<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Foreplay Blog - Engajamento Digital - São Paulo/SP &#187; dicas</title>
	<atom:link href="http://www.foreplay.com.br/blog/tag/dicas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.foreplay.com.br/blog</link>
	<description>Blog da Foreplay, agência especializada em Engajamento Digital, de São Paulo, Brasil. Conversamos  sobre a nova comunicação, colaborativa e não-interruptiva, tendências de consumo e o uso de  novas tecnologias para a criação de campanhas inesquecíveis que geram conversas, sorrisos, engajamento e resultados.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Jul 2010 21:57:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>must read: os 10 melhores ebooks de marketing e social media</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/09/02/must-read-os-10-melhores-ebooks-de-marketing-e-social-media/</link>
		<comments>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/09/02/must-read-os-10-melhores-ebooks-de-marketing-e-social-media/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 21:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ancona Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[categoria]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[lista]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[mustread]]></category>
		<category><![CDATA[socialmedia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.foreplay.com.br/blog/?p=773</guid>
		<description><![CDATA[Planeta Terra, 2009. Ninguém tem tempo pra nada. É preciso estar antenado e entregar mais com menos. A internet tem informação demais. Pra facilitar a vida de todos, algum gênio inventou os e-books e os whitepapers, mas agora existem centenas deles também. Selecionamos 10, com diferentes perspectivas, enfoques e, portanto, complementares. Não tem tempo pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Planeta Terra, 2009. Ninguém tem tempo pra nada. É preciso estar antenado e entregar mais com menos. A internet tem informação demais. Pra facilitar a vida de todos, algum gênio inventou os e-books e os whitepapers, mas agora existem centenas deles também.</p>
<p>Selecionamos 10, com diferentes perspectivas, enfoques e, portanto, complementares. Não tem tempo pra ler tudo? Extraímos o suco. Agora, escolha você mesmo quais quer ler na íntegra, colocar na fila, ou fique só com a essência.</p>
<p><strong>E por que estes 10?</strong></p>
<p>A lista inclui ebooks como &#8220;The Social Metropolis&#8221;, &#8220;2009 Social Marketing Playbook&#8221;, &#8220;What&#8217;s Social Media&#8221; e &#8220;Redes Sociais na Internet&#8221;. Como qualquer outra seleção, esta pode descontentar a alguns. Mas não tem problema. Diferentes perspectivas produzem a sinergia que faz a diferença. E a busca da excelência pode ser tão ou mais gratificante do que alcançá-la. Então contribua nos comentários com as suas idéias e sugestões de melhores ebooks e whitepapers! Tks! A lista vem logo abaixo do break.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-881" title="10 ebooks" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/montagem.jpg" alt="10 ebooks" width="679" height="287" /></p>
<p><span id="more-773"></span><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>1. <a href="http://www.icrossing.co.uk/fileadmin/uploads/eBooks/What_is_Social_Media_iCrossing_ebook.pdf" target="_blank">What&#8217;s Social Media</a>, by Antony Mayfield from iCrossing.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-837" title="What's Social Media" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/01.jpg" alt="01" width="446" height="470" /><br />
 </strong></p>
<p>Foi escrito com o objetivo de atender a qualquer interessado, podendo servir como guia de referência. Procura oferecer resposta a uma simples questão: “O que é social media?” Apresenta uma breve visão geral do fenômeno social media e do seu impacto sobre a vida das pessoas, empresas e nações.</p>
<p style="text-align: center;"><em>É difícil, em verdade perigoso, subestimar a enorme mudança<br />
 que essa revolução trará, ou o poder de desenvolver tecnologias<br />
 para construir e destruir não apenas empresas mas países inteiros.<br />
 Rupert Murdoch</em></p>
<p>Enfoca as características principais, os meios de produção e distribuição de conteúdo e suas formas de manifestação: redes sociais, blogs, wikis, podcasts, fóruns, comunidades de conteúdo e microblogs. Mostra como as pessoas interagem com esses recursos, para pensar, opinar, encontrar outras pessoas, compartilhar idéias, debater, cooperar, comercializar, e com isso gerar amizades, parcerias e casamentos, e revela que a maior razão para sua expansão tão rápida é que ela nos permite ser nós mesmos.</p>
<p>Uma boa maneira de pensarmos sobre social media<br />
 é que tudo isso na realidade trata sobre sermos seres humanos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>2. The Social Metropolis, by GoViral.</strong></p>
<p><a href="http://www.goviral.com/book_2008.html" target="_blank">Versão para leitura online (flash)</a></p>
<p><a href="http://www.goviral.com/orderBook.php" target="_blank">Versão para download (pdf)</a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-838" title="The Social Metropolis" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/02.jpg" alt="02" width="296" height="227" /></p>
<p>Explora a vida na Metrópole Social, o mundo dinâmico e vibrante da moderna social media. Pessoas são seres sociais. Elas têm prazer em interagir e compartilhar seus próprios relatos e opiniões, atos que satisfazem sua necessidade básica de comunicação e engajamento com outras pessoas, e dá a elas a certeza de estarem atualizadas e “in the loop”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.adverblog.com/archives/img/goviralpresentation.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-839" title="The Social Metropolis" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/03.JPG" alt="03" width="453" height="338" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Navegando em uma cidade<br />
 que nunca dorme.”</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>“I am social,<br />
 therefore I am.”</em></p>
<p>Também reúne os elementos para refletir sobre a participação do consumidor nesse ambiente, e os resume em uma única pergunta: “Como podem produtos e marcas penetrar nessa Metrópole Social?” E para respondê-la, o faz por partes subdividindo-a para questões mais especificas, do tipo “Como captar a atenção dos clientes?”, e “Como utilizar as novas tecnologias para ativar a sua marca online, em uma era de democratização da informação e da participação?”</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.riot.com.br/img/posts/metropolis.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-840" title="The Social Metropolis" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/04.JPG" alt="04" width="427" height="320" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><em>“Nos próximos cem anos,<br />
 a informação não será apenas empurrada para as pessoas.<br />
 Será compartilhada entre as milhões de conexões que as pessoas tem.<br />
 A propaganda vai mudar. E você precisará estar nessas conexões.”<br />
 Mark ZuckerBerg, Facebook</em></p>
<p>O Social Metropolis analisa ainda a importância da social media e o desafio que representa o engajamento de uma audiência cada vez mais fragmentada, que está criticando os seus produtos e ajustando os seus conteúdos por toda parte, queira você ou não, em um processo contínuo do qual com frequência você não participa.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>3. <a href="http://www.alterian.com/resources/brochures.aspx" target="_blank">Get Ready to Engage</a>, by Alterian.</strong></p>
<p>Demonstra, com uma tecnologia diferenciada exposta de maneira bastante didática, como se desenvolve o processo de Engajamento do Cliente, em uma abordagem que tem por objetivo coordenar a comunicação bilateral através de múltiplos canais, como núcleo de uma estratégia que muda o foco do marketing das massas para o indivíduo, de modo a interagir com os consumidores em vez de interrompê-los.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.alterian.com/images/Engagement_Journey_RGB.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-841" title="Get Ready to Engage" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/05.JPG" alt="05" width="609" height="232" /></a></p>
<p>Esse processo deve ser encarado como uma jornada, em que as ações, disparadas de modo a atingir o alvo em aproximações sucessivas, devem ser planificadas com foco na gestão da aplicação e integração dos dados requeridos, para mover os clientes ao longo das etapas do ciclo de engajamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.alterian.com/images/200810%20Product%20Wheel.gif" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-842" title="Get Ready to Engage" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/06.JPG" alt="06" width="363" height="365" /></a></p>
<p>A capacidade requerida para engajar com os clientes é resultado das diversas etapas que compõem o ciclo de engajamento, de modo a permitir comunicações individualizadas a milhões de consumidores, simultaneamente.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.alterian.com/images/Life_Cycle_RGB.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-843" title="Get Ready to Engage" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/07.JPG" alt="07" width="609" height="273" /></a></p>
<p>Em uma perspectiva mais ampla, a abordagem multicanal integra a análise, o conteúdo e a execução, para orientar o funcionamento das etapas do ciclo de engajamento, que por sua vez capacita as empresas a construir estratégias de comunicação que criam ativos, a partir dos relacionamentos individuais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.alterian.com/images/Building_Blocks_RGB.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-844" title="Get Ready to Engage" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/08.JPG" alt="08" width="609" height="430" /></a></p>
<p>O processo todo é desenvolvido de modo a dar aos marketers melhores condições para superar o desafio de não só engajar com seus clientes e prospects online e offline, mas também e principalmente motivá-los para que venham a se tornar advocates da marca ao longo do tempo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>4. <a href="http://www.scribd.com/doc/16256776/360i-Social-Marketing-Playbook" target="_blank">2009 Social Marketing Playbook</a>, by 360i.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-845" title="2009 Social Marketing Playbook" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/09.JPG" alt="09" width="370" height="479" /><br />
 </strong></p>
<p>Foi gerado para apoiar os marketers no desafio de lidar com as contínuas e profundas mudanças das regras para engajamento do consumidor – “Marketing era muito mais fácil &#8211; e estou falando sobre o final da década de 1990, não de 1950.” (Bryan Winer, CEO, 360i).</p>
<p>Os consumidores, que antes se informavam sobre marcas e produtos através de publicidade e propaganda, passaram a gerar seus próprios conteúdos e a compartilhá-los entre si, diminuindo a atenção prestada aos canais de comunicação tradicionais e aumentando o poder do boca-a-boca.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Social media pode bem ser o alívio para o sofrimento que todosprecisamos – o remédio que faz a propaganda relevante e bem-vinda em nossas vidas.”<br />
 Randall Rothenberg, Presidente e CEO, Interactive Advertising Bureau</em></p>
<p>O Playbook foi escrito por marketers para marketers. Tem por alvo dar-lhes suporte para incorporação do social marketing à estratégia de marketing tradicional, e fornecer um quadro de referência para estabelecimento de objetivos para uma estratégia de socialmedia. E também prover um filtro para avaliação das múltiplas oportunidades e plataformas, em que o social marketing se torne um veículo para um contínuo e valioso intercâmbio com os clientes e ampliar o alcance das campanhas offline.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Social Marketing elimina o intermediário,<br />
 dando às marcas a oportunidade única<br />
 de ter um relacionamento direto<br />
 com seus clientes.”<br />
 Bryan Wiener, CEO, 360i</em></p>
<p>Para atingir esse propósito, começa por orientar a abordagem estratégica a partir de: observar e classificar do comportamento dos clientes online de acordo com a Escada Tecnográfica da Forrester:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://farm4.static.flickr.com/3202/2955726053_be6db2d85f_o.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-846" title="2009 Social Marketing Playbook" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/10.JPG" alt="10" width="361" height="389" /></a></p>
<p>A segunda etapa é monitorar os diálogos online relacionados com a sua marca, e os rastros deixados pelos concorrentes; e estabelecer as métricas para medir o buzz online (KCIs: Key Conversation Indicators).</p>
<p>A partir daí, leva a estabelecer os objetivos e as métricas; avaliar estrategicamente as oportunidades; e identificar quais as plataformas que têm a escala necessária e as oportunidades de negócios para sua marca.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-847" title="2009 Social Marketing Playbook" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/11.JPG" alt="11" width="424" height="424" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Há milhares de plataformas sociais;<br />
 Nem todas são indicadas para a sua marca.</em></p>
<p>Mapeia-se então os interesses dos consumidores com os quais serão estabelecidos contato.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-848" title="2009 Social Marketing Playbook" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/12.JPG" alt="12" width="456" height="214" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Uma nuvem de palavras de interesses e hobbies, gerada dos perfis<br />
 de adolescentes do Facebook e do LiveJournal, por eles mesmos.</em></p>
<p>Uma das recomendações principais é otimizar o equacionamento do uso dos diversos canais de comunicação com o cliente, de modo a obter presença e engajamento.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Old Media e New Media precisam uma da outra,<br />
 e vão continuar assim por muito tempo&#8230;<br />
 quando Old Media e New Media<br />
 se tornarem catalisadores um para o outro,<br />
 coisas surpreendentes poderão e vão acontecer.”</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>5. <a href="http://www.slideshare.net/Olivier.mermet/universal-mc-cann-wave4" target="_blank">Power to the People – Social Media Tracker &#8211; Wave.4</a>, by Universal McCann.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-851" title="Power to the People – Social Media Tracker - Wave.4" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/13.JPG" alt="13" width="370" height="345" /><br />
 </strong></p>
<p>Apresenta um estudo que fornece uma compreensão das profundas mudanças na maneira como os consumidores estão usando a internet em consequência do avanço da socialmedia. O estudo baseia-se em uma pesquisa que aborda os aspectos fundamentais relacionados com o tema, partindo de como os consumidores estão usando a socialmedia, e quais as motivações que os levam a utilizá-la.</p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Social media é uma paisagem que evolui rapidamente, e que está assumindo um papel de importância crescente na vida digital dos consumidores.<br />
 Marcas que querem engajar com consumidores nesses espaços precisam entender como, onde e por que elas estão usando as mais diferentes plataformas que possibilitam criar e compartilhar conteúdo.”<br />
 Glen Parker, Research Director, Universal McCann</em></p>
<p>Tem como um dos focos prioritários revelar como a socialmedia influencia as decisões de compra dos consumidores, e como ela permite a estes influenciar as decisões de compra de pessoas desconhecidas. Mostra também quais as marcas que estão utilizando a socialmedia de modo mais efetivo, e o que deveriam fazer para maximizar a efetividade da comunicação da marca nesses espaços.</p>
<p>Os resultados revelam que as redes sociais estão se tornando a plataforma dominante para criação e compartilhamento de conteúdos em seus diversos formatos, com destaque para alguns países, entre eles o Brasil, que se sobressai dos demais em razão da fértil criação de conteúdo em uma variedade de plataformas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.slideshare.net/Olivier.mermet/universal-mc-cann-wave4" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-852" title="Power to the People – Social Media Tracker - Wave.4: slide 34" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/14.JPG" alt="14" width="370" height="345" /></a></p>
<p>E, para finalizar, recomenda um programa de 10 passos, para obter sucesso na socialmedia:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.slideshare.net/Olivier.mermet/universal-mc-cann-wave4" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-853" title="Power to the People – Social Media Tracker - Wave.4: slide 37" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/15.JPG" alt="15" width="370" height="345" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>6. <a href="http://www.razorfish.com/img/content/2009DOR.pdf" target="_blank">Digital Outlook Report 09</a>, by Razorfish.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-854" title="Digital Outlook Report 09" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/16.JPG" alt="16" width="364" height="342" /><br />
 </strong></p>
<p>Dirigido aos profissionais de marketing e comunicação, o relatório delineia o panorama do mundo digital e aponta as tendências para esse mercado. Nesse ambiente, mais do que em qualquer outro, clientes lidam com os desafios de um mundo em constante ebulição, e precisam de idéias para transformar os negócios de modo a não só superar os desafios, mas identificar e tirar proveito das oportunidades que emergem das ameaças. No passado, a única ferramenta para estabelecer contato com o cliente eram os canais pagos.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Gastei os primeiros 30 anos da minha carreira<br />
 em propaganda focado em dizer coisas…<br />
 Agora, depois de 10 anos no espaço digital,<br />
 encontro-me gastando o meu tempo<br />
 em conversar com os clientes<br />
 sobre construir coisas.”<br />
 Clark Kokich, CEO, Razorfish</em></p>
<p>Ainda é preciso ser bom em dizer coisas. A propaganda unidirecional continuará sendo uma poderosa força de marketing. Mas não será suficiente. É necessário tornar real aquilo que se diz, construindo experiências que verdadeiramente estabelecem uma conexão direta e concreta entre o consumidor e a marca, e entregam o prometido.</p>
<p>A tecnologia digital tem um enorme potencial para re-imaginar a conexão com o consumidor, ou reinventar um modelo de negócios. Existe uma longa lista de pontos de contato com os quais se pode trabalhar, começando pela Web, e expandindo para aplicações móveis, jogos, widgets, e muitos outros. Agora, tudo é possível.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“O futuro de criar e sustentar marcas<br />
 está em construir experiências,<br />
 não apenas em produzir grandes propagandas…<br />
 Para um número crescente de marcas,<br />
 a experiência digital está se tornando tão importante<br />
 quanto o produto físico real.”<br />
 Clark Kokich, CEO, Razorfish</em></p>
<p>Então, com o novo panorama, os modelos deverão também mudar e ser adaptados. O foco principal deverá estar em como incorporar o digital nos modelos de marketing e comunicação. E, principalmente, em como empregar estratégias de influência que agreguem valor para ambos – consumidores e marcas – na era digital.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>7. <a href="http://www.scribd.com/doc/2233036/Customer-Service-The-Art-of-Listening-and-Engagement-Through-Social-Media" target="_blank">Customer Service: The Art of Listening and Engagement Through Social Media</a>, by Brian Solis.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-856" title="Customer Service: The Art of Listening and Engagement Through Social Media" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/17.JPG" alt="17" width="325" height="409" /><br />
 </strong></p>
<p>Apresenta a filosofia e as ferramentas da era da Social Media, utilizadas para ouvir e engajar os clientes com as marcas, construir relacionamentos e criar evangelistas no percurso. Com esse objetivo, recomenda um programa de duas vias, orientado pela relevância e pelo valor, que possibilita à marca comunicar-se com o consumidor de uma maneira menos intrusiva, e assim obter a sua confiança, promover o boca-a-boca e conquistar a sua lealdade.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Lembre-se de que, na vida, você também é um cliente.<br />
 Você compra coisas, você se queixa de produtos e serviços<br />
 dos quais você não gosta, e recomenda aqueles que você ama.<br />
 Então você tem que ser um cliente, para pensar como um cliente.”</em></p>
<p>Incita a cultivar os relacionamentos com os clientes, ao longo dos diversos estágios de engajamento, e deixa claro que isso é uma verdadeira arte.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-857" title="Customer Service: The Art of Listening and Engagement Through Social Media" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/18.JPG" alt="18" width="537" height="315" /></p>
<p><em><strong>Brian Solis</strong></em> é Diretor da FutureWorks. É co-fundador do Social Media Club e membro original do Media 2.0 Workgroup. É autor e conferencista em new marketing e engajamento. Publica seus posts no blog PR2.0.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>8. <a href="http://www.engagementdb.com/downloads/ENGAGEMENTdb_Report_2009.pdf" target="_blank">The world’s most valuable brands. Who’s most engaged? ENGAGEMENTdb. Ranking as Top 100 Marcas Global Brands</a>, by Wetpaint / Altimeter Group.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-858" title="The world’s most valuable brands. Who’s most engaged? ENGAGEMENTdb. Ranking as Top 100 Marcas Global Brands" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/19.JPG" alt="19" width="273" height="394" /><br />
 </strong></p>
<p>Motivados pela histórica incapacidade das empresas para conseguir uma medida confiável do retorno financeiro dos investimentos em marketing, em especial na social media, os autores realizaram o estudo baseado em uma pesquisa com as 100 marcas mais valiosas do mundo. Ele verifica a amplitude da presença da marca nos vários canais da socialmedia, avalia a profundidade do engajamento em cada canal, e como esse engajamento correlaciona com as métricas financeiras de receita e lucro.</p>
<p>Uma das conclusões do estudo é que, na proporção em que aumenta a quantidade de canais em que a marca tem presença, aumenta a profundidade do engajamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://news.cnet.com/i/bto/20090720/top_100_brands.png" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-859" title="The world’s most valuable brands. Who’s most engaged? ENGAGEMENTdb. Ranking as Top 100 Marcas Global Brands" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/20.JPG" alt="20" width="492" height="378" /></a></p>
<p>O estudo também estabelece uma segmentação das marcas em quatro perfis de engajamento, em função da correlação existente entre o número de canais onde se verifica a sua presença, e o nível de engajamento obtido no conjunto desses canais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.trendbird.co.kr/attach/1/1195666428.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-861" title="The world’s most valuable brands. Who’s most engaged? ENGAGEMENTdb. Ranking as Top 100 Marcas Global Brands" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/211.JPG" alt="21" width="454" height="306" /></a></p>
<p>A partir da segmentação, confirma-se que as marcas mais valorizadas no mundo estão, também, experimentando uma correlação direta entre alta performance financeira e profundo engajamento na social media. Além disso, constata-se que as marcas ampla e profundamente engajadas na social media ultrapassam as demais em performance, tanto em termos de receita quanto de lucro.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.trendbird.co.kr/attach/1/1368665127.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-862" title="The world’s most valuable brands. Who’s most engaged? ENGAGEMENTdb. Ranking as Top 100 Marcas Global Brands" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/22.JPG" alt="22" width="454" height="218" /></a></p>
<p>O relatório inclui estudos de caso, destacando quatro marcas – Starbucks, Toyota, SAP e Dell – com perfil de alta presença e alto engajamento na social media. Para essas marcas, além da análise dos dados estatísticos, houve também o exame dos aspectos qualitativos da sua gestão do engajamento, de modo a prover insights quanto ao comportamento delas nos canais onde se verifica a sua presença.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>9. <a href="http://www.redessociais.net/" target="_blank">Redes Sociais na Internet</a>, por Raquel Recuero.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-863" title="Redes Sociais na Internet" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/23.JPG" alt="23" width="304" height="454" /><br />
 </strong></p>
<p>Apesar do enfoque acadêmico, busca facilitar o entendimento do que são e como podem ser estudadas as redes sociais. Tem por objetivo oferecer idéias e reflexões a quem deseja entender como essas redes estão modificando os processos sociais e informacionais. É dividido em duas partes. A primeira, focada na discussão dos conceitos teóricos necessários para compreender no que consiste o estudo dos grupos sociais na Internet, através da metáfora das redes. A segunda, em aplicações da teoria, de modo a tornar possível a compreensão da difusão de informações, dos valores que são construídos e dos tipos de grupos que podem surgir.</p>
<p>A comunicação entre os atores, ampliada pela crescente capacidade de conexão e interação, está mudando as formas de organização, identidade, conversação e mobilização social. E produz fenômenos, como a campanha para eleição de Barack Obama para presidente, nos EUA, ou a de solidariedade com as vítimas das enchentes em Santa Catarina, aqui no Brasil. E tanto a participação coletiva quanto as individuais encontram o seu espaço, o que faz com que todos se sintam mais capazes de transformar suas comunidades, seu país, e até o mundo, em lugares melhores para se viver.</p>
<p>Em post recém publicado no seu blog, a autora esclarece que focou a pesquisa em tentar compreender se as redes sociais na Internet refletiam as redes sociais fora dela.</p>
<p>O objetivo era entender se podemos compreender o grupo social a que alguém pertence a partir das conversações na Internet e como essas conversações podem refletir-se, em retorno, nesses grupos.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Depois de ter estudado uma série de ferramentas e sua apropriação, compreendeu que<br />
 as redes sociais online são essencialmente diferentes das offline, embora possam refletir estas de forma parcial.</em></p>
<p>Assim, as redes sociais na Internet não deveriam ser vistas como um reflexo completo das redes sociais offline, mas como desveladoras de vários aspectos destas e como complexificadoras de seu espaço de atuação. É inegável que a apropriação das ferramentas vai afetar as redes sociais offline, pois há maior espaço de circulação de informações, por conta da maior clusterização das redes online e da maior conectividade. Além disso,<br />
 o espaço online permite que as redes fiquem em permanente conexão, influenciando também os valores que circulam nessas redes e a percepção dos atores destes.</p>
<p>E conclui, afirmando que lhe parece fundamental que essa pequena diferença seja vista de forma clara nas pesquisas e trabalhos que focam o tema: redes sociais online e offline são, sim, diferentes.</p>
<p><em><strong>Raquel Recuero</strong></em> é jornalista, mestre e doutora em Comunicação e Informação (UFRGS), professora e pesquisadora do PPGL e do curso de Comunicação Social da UCPel.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>10. <a href="http://www.onipresentelivro.com.br/download.html" target="_blank">Onipresente. Comunicação: De onde viemos e para onde vamos</a>, por Ricardo Cavallini.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-864" title="Onipresente. Comunicação: De onde viemos e para onde vamos" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/24.JPG" alt="24" width="322" height="481" /><br />
 </strong></p>
<p>Aborda as mudanças que estão ocorrendo com o consumidor e a comunicação, em decorrência da escalada da Internet, e em particular da Social Media. Busca &#8211; a partir de uma perspectiva histórica, em que se apóia no conceito de ondas ou ciclos &#8211; tanto a compreensão das origens, da dinâmica e do contexto da evolução do fenômeno até o presente, quanto as referências para projetar o cenário do que virá à frente do ciclo atual, identificado pela transição do analógico para o digital.</p>
<p style="text-align: center;"><em>A combinação de comunidades, aplicações, acesso à web<br />
 e serviços de localização tornam praticamente<br />
 tudo o que for analógico em digital.</em></p>
<p>Observa como característica fundamental do processo, baseado na teoria de Schumpeter, que o surgimento de uma inovação, ao mesmo tempo que gera um novo ciclo, causa o declínio do anterior. E, na proporção em que as inovações passam a se suceder com mais rapidez, encurta-se a amplitude das ondas, derrubando o mito tradicional de que as economias saudáveis deveriam estar em constante equilíbrio.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.clemson.edu/caah/history/FacultyPages/PamMack/lec122/schump.gif" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-865" title="Onipresente. Comunicação: De onde viemos e para onde vamos" src="http://www.foreplay.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/25.JPG" alt="25" width="609" height="167" /></a></p>
<p>Enfoca, com especial destaque, as particularidades do panorama brasileiro, um ambiente de contrastes onde a alta penetração da televisão convive lado a lado com a liderança mundial no consumo de meios e tecnologias digitais diversas.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Brasil é o país com o maior índice do que a agência de mídia<br />
 Universal McCann chamou de ‘superinfluenciadores’.&#8221;</em></p>
<p>E, com o mesmo propósito, aponta os principais fatores determinantes que transformaram a comunicação, dando-lhe um caráter multidisciplinar. De todas as consequências, a mais importante é trazer mais opções, fomentando novos comportamentos de consumo, aumentando assim o poder do consumidor.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Nas redes sociais, a força é do grupo,<br />
 como em um enxame de abelhas:<br />
 uma picada pode doer, mas o maior risco<br />
 é da picada chamar a atenção de outras abelhas.”</em></p>
<p>Alcance, frequência e impacto são as dimensões da comunicação fortemente impulsionadas. Impacto racional ou emocional, que traga maior relevância, maior envolvimento e maior interação, e que seja capaz de gerar mobilização e conquistar o consumidor. Medir grau de atenção e engajamento tornaram-se objetos de desejo, que não se podem traduzir em fórmulas padronizadas. Audiência continua sendo importante, mas, se a mídia não contribuir para gerar mobilização, mostrar a mensagem terá pouco valor. O segredo é conseguir um bom equilíbrio entre audiência e impacto.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“Jogar a mensagem na cara de alguém<br />
 não garante que essa pessoa irá prestar atenção.”</em></p>
<p>E a internet será cada vez mais a integradora de todos os meios. A interação é feita através de tudo e de todos. Todo mundo online, o tempo todo, gerando, distribuindo e consumindo conteúdo de várias formas. Os meios de massa tornando-se interativos, e os interativos crescendo, a ponto de ter audiência de massa.</p>
<p style="text-align: center;"><em>“A transmissão de toda a história das<br />
 quatro maiores emissoras brasileiras<br />
 é três ou quatro vezes menor que o montante<br />
 de horas enviado para o YouTube em um único ano.”</em></p>
<p>A comunicação torna-se onipresente.</p>
<p><em><strong>Ricardo Cavallini</strong></em> é profissional de comunicação interativa, professor de marketing direto na ABEMD e editor do blog <a href="http://www.coxacreme.com.br/" target="_blank">Coxa Creme</a><a href="http://www.coxacreme.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;"><span style="text-decoration: none;"> </span></span></a>.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Links para o conteúdo:</strong></p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.icrossing.co.uk/fileadmin/uploads/eBooks/What_is_Social_Media_iCrossing_ebook.pdf" target="_blank">What&#8217;s Social Media</a></strong>, by Antony Mayfield, from iCrossing.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>The Social Metropolis,</strong> by GoViral.</li>
</ul>
<p style="padding-left: 60px;"><a href="http://www.goviral.com/book_2008.html" target="_blank">Versão para leitura online (flash)</a><a href="http://www.goviral.com/orderBook.php" target="_blank"></a></p>
<p style="padding-left: 60px;"><a href="http://www.goviral.com/orderBook.php" target="_blank">Versão para download (pdf)</a></p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.alterian.com/resources/brochures.aspx" target="_blank">Get ready to Engage</a></strong>, by Alterian.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.scribd.com/doc/16256776/360i-Social-Marketing-Playbook" target="_blank">2009 Social Marketing Playbook</a></strong>, by 360i.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.slideshare.net/Olivier.mermet/universal-mc-cann-wave4" target="_blank">Power to the People – Social Media Tracker &#8211; Wave.4</a></strong>, by Universal McCann.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.razorfish.com/img/content/2009DOR.pdf" target="_blank">Digital Outlook Report 09</a></strong>, by Razorfish.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.scribd.com/doc/2233036/Customer-Service-The-Art-of-Listening-and-Engagement-Through-Social-Media" target="_blank">Customer Service: The Art of Listening and Engagement Through Social Media</a></strong>, by Brian Solis<strong>.<br />
 </strong></li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.engagementdb.com/downloads/ENGAGEMENTdb_Report_2009.pdf" target="_blank">ENGAGEMENTdb &#8211; Ranking the Top 100 Global brands</a></strong>, by Wetpaint / Altimeter Group.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.redessociais.net/" target="_blank">Redes Sociais na Internet</a></strong>, por Raquel Recuero.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.onipresentelivro.com.br/download.html" target="_blank">Onipresente &#8211; Comunicação: De onde viemos e para onde vamos</a></strong>, por Ricardo Cavallini.</li>
</ul>
<p>E é isso aí!</p>
<p>É complicado ter tempo pra ler esse post inteiro muito menos absorver o conteúdo de todos os ebooks numa sentada só, por isso o botão do Delicious está logo abaixo.  :p</p>
<p>Abs,</p>
<p><a href="http://twitter.com/anconalopes" target="_blank">@anconalopes</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/09/02/must-read-os-10-melhores-ebooks-de-marketing-e-social-media/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>8 dicas pra não comer poeira nos dias difíceis</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/06/10/8-dicas-pra-nao-comer-poeira-nos-dias-dificeis/</link>
		<comments>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/06/10/8-dicas-pra-nao-comer-poeira-nos-dias-dificeis/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 20:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Ancona Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[categoria]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Maiores Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[socialmedia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.foreplay.com.br/blog/?p=463</guid>
		<description><![CDATA[Na semana passada, na abertura do CMO Leadership Forum, Bill Pearce, VP e CMO da Del Monte Foods ofereceu 8 dicas de marketing para os tempos atuais, aka crise. Aproveitamos para fazer um paralelo com o nosso modo de pensar. 1. &#8220;Não reduza os gastos.&#8221; Parece óbvio, mas não é! Tem gente que diz que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, na abertura do <a href="http://www.argyleforum.com/events/eventimages/06.02.09/main.html" target="_blank">CMO Leadership Forum</a>, Bill Pearce, VP e CMO da <a href="http://www.delmonte.com/" target="_blank">Del Monte Foods</a> ofereceu <strong>8 dicas de marketing para os tempos atuais, aka crise</strong>. Aproveitamos para fazer um  paralelo com o nosso modo de pensar.<img class="alignright size-full wp-image-469" title="Cuidado! Empresário comendo poeira adiante. Coitado..." src="/blog/wp-content/uploads/2009/06/empresario_comendo_poeira_adiante.gif" alt="Cuidado! Empresário comendo poeira adiante. Coitado..." width="388" height="434" /></p>
<p><strong>1. &#8220;Não reduza os gastos.&#8221; </strong></p>
<p>Parece óbvio, mas não é! Tem gente que diz que “em time que está ganhando não se mexe”.  Agora o que fazer quando o time está perdendo? Os corajosos aceitam o risco e lutam até o final. Já os perdedores tiram o time de campo e perdem por WO.</p>
<p><strong>2. &#8220;Reavalie seu mercado.&#8221;</strong></p>
<p>Há quem diga que as tendências no comportamento do consumidor têm se tornado difíceis de prever. Talvez tenham se tornado mais complexas de prever, mas os rastros deixados pelas pessoas no ambiente online dizem muito sobre seus hábitos e aspirações. Você está de olho nisso?</p>
<p><strong>3. &#8220;Identifique seus melhores mercados.&#8221;<br />
</strong></p>
<p>“Melhores mercados” são aqueles onde, apesar da crise, ainda existe estabilidade e crescimento. Além de identificar seus melhores mercados, identifique seus “melhores mercadores”. Quem são os evangelizadores da sua marca? Você já está trabalhando em colaboração com essas pessoas?</p>
<p><strong>4. &#8220;Faça sua lição de casa.&#8221;</strong></p>
<p>Quem são os consumidores mais lucrativos? Quais são as tendências de consumo emergentes? Quais são os veículos de marketing e vendas mais efetivos?<br />
Você tem o que você mede. É fundamental estabelecer métricas de performance para tudo o que você faz e principalmente, linkar essas métricas de performance “locais” às suas métricas de marketing.</p>
<p><strong>5. &#8220;A comunicação de valor não é sempre baseada no preço mais baixo.&#8221;</strong></p>
<p>O que motiva os consumidores de hoje? E o que eles estão mais valorizando nas marcas? Foque no benefício percebido.</p>
<p><strong>6. &#8220;Mantenha a gestão contínua.&#8221; </strong></p>
<p>Apresente sempre resultados e métricas que justifiquem a elevação dos orçamentos. CMOs precisam trabalhar próximos do CEO e do CFO, para que eles enxerguem valor no aumento do budget. O CFO é o dono do dinheiro e o CEO está geralmente a serviço dos acionistas. Se você for agência ou veículo, pense em como justificar a sua ação ou seu espaço de uma maneira que o top management do seu cliente ou prospect não só entenda, mas queira entender.</p>
<p><strong>7. &#8220;Invista no futuro.&#8221;</strong></p>
<p>Não descarte novas idéias que funcionem, pois a economia voltará a crescer. Faça o que os bons investidores fazem: quando o mercado está de mãos fechadas e em pânico, compre tudo. Quando todo mundo estiver comprando, venda o que você tem, lá no alto. “O diabo pega o último da fila.”</p>
<p><strong>8. &#8220;Converta a crise em oportunidade.&#8221;</strong></p>
<p><strong></strong>É uma boa hora para renovar a estratégia, e ajustá-la às novas formas de comprar dos consumidores. Enquanto os outros cortam investimentos e abandonam terrenos, avance e conquiste os nichos negligenciados.</p>
<p><strong>E mais engajamento só pode ajudar.</strong></p>
<p>Nesse cenário de oportunidades existem empresas que se assustam com as possíveis implicações de adotar social media como canal para interagir com os consumidores. Focam muito na atual turbulência econômica e não pensam em longo prazo.</p>
<p>As empresas que se encontrarem preparadas para esse novo cenário estarão prestes a vivenciar uma experiência com resultados surpreendentes. Fica por conta de cada uma decidir se vai se posicionar como inovadora em seu ambiente competitivo ou permitir que algum concorrente se aproveite dessa situação e deixe todos comendo poeira.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/06/10/8-dicas-pra-nao-comer-poeira-nos-dias-dificeis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>web tv não é tv na web</title>
		<link>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/03/05/web-tv-nao-e-tv-na-web/</link>
		<comments>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/03/05/web-tv-nao-e-tv-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 21:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Oda</dc:creator>
				<category><![CDATA[categoria]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[tvonline]]></category>
		<category><![CDATA[whitepapers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.foreplay.com.br/blog/?p=79</guid>
		<description><![CDATA[Bom, agora é batata. Internet a milhão no Brasil, Youtube bombando, Vimeo como alternativa para vídeos de alta qualidade e serviços de streaming brotando a toda hora. Você olha tudo isso e pensa: “Tive uma idéia legal: vou criar uma TV online para colocar vídeos de meu produto/ serviço e várias coisas interessantes&#8230;vai ser um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, agora é batata. Internet a milhão no Brasil, Youtube bombando, Vimeo como alternativa para vídeos de alta qualidade e serviços de streaming brotando a toda hora. Você olha tudo isso e pensa: “Tive uma idéia legal: vou criar uma TV online para colocar vídeos de meu produto/ serviço e várias coisas interessantes&#8230;vai ser um estouro!”</p>
<p>Well, not so fast my friend. Antes de criar uma url própria, torrar seu dindin com criação, produção de conteúdo, divulgação, e tudo mais que existe num projeto desses, pense duas vezes e separe um tempinho para aprender mais sobre o assunto.</p>
<p>O potencial da TV Online é enorme. Para se ter uma idéia, 57% dos usuários de internet assistem vídeos online, e esse número sobe para 74% se separarmos essa fatia por pessoas com idade entre 18-29 (Dados tirados do whitepaper em questão).</p>
<p>Para mostrar como ser competitivo neste cenário, a <a href="http://www.brightcove.com/">Brightcove</a> tem um whitepaper (5 keys to success with online video) bem interessante com algumas dicas básicas que vou resumir a seguir:</p>
<h4>1 – Crie um contexto.</h4>
<p><em>Ao integrar conteúdo escrito na página de vídeos, facilita na hora de identificar o que se trata o conteúdo do vídeo, muitos surfers assistem o vídeo depois de ler uma resenha sobre ele. </em></p>
<p><em>A principal vantagem da estratégia de se usar texto escrito + vídeo na mesma página acontece na hora de ser encontrado por um BOT de SEO, melhorando a colocação da página em sites de busca. </em></p>
<h4>2 – Encoraje o Snacking (Consumo Instantâneo de pequenas partes).</h4>
<p><em>Todas as táticas dessa estratégia envolvem a colocação de vídeos relacionados na página em que o surfer está navegando para o estimular a assistir mais conteúdo. Recorrer a dados analíticos ajuda a descobrir por onde e por quanto tempo o usuário navega, possibilitando a organização mais eficiente de uma boa playlist de vídeos relacionados. </em></p>
<h4>3 – Produza para a mídia.</h4>
<p><em>Produzir conteúdo específico para seu público não é o suficiente. A webtv é um meio único, não encará-la como uma extensão da televisão é um fator que pode determinar o sucesso do projeto. </em></p>
<p>Produzir conteúdo direcionado para a web requer conhecimento do meio. De acordo com a comScore, a média de duração de um vídeo online é de 2,6 minutos. Por isso, pense na duração, no tipo de vídeo (humor, esporte, etc&#8230;), casting, produção, etc. Faça com carinho.</p>
<h4>4 – Utilize a internet como ferramenta de distribuição.</h4>
<p><em>Já que seu vídeo está na internet, porque não usá-la para a distribuição também? De acordo com a Brightcove, as duas principais estratégias para distribuição na internet são a afiliação com parceiros que disponibilizam seus vídeos nos seus respectivos sites, e a viralização do conteúdo. </em></p>
<p>Aqui na Foreplay, nós levamos um pouco além e consideramos outros fatores como relevância, conteúdo colaborativo, etc. Enfim, é considerar as pessoas que irão assistir como pessoas que irão realmente assistir, não somente um público alvo.</p>
<h4>5 – Monetize sua audiência.</h4>
<p><em>Essa estratégia é uma das que mais vemos em discussão hoje em dia: como “vender mídia”? De acordo com a Brightcove, o formato mais utilizado atualmente é um vídeo de 15 segundos pré-conteúdo, sincronizado com banners. Mas o alerta também é claro, não há um formato único que faça a diferença, novos formatos estão disponíveis e muitos ainda virão.</em></p>
<p>Um caso recente de como gastar milhões e não obter sucesso é o da <a href="http://budtv.com/">BudTV</a>. Lançado com a meta de atingir 2 milhões de espectadores/mês, não passou de 50 mil. Foram gastos mais de US$30milhões, roteiristas famosos foram contratados e fizeram um escarcéu para a divulgação.</p>
<p>Por que não deu certo? Well, talvez a AB (Anheuser-Busch) tenha esquecido que a BudTV é uma TV na web, e tentou levar para o mundo digital o modelo do mundo analógico, não levando em conta fatores como a pulverização da distribuição, conteúdo específico para o meio entre outros.</p>
<p>A gente acredita que, além desse, outros fatores foram decisivos para o não sucesso da BudTV. Para um projeto digital ter sucesso, é preciso entender o ambiente no qual ele está inserido, como usar as ferramentas disponíveis para a distribuição, as estratégias de comunicação tem que estar alinhadas com o ambiente. Engajar pessoas é muito mais que passar uma mensagem, o pulo do gato é estimulá-los a discutir a mensagem, tomando cuidado, sempre, para não ser chato e interruptivo, e sim relevante e convidativo.</p>
<p>É claro que somente com essas 5 dicas você provavelmente não vai ter sucesso, mas já é um começo.</p>
<p>Post feito com a ajuda da <a href="http://twitter.com/janazen">@janazen</a> e do <a href="http://twitter.com/anconalopes">@anconalopes</a>. Thanks Jana e Brunão.</p>
<p>Update: Formatação, Check. =)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.foreplay.com.br/blog/2009/03/05/web-tv-nao-e-tv-na-web/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
