de dólares em comerciais</a>, com participações do nível de Bob Dylan, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hmQtM8qvzk8&amp;feature=player_embedded" target="_blank">Britney Spears</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=WLcgFo0CPss&amp;feature=player_embedded" target="_blank">Justin Timberlake</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pP87DoM5ElA&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/pP87DoM5ElA&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>O que é o projeto?</strong></p>
<p>O acontecimento marca, portanto, uma grande reviravolta na estratégia de comunicação da empresa.</p>
<p>Frank Cooper, diretor da área de engajamento do consumidor da <span style="text-decoration: underline;">PepsiCo</span> , afirma que <em>“em 2010, cada uma das nossas marcas de bebida terá uma estratégia e uma plataforma de marketing que será menos sobre um grande evento ou um momento, e mais sobre um movimento&#8221;</em>.</p>
<p><strong>Como funciona?</strong></p>
<p>De acordo com o <a href="http://www.refresheverything.com/docs/idea-toolkit.pdf" target="_blank">regulamento do <em>Refresh Project</em></a> o objetivo é premiar ideias para melhorar as condições de vida das pessoas. As ideias já poderão começar a ser enviadas para o site oficial e lá serão classificadas em seis categorias:</p>
<p><a href="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/pepsi-categorias1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1419" title="pepsi-categorias" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/pepsi-categorias1.jpg" alt="" width="667" height="118" /></a></p>
<p>A partir do dia 1° de fevereiro, as pessoas escolherão as suas ideias preferidas. As que alcançarem maior votação receberão apoio financeiro da Pepsi, entre US$ 5 mil e US$ 50 mil, totalizando US$ 1,3 milhão por mês.</p>
<p>O <em>Refresh Everything</em> inclui um reality show, igualmente restrito a moradores dos EUA, chamado <a href="http://www.brandrepublic.com/News/974638/Fuller-dreams-dream-Ford-Pepsi-reality-show/" target="_blank">“If I Can Dream&#8221;</a>, que mostrará ao público a trajetória de cinco jovens que têm por objetivo fazer sucesso em Hollywood. A iniciativa resulta de uma parceria com a Ford, outra empresa com estratégia agressiva em mídias sociais.</p>
<p>
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="630" height="354" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param value="videoId=1" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.refresheverything.com/video/REPlayer.swf" /><param name="flashvars" value="videoId=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="630" height="354" src="http://www.refresheverything.com/video/REPlayer.swf" flashvars="videoId=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p><strong>Qual é o significado?</strong></p>
<p>A atitude da Pepsi é o marco de uma mudança já anunciada. Estamos assistindo o final da era das grandes verbas de mídia para TV, em que os recursos se destinam exclusivamente à produção e veiculação dos anúncios, cujos efeitos se diluem rapidamente. E o início de uma nova, em que o principal destino dos recursos é o meio digital, onde as aplicações têm um efeito residual, mais duradouro.</p>
<p>Nesta campanha, por exemplo, a maior parte dos recursos tem por finalidade a implementação das ações eleitas pela população, para o seu próprio bem-estar.</p>
<p><strong>Qual o alcance dos resultados?</strong></p>
<p>A Pepsi, como pioneira, cabe o desafio de definir as métricas mais adequadas para avaliar o retorno dos investimentos, diante dos múltiplos efeitos, nem todos diretos e imediatos. Em primeiro lugar, ela deve ter em mente qual são os seus objetivos e, a partir daí, avaliar a contribuição do <em>Refresh Project</em> para alcançá-los.</p>
<p>Mas o desafio não é tão simples. A mensuração dos resultados vai muito além da quantidade de mídia espontânea, dos seguidores no Twitter e fãs no Facebook conquistados, e obviamente do conseqüente impacto conjunto desses fatores sobre as vendas do refrigerante.</p>
<p><strong>Por que integrar sustentabilidade e engajamento?<br />
 </strong></p>
<p>Quando se trata de solidariedade e sustentabilidade, muitas pessoas afirmam que tem vontade de ajudar de alguma forma, mas não sabem como fazê-lo, sem ser pela forma tradicional, e nem sempre bem aceita, de doações em dinheiro ou recursos materiais, ou pelo voluntariado.</p>
<p>Com o projeto a Pepsi impulsiona nos EUA a missão de cooperar para a transformação do mundo em um lugar melhor para viver, estabelecendo para isso uma forte conexão com os consumidores. Tal ligação caracteriza uma inovadora forma bilateral e holística de engajamento.</p>
<p><strong>Como a viralização acontece?</strong></p>
<p>Como subproduto, a marca irá investir na identificação e mapeamento de um grande contingente de pessoas a serem envolvidas em um relacionamento para durar bem mais que 30 segundos. Essas pessoas, tendo ou não as suas idéias premiadas, são as que possuem o perfil adequado para influenciar outras, defendendo as suas vantagens em relação à concorrência e incentivando-as a aderir à marca.</p>
<p>E, no médio e longo prazo, os efeitos poderão ainda ser potencializados com a ampliação do mercado, decorrente da melhoria da qualidade de vida da população, conquistada como resultado das ações implementadas.</p>
<p><strong>Qual o impacto sobre o mercado?</strong></p>
<p>O caminho que a marca começa a trilhar é inédito no mercado de refrigerantes. A depender do sucesso do projeto, a vinculação da imagem da Pepsi com os elevados valores humanos poderá permanecer guardada na memória das pessoas por muito tempo. E terá impacto na sua disputa com a rival Coca-Cola pela preferência dos consumidores.</p>
<p>A partir do exemplo da Pepsi as marcas, independente do mercado em que atuem, deverão vislumbrar o real potencial e a força que um tema relevante como a sustentabilidade possui dentro do ambiente das mídias sociais.</p>
<p>E abre-se espaço para um novo paradigma, que poderá rever o conceito econômico da Mão Invisível, de Adam Smith, segundo o qual o mercado se auto-regula e prospera em um ambiente onde todos atuam exclusivamente em benefício próprio. Em seu lugar, passa a existir um ambiente regido pela transparência das relações multilaterais, característica das mídias sociais, em que todos cooperam para a construção do bem comum.</p>
<p><img src="file:///C:/Users/OPG/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /></p>
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		<title>BackToTheFuture: Artigo de Engajamento Digital: Nov/2007</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/12/22/backtothefuture-artigo-de-engajamento-digital-nov2007/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 07:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ancona Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[categoria]]></category>
		<category><![CDATA[2007]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[backtothefuture]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[foreplay]]></category>
		<category><![CDATA[trends]]></category>

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		<description><![CDATA[As coisas são engraçadas! Estava revisitando arquivos antigos acabei encontrando um artigo que escrevi em Nov/2007 para o jornal da EXPM &#8211; Associação de Ex-alunos da ESPM, intitulado &#8220;O Consumidor Digital: seu novo sócio na era do engajamento&#8220;. Apesar de escrito numa época em que  a Foreplay ainda estava em estágio embrionário, a trip de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As coisas são engraçadas! Estava revisitando arquivos antigos acabei encontrando um <strong>artigo que escrevi em Nov/2007</strong> para o jornal da <a href="http://www.expm.org.br/" target="_blank">EXPM</a> &#8211; Associação de Ex-alunos da ESPM, intitulado &#8220;<a href="http://www.expm.org.br/jornal/conteudo.asp?ide=5&amp;idc=112" target="_blank">O Consumidor Digital: seu novo sócio na era do engajamento</a>&#8220;. Apesar de escrito numa época em que  a Foreplay ainda estava em estágio embrionário, a trip de volta para o futuro ainda é boa leitura! =)<strong></strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1259" title="back_future" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/back_future1.jpg" alt="back_future" width="676" height="267" /></p>
<p><strong>Já dizia o velho ditado: “Em terra de cego quem tem olho é rei”. </strong></p>
<p>No caso do marketing, quem tem voz é rei e as empresas sempre foram as soberanas. Compravam seu espaço e construíam sua imagem usando megafones para contar a todo mundo o que era bacana e importante para seguir em frente. Eram os tempos de ouro da Era da Interrupção e das mídias de massa. As empresas conseguiam, mesmo que por pouco tempo, congelar a vida das pessoas para fazer a sua oferta, que nem sempre era verdadeira – até que o número de empresas sedentas e mídias disponíveis elevaram a quantidade de mensagens comerciais a um nível absurdo, que acabou por soterrar os consumidores.</p>
<p><strong>Estamos no final de 2007 e o marketing de interrupção parece estar com seus dias contados.</strong></p>
<p>Ainda funciona em casos específicos, mas como publicou a <a href="http://www.mckinsey.com/" target="_blank">McKinsey &amp; Co</a> em relatório recente, em 2010 anúncios de TV tradicionais terão um terço da eficiência que tinham em 1990. As inserções estão cada vez mais caras e seu ROI cada vez mais questionável. O novo consumidor, bem informado e crítico, aprendeu a ignorar mensagens que considera irrelevantes e mudou suas fontes primárias de informação – agora lê sites com conteúdo gerado por especialistas, blogs diversos, comentários de outros consumidores nas páginas de sites de comércio eletrônico e esclarece eventuais dúvidas com amigos e conhecidos em redes sociais. A solução para as empresas se conectarem novamente com esses consumidores não é gritar mais alto, nem mais vezes. A solução é desligar o megafone e sentar para conversar. Na nova realidade, conseguir atenção não é fácil.Os consumidores também têm voz e, já que escolhem suas mídias, controlam o diálogo.</p>
<p><strong>O principal desafio é ter algo interessante para dizer, e fazer isso com alma. </strong></p>
<p>As empresas precisam mostrar que são apaixonadas por sua missão e pelos produtos e serviços que oferecem. Ganham as que entendem o universo de seus clientes, compartilham interesses, valores e compreendem que é com uma proposta de valor autêntica e conteúdo relevante que se cria credibilidade, intimidade e finalmente, uma associação positiva do consumidor com a marca. Estamos na era do engajamento. Vide Nike. Ela sabe.</p>
<p><strong>O meio online oferece uma série de canais interativos em que a comunicação entre a empresa e o consumidor e, principalmente entre consumidores, flui livremente. </strong></p>
<p>Com a popularização da internet social esses meios se tornaram mais eficientes e mais baratos que esforços de mídia tradicionais. Campanhas de engajamento digital começam numa análise de presença online, para que se possa mapear o que está sendo dito sobre a empresa, seus produtos e serviços na blogosfera, fóruns de discussão, wikis e outros sites de conteúdo gerado pelo usuário, como o YouTube. Não podemos nos esquecer das redes sociais, onde o Orkut é líder nacional (mas vem aí o FaceBook e o Myspace &#8211; é bom ficar ligado).</p>
<p><strong>É importante fazer uma busca em todos os search engines usando as marcas e palavras chave relacionadas, bem como mensurar a performance atual das propriedades online da empresa em questão.</strong></p>
<p>Com as experiências e pontos de interação atuais mapeados, pode-se então, definir uma nova estratégia de criação e de conteúdo para distribuição em diversos formatos via blogs, email, widgets, mecanismos de busca, podcasting, redes sociais, wikis, portais e hotsites da empresa. A compra de mídia online, principalmente rich media e links patrocinados em mecanismos de busca, continua extremamente importante para alavancar tráfego em propriedades online mais interativas, que fazem a imersão do consumidor no universo da marca.</p>
<p><strong>O desafio está na criação e implementação de uma campanha harmônica entre diversos canais, com um mix de ações de push e pull.</strong></p>
<p>Por isso a importância da afinidade – os consumidores só aprovam e viralizam aquilo e aqueles de que gostam. As empresas que conseguem gerar engajamento ganham brand advocates, poderosos aliados na influência e geração de mais conteúdo ao redor da marca. Consumidores engajados influenciam positivamente sua rede de contatos, ajudam a criar slogans, designs, anúncios, fazem críticas construtivas e auxiliam no processo de criação e melhoria de produtos e serviços. Já na mão contrária, consumidores extremamente insatisfeitos se tornam inimigos públicos e se engajam para falar mal. Consumidores deixaram de ser meros receptores de mensagens publicitárias para tornarem-se co-autores da estratégia empresarial.</p>
<p><strong>Um mar de dispositivos, e lá vem o mobile:</strong></p>
<p>Em recente apresentação, numa conferência na cidade do México, Michael Dell, fundador e presidente da Dell Computers, previu um crescimento monstruoso no número de PCs no mundo, que deve saltar de 1 para 2 bilhões de usuários em 2012, e ilustrou a tendência de crescimento da internet com dois fatos: “A cada dia, 500 mil pessoas entram pela primeira vez na internet, e a cada minuto, são carregadas seis horas de vídeo no YouTube”. E ele nem mencionou os 3,1bilhões de aparelhos celulares no mundo, que já são sufi cientes para que 50% da população fale de onde quiser. Num futuro nada distante estarão falando, buscando, “subindo” fotos e vídeos e blogando, tudo via celular. Neste contexto, não é surpresa alguma que o órgão de pesquisas eMarketer tenha previsto um crescimento de quase 30% nos investimentos em mídia online para 2008.</p>
<p><strong>Estamos num caminho sem volta, rumo à liberdade de escolha e à democratização da informação pregada pelos iluministas no século XVIII.</strong></p>
<p>As empresas que pretendem ter sucesso nesta nova era devem entrar no clima de transparência ou correm o risco de ir pra guilhotina.</p>
<p>&lt;/backtothefuture&gt;</p>
<p><strong>Feliz 2010! =)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>4º relatório de engajamento digital do consumidor em português</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/12/18/4-relatorio-de-engajamento-digital-do-consumidor-em-portugues/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 10:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caio Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A quarta edição da pesquisa elaborada pela agência inglesa cScape, uma das mais renomadas agências de engajamento digital do mundo e que atende empresas como Virgin, Yahoo! e Vodafone, acaba de ser lançada. A agência brasileira Foreplay foi uma das research partners, auxiliando na divulgação do questionário na América Latina e realizando a tradução para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.foreplay.com.br/files/Relatorio_%20Engajamento_%20digital%202010_pt.pdf"><img class="alignnone size-full wp-image-1219" title="caparelease" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/caparelease.jpg"  width="676" height="476" /></a></p>
<p>A quarta edição da pesquisa elaborada pela agência inglesa<a href="http://www.cscape.com/Pages/default.aspx" target="_blank"> cScape</a>, uma das mais renomadas agências de engajamento digital do mundo e que atende empresas como Virgin, Yahoo! e Vodafone, acaba de ser lançada. A agência brasileira Foreplay foi uma das research partners, auxiliando na divulgação do questionário na América Latina e realizando a tradução para o português. Bruno Ancona Lopes, CEO da agência, também contribuiu como um dos 30 comentaristas dos resultados da pesquisa. Além dele participaram nomes consagrados como  <a href="http://www.marketingpilgrim.com" target="_blank">Andy Beal</a>, CEO da<a href="http://www.trackur.com/" target="_blank"> Trackur</a>, <a href="http://www.webanalyticsdemystified.com/" target="_blank">Eric Peterson</a>, autoridade em web analytics e <a href="http://mediax.stanford.edu/mrussell.html" target="_blank">Martha Russel</a>, que ocupa a cadeira de novas mídias na universidade de Stanford.</p>
<p><strong>A pesquisa</strong><strong> é a principal fonte de informação global quando o assunto é Engajamento Digital.</strong> Com penetração nos principais mercados do mundo, o relatório da quarta edição da pesquisa visa fornecer um panorama amplo e detalhado sobre a relação entre agências, empresas e sua busca por maior engajamento entre marcas e consumidores.</p>
<p><em> </em></p>
<p>Segundo Richad Sedley, diretor de Engajamento digital da cScape, o<em> &#8220;<strong>engajamento do consumidor é a melhor métrica do desempenho atual e futuro, uma relação engajada é provavelmente a única garantia de retorno para os objetivos tanto da sua organização quanto de seus clientes</strong>.”</em> A pesquisa deste ano reuniu agências e empresas dos principais países compilando dados e informações sobre os desafios e estratégias utilizados para engajar clientes.</p>
<p>O relatório final da pesquisa em Português pode ser visualizado abaixo.</p>
<p><object style="width:680px;height:481px" ><param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;documentId=091217200750-3c366d5dedfd4c9d8e9f707c50c37c93&amp;docName=relatorio_mundial_engajamento_digital_2010&amp;username=foreplay&amp;loadingInfoText=4%C2%BA%20Relat%C3%B3rio%20Anual%20de%20Engajamento%20Online%20do%20Consumidor%20-%202010&amp;showFlipBtn=true&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;viewMode=presentation" /><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="menu" value="false"/><embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf" type="application/x-shockwave-flash" style="width:680px;height:481px" flashvars="mode=embed&amp;documentId=091217200750-3c366d5dedfd4c9d8e9f707c50c37c93&amp;docName=relatorio_mundial_engajamento_digital_2010&amp;username=foreplay&amp;loadingInfoText=4%C2%BA%20Relat%C3%B3rio%20Anual%20de%20Engajamento%20Online%20do%20Consumidor%20-%202010&amp;showFlipBtn=true&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml&amp;viewMode=presentation" allowfullscreen="true" menu="false" /></object></p>
<p>Para fazer o download do PDF em Português clique <a href="http://www.foreplay.com.br/files/Relatorio_ Engajamento_ digital 2010_pt.pdf" target="_blank">aqui</a>. <br />
 A versão em inglês  pode ser baixada gratuitamente no <a href="http://www.cscape.com/features/Pages/customer-engagement-register.aspx" target="_blank">site da cScape</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>mobile: o futuro está bem na palma da sua mão</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/12/11/o-futuro-na-palma-da-sua-mao/</link>
		<comments>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/12/11/o-futuro-na-palma-da-sua-mao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 18:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ancona Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[foreplay]]></category>
		<category><![CDATA[mobile]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa realizada pela norteamericana Cisco Visual Network analisou a atividade dos internautas nos principais mercados globais, e identificou que entre 21h e 1h da manhã é o horário nobre na internet. O estudo revela também que o Brasil terá um dos maiores crescimentos de tráfego móvel do mundo. E projeta, para 2013, um volume [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma pesquisa realizada pela norteamericana Cisco Visual Network analisou a atividade dos internautas nos principais mercados globais, e identificou que entre 21h e 1h da manhã é o horário nobre na internet. O estudo revela também que o Brasil terá um dos maiores crescimentos de tráfego móvel do mundo. E projeta, para 2013, um volume 124 vezes maior do que o registrado no final de 2008. Em setembro, a Apple afirmou que existiam mais de 50 milhões de iPhones e iPods Touch espalhados pelo planeta. </em></p>
<p>Avaliados em seu conjunto, esses dados dizem muito sobre o caminho que a comunicação e o engajamento digital irão seguir nos próximos anos. As pessoas estão cada vez mais conectadas graças aos dispositivos móveis, que incluem, além desses modelos da Apple, muitos outros smartphones de diversas marcas e modelos.</p>
<p>O número de aplicativos existentes na <a href="http://www.apple.com/iphone/iphone-3gs/app-store.html" target="_blank">Apple Store</a> e na <a href="http://www.android.com/market/free.html" target="_blank">Android Market</a> não pára de crescer e o aumento do tempo de navegação na internet móvel convida, ou melhor, obriga uma presença das marcas na plataforma mobile mais consistente para a obtenção de maior share of time nas telinhas dos smartphones.</p>
<p><strong>O que andam fazendo por aí afora: o exemplo do Golf, da VW dos EUA.</strong></p>
<p>Recentemente, a Volkswagen norteamericana criou a campanha de lançamento do novo Golf GTI, focada 100% em mobile. No aplicativo para iPhone as pessoas podiam “pilotar” e conhecer todas as características do carro, através de um advergame muito bem produzido pela <a href="http://www.firemint.com/" target="_blank">Firemint</a>.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hMUYpo0icI0&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/hMUYpo0icI0&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p>A Volkswagen acreditou na iniciativa pois percebeu que, entre os potenciais compradores do novo Golf, existe um alto número de usuários de iPhone, que estão constantemente baixando aplicativos da Apple Store. Estima-se que  cerca de 500.000 dólares tenham sido investidos nessa campanha. Em contraposição, a campanha de 2006, que incluía diversos canais e grande quantidade de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4rt8gbt6YNI&amp;feature=related" target="_blank">anúncios de TV</a> consumiu 60 milhões de dólares. Resultado: a nova campanha, bem mais envolvente, custou menos de 1% da anterior. #epicwin</p>
<p>As palavras de Tim Ellis, vice-presidente de marketing da Volkswagen, deixam claro como deve ser o pensamento de agora em diante. “Lançar o novíssimo GTI 2010, pelo aplicativo Real Racing GTI, permitiu que nos conectássemos com o consumidor gerando experiências que um comercial de 30 segundos jamais conseguiria.” Ellis disse ainda que alternativas, como Xbox e Playstation, foram consideradas, mas o acordo de exclusividade com a Apple assegurou uma boa divulgação para o jogo. Dica: mobile marketing não é só desenvolver o app e jogar na store. SMPRs, deals com as stores, mídia como trampolin inicial da promoção do app&#8230; tudo isso é importante. O objetivo é sempre chegar nas top ou featured lists.</p>
<p><strong>E na<em> Terra Brasilis</em><em> </em>como vão as coisas?</strong></p>
<p>Como revela o estudo, a tendência no Brasil é que os dispositivos móveis se tornem cada vez mais presentes na vida das pessoas. (Precisa de estudo pra isso?) As marcas devem então migrar, do horário nobre da TV e da internet, para o dia-a-dia do consumidor através de aplicativos úteis ou extremamente divertidos, que aprofundem o engajamento.</p>
<p>Já existe no mercado de telefonia nacional, celulares que permitem que a pessoa baixe aplicativos. Além do iPhone temos aparelhos que utilizam a plataforma <a href="http://www.youtube.com/watch?v=opZ69P-0Jbc" target="_blank">Android</a>, o HTC Magic é um deles, e atualmente a empresa está realizando um <a href="http://www.queroumhtcmagic.com.br/" target="_blank">concurso</a> na internet para identificar as principais sugestões de aplicativos. A <a href="http://www.samsung.com/br/consumer/subtype/subtype.do?group=cellularphone&amp;type=cellularphone&amp;subtype=smartphones" target="_blank">Samsung</a> também está chegando junto, adotando o Android, como a HTC.</p>
<p>Os aplicativos que estão sendo criados para esses aparelhos levam em conta o cotidiano das pessoas, incluindo a sua localização, hábitos e preferências. Aplicativos que cruzam dados com o GPS são uma excelente forma de envolvê-las. <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Local_search_(Internet)#Mobile_local_search" target="_blank">Mobile local search</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mobile_social_network" target="_blank">mobile social networks</a> como a <a href="http://foursquare.com/" target="_blank">foursquare</a> irão mudar o rumo das coisas. Vamos lá Brasil, não podemos ficar de fora!</p>
<p><strong>Como o Bradesco está puxando os clientes pra dentro do Banco</strong></p>
<p>Recentemente o Bradesco lançou um aplicativo de grande utilidade para os clientes do Banco, que utiliza a <a href="http://www.foreplay.com.br/blog/2009/11/10/11-aplicacoes-de-realidade-aumentada/" target="_blank">Realidade Aumentada</a> para ajudá-los a encontrar as agências e caixas eletrônicos mais próximos.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="665" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="665" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Utilidade e personalização são palavras-chave</strong></p>
<p>As transformações cada vez mais profundas geradas a partir do avanço tecnológico têm criado um desafio para as pessoas e empresas que buscam se atualizar com tudo o que acontece e afeta a sua vida e os seus negócios.</p>
<p>E é importante notar que, essa mudança abre perspectivas para uma nova hierarquização das marcas no mercado. Lucram as que forem mais rápidas e capacitadas para ouvir, conversar e envolver o consumidor. Se você não for líder em seu segmento, ou nicho, é uma excelente oportunidade para assumir o lugar de quem é.</p>
<p>Alçado à condição de estratégia principal de branding, o mobile já começa a satisfazer as expectativas do consumidor – há algum tempo contidas por falta de iniciativa das marcas – seja através de ações mais simples como campanhas instantâneas diretas de alto impacto, ou por experiências relevantes e gratificantes para melhorar o seu dia-a-dia.</p>
<p>Com isso, os vínculos entre consumidores e marcas se estreitam e se fortalecem, engajando ambos em um esquema de cooperação, que tem por alvo a criação, priorização e construção conjunta de soluções da máxima utilidade que caibam na palma da mão.</p>
<p>A chave é tornar disponível a melhor informação/experiência/conteúdo que o consumidor possa conseguir, onde ele estiver, quando ele quiser. E, mais ainda, do jeito que ele gosta. Tudo personalizado e sob medida para cada um. Tecnologias disruptivas + grandes idéias = Great success!</p>
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