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Perfil
Comunicativo, pró-ativo, dedicado, bem-humorado
Vontade de crescer e ser recompensado pelos resultados gerados
Experiência prévia em área comercial de agência digital, tradicional ou veículo
Bom network
Veículo próprio

Conhecimentos
Compreensão do atual ambiente de marketing digital e suas ferramentas
Visão analítica para definição de necessidades do negócio dos clientes
Familiaridade com processos de trabalho em agências de comunicação
Excelente comunicação verbal e escrita
Técnicas de negociação e persuasão

Atividades
Identificação de oportunidades de novos negócios
Planejamento, controle e execução de cronograma de prospecção
Fidelização de contas atuais
Condução do processo de negociação de projetos e campanhas
Apresentações sobre Engajamento Digital para pequenos grupos em clientes, veículos e agências tradicionais

Tudo dá certo, quando se tem as pessoas certas no lugar certo

Sente que a oportunidade é sob medida para você? O primeiro passo é simples: Envie CV com apresentação pessoal a  [email protected] (Twitter e Linkedin são bem-vindos)

Se não, beneficie alguém, compartilhando essa oportunidade com um amigo! Tks!

Postado por Bruno Ancona Lopes

O lançamento do The Daily, concebido por Rupert Murdoch e Steve Jobs, finalmente aconteceu. Por $0.99 USD semanais, ou $39.99 anuais, e direito a um test-drive de duas semanas, o periódico chegou com a missão de conquistar a audiência dos usuários do iPad.

Com mais de 17 milhões de tablets vendidas em 2010, e a expectativa de ultrapassar os 50 milhões de aparelhos em circulação antes do final de 2011, o segmento dos usuários de iPad tem características únicas que fazem dele o target ideal de inúmeras marcas para divulgar os produtos ou serviços.

Se 1% dos donos de iPad se tornar assinante do The Daily, o faturamento gerado só com a venda das edições será superior a $20 bilhões de dólares anuais, valor pequeno diante do alto potencial das ramificações do negócio. Para ilustrar, a edição inicial teve como anunciantes Verizon, HBO, Macy’s, Pepsi, Virgin Atlantic e Land Rover, junto à animação ‘Rango’ com Johnny Depp. Além disso, há a perspectiva da adaptação do aplicativo a sistemas operacionais utilizados pelas tablets concorrentes ao iPad, para ampliar o acesso ao jornal.

O valor da informação

Até o final do século XX, a informação tinha um valor econômico muito elevado, e dava poder aos que conseguiam obtê-la com facilidade e rapidez nas melhores fontes. O avanço da web popularizou o que antes era privilégio de minorias, e as pessoas foram deixando de comprar jornais para saber as notícias.

Com uma visão clara e vítima do impacto desse fenômeno, Murdoch projeta: “O propósito do The Daily é alcançar uma audiência que há muito tempo abandonou o noticiário dos jornais tradicionais e da TV, e passou a consumir conteúdo na internet em pequenos bocados preparados ao seu gosto. Essas pessoas são um segmento crescente da população, com hábitos sofisticados, e que demandam conteúdo adequado aos seus interesses específicos, a qualquer hora e lugar.”

Content is king…

Avaliando a questão de outra perspectiva, Edward De Bono confirma: “A informação está se tornando ‘commodity’, na medida que mais e mais informação está disponível para mais e mais pessoas.”  E acrescenta que “depende da criatividade projetar novos valores para a informação”.

É preciso criatividade para desenvolver um projeto de comunicação sob medida para alcançar e atrair a atenção de uma audiência, e aumentar a utilidade e o valor do conteúdo a ela apresentado. Essa é a função de ‘curating’, situada no topo da Pirâmide do Engajamento do Altimeter e acima da produção de conteúdo, evidenciando a menor representatividade numérica e sugerindo a maior importância de quem provê contexto ao conteúdo em comparação com quem o gera. Segundo Robert Scoble: “O ‘curator’ é um químico da informação. Ele mistura os átomos de modo a construir uma info-molécula. Então adiciona valor àquela molécula.”

Em The Daily, de modo similar, as histórias enfileiradas pelo app em um carrossel ganham vida e são moldadas em função dos interesses de cada leitor em particular, conforme este seleciona e explora recursos em múltiplos formatos relacionados com o tema. Os recursos multimídia incluem textos originais redigidos por seleta equipe de jornalistas, fotografias em 360º com slideshow, som e vídeo de alta definição, tabelas e gráficos interativos. E o aplicativo possibilita colecionar artigos para leitura ou consulta posterior.

… e continuará sendo?

Por essa razão, Murdoch conclui: “O sucesso de The Daily será determinado por sua utilidade e originalidade. Nós cremos que ele será o modelo de como as  notícias serão criadas e consumidas”.

Estaria a comunicação se tornando mais importante que o conteúdo? Qual é a sua opinião?

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Postado por Umberto Ramiz

A vantagem de quem está ligado

Os consumidores estão por toda parte falando sobre marcas e produtos. Nas redes sociais, os mais populares podem espalhar suas dicas e opiniões de forma massiva e instantânea. Enquanto outros, mesmo com uma audiência pequena, podem gerar um impacto ainda maior pela influência e ressonância na rede de contatos.

Nos últimos anos, através de inúmeros cases e da própria experiência, os profissionais de marketing perceberam que, em função do conteúdo e da propagação das conversas, o efeito pode ser extremamente edificante ou devastador, já que nunca se sabe o real alcance da influência de um consumidor. Adquiriram consciência do quanto é fundamental conhecer quem está falando e quais os sentimentos positivos e negativos. E estar sempre preparados para, independente do que seja dito e do tom da conversa, tirar o máximo proveito de cada oportunidade, identificando reações, corrigindo falhas e explorando melhor as vantagens competitivas. E, assim, potencializar a atuação do marketing e maximizar os seus efeitos.

Engajamento requer experiência sob medida…

Não existe um manual com estratégias e táticas universais, que ensine os ‘melhores lances ou jogadas’ para envolver o consumidor com qualquer negócio e em qualquer circunstância. Pelo contrário, o engajamento autêntico decorre da experiência personalizada proporcionada pela marca ao consumidor, em clima de credibilidade e confiança. A fórmula deve combinar ingredientes de modo a gerar o balanceamento ideal de lógica e emoção, e a intensidade do engajamento dependerá do quanto a experiência venha a se tornar marcante e inesquecível para um determinado grupo de pessoas ou para um indivíduo em particular.

… e também humanização do negócio

Para percorrer o caminho até o engajamento, Jay Baer e Amber Naslund definiram um processo com 5 estágios, que batizaram de Estrada da Humanização do Negócio.

Os estágios são:

1) Ignorar as demandas do consumidor por interação (na realidade, um pré-estágio).

2) Monitorar e analisar o que está sendo falado (Listening), para avaliar os efeitos sobre a percepção da marca.

3) Responder perguntas específicas e agradecer menções positivas, oferecendo informações complementares e apoio.

4) Participar, criando conteúdo e se comunicando com o consumidor sobre assuntos do interesse dele, relacionados ou não com a marca.

5) Contar histórias sobre a empresa e pessoas que fazem parte do seu dia-a-dia dentro ou fora dela, com a utilização de múltiplos formatos para comunicação,  de modo a tornar mais envolvente a interação com a audiência para tratamento de questões relevantes, na direção da substituição do marketing pelo engajamento.

A magia do storytelling no branding

As pessoas gostam de ouvir boas histórias. E têm prazer em compartilhá-las com a sua rede de relacionamentos.

A arte de contar histórias está em usar a criatividade para atrair a atenção da audiência de modo natural e não-invasivo. Consiste em explorar os pontos de afinidade no contexto, para que haja empatia na interação. E, com isso, gerar sinergia para alcançar os objetivos.

A Storybeats produziu recentemente esta apresentação, para demonstrar que storytelling pode melhorar projetos digitais. Eles afirmam: “Histórias são a essência da experiência humana. Histórias nos dão contexto, e o contexto nos ajuda a entender as coisas. Histórias inspiram e motivam as pessoas a agir. E histórias têm provado o seu valor em todos os tipos de atividade humana.”

O avanço do mobile, das tecnologias interativas e do marketing cross-channel fez do storytelling o recurso mais efetivo para, ao mesmo tempo, construir a imagem da marca e engajar o consumidor multicanal.

Comece a contar histórias. Com alguma inspiração e prática, você poderá desenvolver o seu próprio estilo e se tornar um grande storyteller. Experimente!

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A quem cabe estimular as conversas sobre a marca?

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Postado por Umberto Ramiz

Ninguém mais duvida da importância fundamental de saber o que se fala sobre a marca, diante da extraordinária propagação nas mídias sociais. E que, em consequência, é preciso encontrar meios de participar das conversas, respondendo as perguntas sobre os produtos e a sua utilidade de forma direta, e tirando as dúvidas mais relevantes através da publicação de conteúdo que, ao mesmo tempo, alimente o interesse do consumidor.

O engajamento do consumidor exige muita conversa. Em contrapartida, as conversas são oportunidades para estabelecer conexões visando não apenas informar, esclarecer, mas também construir relacionamentos para ganhar a confiança e a lealdade do consumidor à marca.

Com o consumidor no comando dos relacionamentos online com as marcas e a atenção dele cada vez mais rara, porém, o objetivo está cada vez mais difícil de alcançar. Para conseguir, a empresa precisa de alguém que atue como um Diretor de Conversas, com a responsabilidade de fazer as pessoas conversarem sobre a marca, estimular o contato e a troca de experiência entre elas.

Obter o equilíbrio no relacionamento, e dividir com o consumidor o comando do falatório, porém, não é tarefa simples. Abrange a criação e adaptação de conteúdo, para ser transmitido em formatos variados através de múltiplos canais, de modo a alcançar o consumidor em qualquer combinação de momento, local e preferência.

Os recursos para nutrir as conversas são diversificados, e incluem: artigos em blogs, entrevistas com especialistas, estudos, pesquisas, whitepapers, apresentações em slides, filmes, monitoramento de grupos ou comunidades, entre outros.

Para obter sucesso, o profissional responsável pelas atividades deve ter qualificação multifuncional compatível, que o torne apto a gerir e integrar com competência os recursos envolvidos. Como prêmio, ele tem o impacto dos resultados, online e offline, potencializado pela conversão de consumidores em advocates da marca.

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O que você pensa sobre Diretor de Conversas? Gosta da idéia? Imagina algum rótulo melhor?

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Postado por Umberto Ramiz

O consumidor assumiu o comando dos relacionamentos online com as marcas, a partir do fenômeno do groundswell há alguns anos. E, com o poder em alta, nunca mais largou.

As marcas recorreram ao listening. E logo perceberam que, para equilibrar o jogo, é preciso também participar da conversa e obter engajamento. E isso depende de entregar conteúdo e mensagens relevantes, de acordo com as suas preferências pessoais e através dos canais por elas escolhidos.

Relevância do conteúdo e atenção do consumidor

A relevância é muitas vezes subjetiva, e depende de como é percebida pelas pessoas com quem você interage. Mas pode, em alguns casos, estar fundamentada em critérios objetivos, que relacionem de forma direta o conteúdo publicado a eventos mensuráveis como visitas ou conversões.

A utilidade agrega valor ao conteúdo, atrai a atenção e retribui o tempo dedicado pela audiência. Com a saturação da informação, a atenção vem se diluindo, e a redução tem se tornado uma ameaça às marcas de perda do lugar nos corações e mentes de consumidores e influencers.

O poder da decisão sobre quando acontece a comunicação cabe agora ao consumidor. Às marcas, corresponde prover a melhor experiência cross-channel, qualquer que venha a ser o canal preferido para estabelecer o contato. A vantagem competitiva será daquelas que estiverem melhor capacitadas a enviar mensagens e estabelecer interações através de múltiplos canais.

Fadiga do Marketing

A falha das marcas nas interações com o consumidor tem sido referida pelos especialistas como pressão, sobrecarga ou fadiga de marketing.

Como solução para o desafio de prevenir o ‘marketing fatigue’ e otimizar a comunicação em um mundo cross-channel e controlado pelo consumidor, Selligent recomenda conhecer perfeitamente quais canais seus clientes e prospects usam, otimizar a pressão do marketing de um modo inteligente, cross-channel, orientado a dados e automatizado, e implementar as necessidades da comunicação expressada em tempo real.

Engajamento do consumidor cross-channel

Alterian avalia que nesta era do ‘marketing overload’, o engajamento se tornou a nova moeda que movimenta as interações entre comprador e vendedor. O consumidor está no controle dessas interações, fortalecido como nunca antes. E o sucesso do engajamento depende de entregar valor em cada interação e através de todos os canais, online e off.

Em uma era onde a atenção é cada vez mais rara e a confiança nas marcas é baixa, as marcas devem transformar sua filosofia de marketing de ‘target, interromper e estimular’ para ‘listen, ser relevante e engajar’. Consumidores espertos estão conversando. As marcas precisam estar preparadas para ouvir e responder com relevância.

E conclui que, para alcançar o objetivo, além de participar das conversas para ganhar insights dos consumidores, as marcas devem aplicar o que aprendem para criar contexto para o engajamento, e torná-lo relevante e significativo; e entregar conteúdo com valor agregado e persuasivo, através do canal apropriado.

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