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	<title>Foreplay Blog - Engajamento Digital - São Paulo/SP &#187; economia da atenção</title>
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	<description>Blog da Foreplay, agência especializada em Engajamento Digital, de São Paulo, Brasil. Conversamos  sobre a nova comunicação, colaborativa e não-interruptiva, tendências de consumo e o uso de  novas tecnologias para a criação de campanhas inesquecíveis que geram conversas, sorrisos, engajamento e resultados.</description>
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		<title>na economia da atenção, “os caras do twitter” são os caras.</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 17:34:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ancona Lopes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Os Caras do Twitter” (The Twitter Guys) – Biz Stone, Evan Williams e Jack Dorsey – encabeçam a lista de The 2009 Time 100, na categoria “Builders &#38; Titans”, que está sendo divulgada pela revista Time e relaciona as pessoas mais influentes, por sua excepcional importância e reputação no mundo. Os caras mudaram o mundo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Os Caras do Twitter” (<a href="http://www.time.com/time/specials/packages/article/0,28804,1894410_1893837_1894156,00.html" target="_blank">The Twitter Guys</a>) – Biz Stone, Evan Williams e Jack Dorsey – encabeçam a lista de <a href="http://www.time.com/time/specials/packages/0,28757,1894410,00.html" target="_blank">The 2009 Time 100</a>, na categoria “Builders &amp; Titans”, que está sendo divulgada pela revista Time e relaciona as pessoas mais influentes, por sua excepcional importância e reputação no mundo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-414 aligncenter" title="Twitter founders Biz Stone, Evan Williams and Jack Dorsey caricature version, by Michel Turtchin" src="/blog/wp-content/uploads/2009/05/twitter_guys.jpg" alt="twitter_guys" width="679" height="287" /></p>
<p><strong>Os caras mudaram o mundo. Mesmo.</strong></p>
<p>Em artigo escrito para a Time, <a href="http://twitter.com/aplusk" target="_blank">Ashton Kutcher</a> – que já ultrapassou a marca de 1 milhão e 600 mil seguidores, apenas 20 dias depois de ter alcançado 1 milhão – observa que “a criação do Twitter representa uma mudança de paradigma tão significativa quanto a invenção do telégrafo, telefone, rádio, televisão ou computador pessoal”.</p>
<p>Mesmo que à primeira vista a afirmação de Kutcher pareça exagerada, não é descabida.</p>
<p><strong>“Só o recheio, por favor.”</strong></p>
<p>Com o limite de 140 caracteres, a atenção no <a href="http://twitter.com/" target="_blank">Twitter</a> é focada ao essencial das mensagens, que se tornam mais objetivas, permitindo a melhor filtragem, absorção, processamento e retenção de conteúdo.</p>
<p><strong>Adapte-se ou morra. Daí&#8230; adapte-se de novo!</strong></p>
<p>Num ambiente em acelerada transformação, no qual a fidelidade dos clientes tende a se tornar efêmera, já se permite prognosticar que o sucesso dos empreendimentos dependerá da efetividade de individuos e organizações em dar e obter atenção. Ganha quem tiver capacidade de compreender a evolução das expectativas do consumidor, responder com rapidez às tendências e antecipar-se às mudanças estruturais de um mercado cada vez mais dinâmico.</p>
<p>A moeda que movimentará a nova &#8220;Economia da Atenção&#8221; já não será o dinheiro, mas a atenção capaz de gerá-lo, otimizada segundo parâmetros mais qualitativos do que quantitativos.</p>
<p>Muito mais do que isso, a liderança em top of mind dependerá da habilidade em construir com os clientes um clima de confiança mútua, propício para que estes se tornem parceiros na criação e viabilização de novas soluções e produtos. É nesse âmbito que o Twitter ganha destaque dentre as outras ferramentas de comunicação existentes.</p>
<p><strong>Converse. No mínimo, observe. Mas não ignore.</strong></p>
<p>Há um constante debate sobre os aspectos positivos e negativos de se ter marcas dentro do Twitter. Muitos dizem que marcas não deveriam usar o serviço, pois é uma ferramenta conversacional, de pessoas falando com pessoas, não de marcas transmitindo mensagens uni-dimensionais. Outros dizem que marcas deveriam se envolver com a ferramenta pois ela é 100% opt-in &#8211; ou seja, as pessoas escolhem quem querem seguir. Ainda vão mais além, afirmando que parte do grande atrativo do Twitter para as marcas é a receptividade dos usuários, que de fato escolhem segui-las, se engajar e participar das discussões.</p>
<p><strong>Quer dançar? Algumas dicas:</strong></p>
<p>Não importa se você se identifica como <a href="http://twitter.com/FordCustService" target="_blank">@FordCustService</a> ou como <a href="http://twitter.com/ScottMonty" target="_blank">@ScottMonty</a>, gerente de Social Media da Ford. A chave para o sucesso no Twitter é o conteúdo. Portanto, uma vez dentro, o que fazer?<br />
<strong></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>1.    Engaje seus followers:</strong> Socialmedia é uma avenida de duas mãos. As pessoas gostam de receber atenção exclusiva, de sentir que você realmente está interessado e focado no que elas estão dizendo. Replies e Direct Messages são uma ótima maneira de conversar com as pessoas. Use-as.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>2.    Agregue valor:</strong> Além de twittar sobre promoções, produtos e serviços que você oferece, mande informações que as pessoas considerem relevantes, sem fugir do assunto. Por exemplo, uma companhia aérea como a <a href="http://twitter.com/JetBlue" target="_blank">@JetBlue</a> pode twittar sobre preços de passagens e promoções, e também sobre dicas de viagens, blogs com dicas de lugares para se visitar, etc. As possibilidades são infinitas!</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>3.    Não use robôs para seguir as pessoas aleatoriamente:</strong> Procure no <a href="http://search.twitter.com/" target="_blank">twittersearch</a> por usuários que já citaram sua marca em algum tweet. Ser um agressive follower e sair seguindo todo mundo sem critérios é muito mal visto.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>4.    Siga as pessoas que te seguem:</strong> Um usuário que procurou pela sua marca e apertou o “follow” é uma pessoa interessada na marca, que quer saber de novidades e informações. É simpático que uma empresa siga quem a segue. Até o <a href="http://twitter.com/barackobama" target="_blank">@BarackObama</a> faz isso.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>5.    Monitore conversas:</strong> O Twitter é uma ótima maneira de receber feedback sobre sua marca, sem pagar por pesquisas infinitas. Procure saber o que as pessoas estão falando sobre sua marca, pois as notícias se espalham muito rápido no twitter. Um bom exemplo disso é o caso da Amazon, que tem uma tag exclusiva no Twitter, a <a href="http://search.twitter.com/search?q=%23amazonfail" target="_blank">#amazonfail</a>. Outro exemplo foi o recente caso da Pizzaria Domino&#8217;s e os <a href="http://www.youtube.com/watch?v=1D9PikBzNNo" target="_blank">vídeos terríveis</a> que se espalharam pela web, inclusive pelo Twitter. Para tentar controlar o buzz negativo, criaram a conta <a href="http://twitter.com/dpzinfo" target="_blank">@dpzinfo</a>. Conheça também o <a href="http://www.twazzup.com/" target="_blank">Twazzup</a> – é excelente para monitorar palavras chave, influenciadores e tendências.</p>
<p>Fica a pergunta que não quer calar: será que “os caras do Twitter” tinham noção do seu potencial quando o criaram? É bastante discutível&#8230; mas nem por isso eles deixam de ser OS CARAS!</p>
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		<title>todo mundo está falando&#8230;mas quem está ouvindo?</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 18:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ancona Lopes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[economia da atenção]]></category>
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		<description><![CDATA[Não é novidade nenhuma que a social web deu voz para todos. Cada pessoa é uma nova mídia de duas mãos, com seus amigos reais, virtuais e followers acompanhando cada update que é feito nas redes sociais que participam. Isso sem falar nos transeuntes, que navegam sem destino por perfis, blogs, twitters e etc, sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-364" title="Twitter Fever - twitter birds talking but not listening, by Michel Turtchin" src="/blog/wp-content/uploads/2009/04/twitter_fever.gif" alt="twitter_fever" width="724" height="287" /></p>
<p>Não é novidade nenhuma que a social web deu voz para todos. Cada pessoa é uma nova mídia de duas mãos, com seus amigos reais, virtuais e followers acompanhando cada update que é feito nas redes sociais que participam. Isso sem falar nos transeuntes, que navegam sem destino por perfis, blogs, twitters e etc, sem saber ao certo o que procuram, só pra ver no que vai dar.</p>
<p>Você pode ter ouvido falar sobre o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dunbar%27s_number" target="_blank">Número de Dunbar</a>, que define um limite teórico de que uma pessoa é capaz de manter 150 relações sociais estáveis. Ou seja, só assim a pessoa realmente é capaz de conhecer cada membro do seu grupo e como cada um destes membros se relaciona com as outras pessoas do mesmo grupo.</p>
<p>É justo considerar que as plataformas criadas nos últimos anos, em especial Orkut, Facebook e Twitter, auxiliam na organização das relações e das informações relevantes sobre as pessoas, mas será que essa capacidade se multiplicou por 10, 20, 30? Dificilmente.</p>
<p>É quase trivial encontrar pessoas que seguem mais de 1000 perfis no Twitter.  A <a href="http://www.twitter.com/britneyspears" target="_blank">@BritneySpears</a>, que acabou de perder a corrida para ser o primeiro perfil a atingir um milhão de followers (vitória do Ashton Kutcher, aka <a href="http://www.twitter.com/aplusk">@aplusk</a>), é um exemplo extremo: além de dar shows, entrevistas e viver on the fast lane, segue mais de 225.000 perfis &#8211; Mas será que segue mesmo? Se sim, quero a receita – afinal, saber o que 225.000 pessoas estão pensando em real time é o mais próximo da onisciência que eu consigo imaginar. Ainda bem que o Twitter está lutando contra a adição em massa de usuários pra tentar evitar essa guerra por seguidores.</p>
<p>Tem muita gente (<a href="http://www.comscore.com/blog/2009/04/breaking_news_and_making_news.html" target="_blank">e mais vindo aí!</a>) fazendo 5, 10, 20&#8230;50 tweets num dia. A pergunta de um milhão de dólares é: Como fazer pra ouvir todo mundo, nessa freqüência tão grande, e ainda assim conseguir viver, trabalhar, sair de casa pra curtir os amigos ou pegar um cineminha? <strong><br />
Das duas uma: ou ninguém está vivendo, ou ninguém está ouvindo! </strong></p>
<p>Os benefícios da social media são inegáveis. Pessoas, empresas e governos lutam por sua presença na <a href="http://briansolis.tumblr.com/post/85090914/coining-the-statusphere-the-social-webs-next-big" target="_blank">statusfera</a>,  numa corrida alucinada para se tornar o mais rico na <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/attention_economy_overview.php" target="_blank">economia da atenção</a>. O risco é de vivermos uma nova bolha, onde depois de acompanhar milhares e milhares de updates, pessoas notem que pouquíssimos foram realmente úteis, e que o tempo gasto na tentativa de absorção de uma massa enorme de informação nunca vai ser recuperado. Seria praticamente a volta da era da interrupção, mas agora com muito mais gente fazendo broadcasting, ao invés de conversando.</p>
<p>Mas calma, não precisamos jogar o computador, celular, contas em serviços 2.0 e RSS reader pela janela. O negócio é buscarmos ser cada vez mais relevantes para nossos amigos, followers, FoFs (friends of friends) e transeuntes, e ao mesmo tempo sermos mais criteriosos na hora de determinar em quem vamos “investir nossa atenção”, acompanhando apenas quem, de fato, impacta positivamente nossa vida. A natureza foi muito sábia ao nos dar uma boca e dois ouvidos.</p>
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